tô inspirada, ent nn esqueçam a porra do voto, amo vcs :3
– Briana Ramos
O Scott tenta abrir a porta algumas vezes, porém sem sucesso me levanto um pouco assustada.
— A quanto tempo estamos aqui? — perguntou, colocando a mão na cintura pensativo o seu semblante estava sério.
— Bom... acho que já tem duas horas que estamos aqui. O que aconteceu? — guardo a pintura do mesmo na minha bolsa, o branquelo prende o maxilar.
— Droga! — chuta a porta com raiva. — Estamos presos, eu não vi o tempo passando — vai até á janela tentando a abrir.
— Como assim presos? Não vem ninguém aqui! — caminho até á porta puxando a maçaneta com força, sem sucesso também.
Aperto meus olhos, mordo meus lábios e passo a mão no cabelo começando a ficar nervosa, tentando não me desesperar.
— Isso é tudo sua culpa! — ele me olha, franzi o cenho.
— Estúpido! Minha culpa? Eu pedi pra você dar o fora, ficou porque quis — o encaro.
— Se não fosse... — tudo ficou escuro, às luzes foram apagadas e eu gritei por me assustar.
Sem conseguir enxergar muito, pois apenas a luz do luar que refletia na janela iluminava o lugar.
Comecei a passar minhas mãos na parede, estava um pouco difícil de andar com quadros espalhados por todo lado.
— Scott? — engulo seco, olhando para os lados tentando procurar o mesmo.
— Ligue a lanterna do seu celular — peço já que o meu estava sem bateria.
— Cacete! Descarregou — escuto sua voz rouca dizer, olho para os lados procurando o mesmo. Levo um pequeno susto quando minhas mãos encostam em seu peitoral por cima do moletom escuro que ele estava usando.
— O quê você está fazendo? — olho para cima vendo o corpo grande e forte na minha frente, sem tirar às mãos de seu corpo o encaro sem poder ver o fundo dos seus olhos já que a escuridão impede que eu faça isso.
O tempo em Los Angeles ainda está chuvoso, provavelmente lá fora chove bastante agora, o barulho da chuva não está tão alto aqui dentro.
Tiro minhas mãos depressa do peitoral do Scott apertando meus dedos. Mordo os lábios suspirando fundo.
Escuto um barulho, então olho para a janela agora aberta, consigo ver a sombra do corpo do mais alto sentado em sua frente.
— Tá esperando eu te chamar pra sentar aqui? Se for isso você vai virar estátua, então venha logo — reviro os olhos indo até onde ele estava, me sentando ao lado do mesmo.
— Você é tão chato — digo.
O Prédio era bastante alto, então além de ver a chuva e uma boa vista de onde estávamos, tudo parecia aconchegante. Pelo menos pra mim.
Passo a mão nos ombros sentindo um pouco de frio, o Scott está do meu lado, mas eu não consigo dizer nenhuma palavra. Talvez o silêncio possa dizer muita coisa. Lá estavam, era apenas nós e o som da chuva.
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O Cara Da Casa Ao Lado
RomanceMoradora de uma pequena cidade, Briana Ramos, uma ruiva de dezenove anos, ganha uma bolsa para estudar em uma das melhores universidades da Califórnia. Essa oportunidade transforma sua vida rotineira, especialmente ao conhecer Scott Chavier, um rapa...
