ÁGATA SAVÓIA.
— Uou! – minha expressão é completamente sincera, quando Armando abre a porta da nossa suíte em sua casa. Nosso casamento foi basicamente às pressas, não podíamos avisar há ninguém dos tabloides ou alta sociedade pata comparecer.
— E aí, me diz, o que achou? – ele parece ansioso pela minha resposta, sem ter o que dizer, o abraço agarrando seu pescoço.
— Está lindo!
Volto meu olhar para a cama redonda no centro do quarto, o teto revestido por um espelho. A luz do quarto é vermelha, juntamente com as cortinas. Na cama, pétalas de rosas vermelhas e brancas foram um coração no centro, junto ao um buquê de rosas brancas. O ar tem cheiro de hortelã, dando uma suavesada nas flores.
— Fico feliz que tenha gostado. Tive receio de que você não gostasse de rosas brancas, já que..
— Ei – seguro em seu rosto, fazendo ele parar de falar. – Eu amei, isso tá muito perfeito. Obrigada.
— Não há de que. – ele sorri de forma galanteadora, mostrando o motivo de eu ter me apaixonado por ele. – Quer um vinho?
— Não posso. – mordo meus lábios, com vergonha.
— É alérgica a uva, Agatinha? – zomba de mim, me deixando ainda mais envergonhada.
— Estou grávida. Se lembra? – a boca dele se abre várias vezes, mas nenhum som é capaz de sair.
— Wow. Me desculpa. Lembro sim. – dá uma leve tossida. – Que tal um suco de uva 100%? Melhor do que vinho.
— Aceito.
Armando me deixa sozinha por alguns minutos, indo até a cozinha do nosso andar e pegando as bebidas. Logo ele retorna, com um copo de vinho e outro com suco de uva natural. Abro um sorriso como agradecimento, mas ele desejava mais, roubando um beijo delicioso de mim. A mão livre de Armando já estava descendo em direção à minha cintura, apertando a carne em seguida.
— Você está roubando. Decidimos beber alguma coisa. – digo, entre os selinhos que ele me dá.
— Não estou. – diz firme, dando um gole no vinho e colocando o mesmo em um aparador, junto com o meu copo. – Apenas quero oque me pertence.
— O que? Me diz, o que lhe pertence? – sussuro perto de sua boca, sentindo sua respiração ficar mais acelerada.
— Você. – sussura de volta, capturando meu lábio inferior com a boca ‐ Você é toda minha, Ágata. Agora você é uma senhora Savóia, minha esposa.
— Então pegue o que é seu.
O olhar de Armando fica intenso, cheio de malícia. Por um segundo, penso em quantas mulheres também tiveram a mesma visão que estou tendo, dele excitado e desejando à mim. Os lábios rosados se entreabrem, mostrando que sua respiração também está ofegante. Ele aperta ambas as mãos em minha cintura. Quando ele sobe a mão direita, rapidamente toca meu pescoço com a ponta dos dedos.
Os beijos começam em meu pescoço, suas mãos descem até a base do meu vestido, puxando a mesmo para cima e deixando minha calcinha exposta. Sua boca se afasta do meu pescoço, retirando o vestido do meu corpo com facilidade.
Sua boca vai em direção ao meu seio descoberto, chupando, mordendo e lambendo de forma deliciosa. Quando volto à mim, já estou sem a calcinha que usava, Armando rasgou as duas laterais à tirando do meu corpo. Os olhos dele percorrem pelo meu corpo, exibindo um leve sorriso.
Seus braços agarram minha cintura, puxando-me para a enorme cama. A língua ele em meu clitóris me deixa ofegante. Os movimentos são habilidosos e me levam a loucura a cada segundo. Meus gemidos ecoam pela grande suíte, os meus dedos agarram no lençol branco, bagunçando as pétalas.
Assim que minhas pernas amoleçem, meu coração acelera e acabo mordendo meus lábios, sou pega pela sensação do orgasmo que me atinge de forma intensa e única. Meu interior se aperta de forma intensa, deixando-me dolorida, mas Armando parece ter outros planos para nós. Ele agarra minha cintura, virando-me na cama, me colocando de quatro e totalmente exposta.
— Me dê o que é meu, não me negue! – seu dedo indicador pincela minha entrada, que está encharcada. Por puro desejo, empurro meu quadril na sua direção e sinto uma ardência na minha nádega direita, sentindo o tapa que levo. – Diga! Fale o quanto você me quer.
— Quero você!
— O que quer de mim? Diga, fale e eu te darei. – fala rouco. Meu olhar se volta para trás e vejo seu membro ereto, exibindo o pré-gozo.
— Quero você dentro de mim! Me fodendo forte. – remexo meu quadril, implorando por um alívio momentâneo. Até que ele pincela seu pau na minha entrada úmida, posso senti-lo tomando lugar dentro de mim.
A dor da invasão é presente, mas a do desejo concedido faz meu corpo entrar em êxtase. Sua mão passa na minha bunda, subindo pela minha lombar até chegar nos meus cabelos e agarrar com firmeza. Esse ato, fez meu pescoço ir para trás e outro tapa e deferido em minha nádega direita.
Ele começa a me penetrar. De início, movimentos lentos, mas logo se intensificou, me levantando a completa loucura. A mão livre foi até meu clitóris o incentivando, minha buceta se contrai, apertando o pau dele, que geme em resposta.
Não demora muito e juntos chegamos no ápice. Meu corpo cansado e satisfeito cai na cama cheia de flores, ao meu lado, Armando fica de joelhos, ainda exibindo sua ereção. Mesmo após gozar junto comigo, ele ainda está duro e com certeza com vontade de continuar me comendo.
— Como você ainda está duro?
— Nunca estou satisfeito contigo, sempre preciso de mais. Você é uma droga pra mim, Ágata! – assume, deslizando o polegar em minha bochecha.
— Então me deixe resolver. – proponho. Armando sorri abertamente, minha mão direita vai até seu membro duro, dando uma apertada e passo a língua em sua glande.
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SubChefe - Nova Era 2 - Conto
RomanceVol.2 Nova Era - Série da Máfia Armando Savóia, um verdadeiro galã de novela; assim ele é conhecido por toda a mídia e por trás dos panos brancos, ele é o subchefe da maior associação criminosa do mundo. Ágata, uma menina que sofreu muito na infânc...
