a/n eu seeeei que demorei milênios para atualizar! nao me mate, se por acaso você acha que esperou muito pelo proximo capítulo! sinto muito mesmo, mas tive um bloquei foda e realmente nao deu, ia ficar muito ruim. bom, tentei deixar que ficasse o melhor possível e espero deixar a maioria de voces bem feliz!
aproveitem :333 amo vocês.
// VINTE E TRÊS //
"Espera!" Ouvi Johanna gritar, ao parar de montar os sanduíches.
Todos da sala, incluindo meus pais, franziram os cenhos, esperando que houvesse uma explicação para todo seu alvoroço.
"Vocês? Namorando?" Ela caminhou até nós, com os olhos arregalados.
Hunter e eu assentimos, sem conseguirmos deixar de sorrir. Ele envolveu o braço em minha cintura e deu uma leve apertada. "Sim." Eu respondi, tentando conter a felicidade que me dava ao dizê-lo.
Johanna cobriu a boca e fez uma cara de emocionada que eu quase revirei os olhos. Ela sempre teve a tendência de ser gramática com assuntos que envolviam relacionamentos. "Desde quando?"
"Desde hoje." Eu respondi e ela, logo em seguida, soltou um curto som agudo, assustando tanto eu, quanto Hunter.
"Então quer dizer que isso é recente?" Uma voz grossa ao fundo fora ouvida pela primeira vez desde que chegamos.
Assenti, um pouco ressentida por seu tom. Meu pai, desde o acontecimento, carregava uma pontada de amargura; como se nunca fosse deixá-lo. E tê-lo aqui, no apartamento em que eu morava, me dava medo – ele tinha grande potencial de nunca me fazer esquecer.
Como reflexo, dei um passo para trás quando o vi se aproximando. Porém, ele não me olhava, e sim, seus olhos eram fixos nos de Hunter. Felizmente, ele não parecia amedrontado; na verdade, sua expressão era assustadoramente confiante.
"Não pensei que fosse conseguir mais." Ele olhava para Hunter como se o examinasse, mas sabia que o que dizia era direcionado a mim. "Mas, aparentemente, a culpa não a corrói tanto."
De uma hora para outra, senti uma dor na garganta e meus olhos se umedeceram; projetei toda a força possível para que não desabasse em lágrimas. Antes que eu pudesse responder, Johanna pigarreou alto e correu para o balcão da cozinha.
"Quem quer comer?"
Naquele dia mais tarde, eu e Hunter conseguimos fugir por um tempo, alegando que ele precisava voltar para casa; e eu considerei aquela a minha deixa para me mandar também. Realmente, nós fomos para sua casa, mas não porque seu pai estava preocupada, como dissemos à Johanna e meus pais – na verdade, era só a urgente necessidade de respirar.
Assim que passamos pelas portas principais e deixamos meu prédio, Hunter pegou minha mão e me segurou no lugar para que eu não continuasse a andar.
"Como você está?" Ele quis saber, me olhando nos olhos.
Me encolhi. Como eu estava? Nem eu mesma sabia a resposta. "Acho que se você não tivesse me tirado de lá, até amanhã eles já teriam me matado aos poucos."
Hunter soltou uma risada e passou as mãos firmemente em meus ombros. "Você ainda está tensa."
Comecei a balançar a cabeça. "Nem vem. Da última vez que você disse isso, acabamos namorados, não quero nem pensar no que um segundo round pode fazer conosco." Eu impliquei, balançando meu dedo anelar.
Hunter revirou os olhos e bateu em minha mão para que eu parasse de balançar meu dedo, "Passos de formiga, Docinho. Passos de formiga", me fazendo bufar com apenas o pensamento da possibilidade.
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Alguém Para Dizer Bom Dia
Teen FictionHailey é uma menina pouco inocente mas controlada e pé no chão. Teve um namorado ou outro durante a infância mas sua última relação foi a que marcou. Um incidente durante um de seus encontros com seu namorado da época acabou levando-a a uma mudança...
