Estava na metade do caminho quando consigo avistar algo se mexendo no meio da mata, pego a minha faca que tava na lateral da minha calça e fico em estado de alerta, caso esse "algo" que se mexeu me atacasse eu não hesitarei em atacá-lo também.
Passo por onde vi o movimento, nada me atacacou, entretanto sinto que estou sendo observada. Resolvo descer do meu cavalo e ir caminhando puxando o animal. A presença estava mais próxima, jogo a faca em direção de onde sentia a tal presença, escuto um grito e vou ver quem era e também pegar minha arma.
Avisto um homem no chão com a faca em seu peito. Pelo o trage que ele vestia era soldado de patente:
S/N: Patético – Falo comigo mesma – Nem devira ser soldado – Pego a arma e faço um corte em sua garganta para garantir que ele não irá ficar vivo.
Saio do meio da mata voltando para a estrada, monto em Luci e continuo neu caminho de volta a Vanza (cidade do covento). O caminho dura cerca de trinta minutos andando, como fui correndo com o cavalo cheguei mais rápido.
Chego no estábulo onde não havia ninguém, deixo Luci em seu lugar e vou para dentro do convento. Ao entrar dou de cara com Morris, trocamos olhares mas logo ele vira eu rosto, ignoro o fato dele me evitar e vou até o escritório do Papa. Quando vou para bater na porta ele abre:
Nihil: Finalmente voltou, S/N. – Ele dá espaço para eu passar – Traz alguma notícia?
S/N: Você sabe meu nome completo? – Me sento e logo em seguida Nihil também se senta na minha frente.
Nihil: Não, você chegou sem nome completo. Por que da pergunta?
S/N: Queria saber se vocês sabiam e não me contaram. Agora Baham se chama Lurtero, o mesmo que meu sobrenome.
Nihil: Então seu nome é S/N Lutero? Bom, isso é maravilhoso! – Ele se levanta – Me acompanha.
S/N: Claro! – Nós saímos da sala dele e fomos em direção da biblioteca – Nihil...
Nihil: Sim?
S/N: E o Terzo? Posso ir vê-lo? – Eu seguro a manga da batina do mesmo.
Nihil: Terzo está muito bem, foi a cerimônia que ocorreu mais certo. Está na hora do café da manhã, quer ir comigo levar o alimento para ele?
S/N: Sério? – Eu o abraço por impulso, no começo Nihil assustou-se, mas logo sinto ele coloca uma das mãos em minhas costas.
O Papa muda seu rumo indo até a cozinha, lá ele pega uma bandeja e me entrega. Sigamos para o porão, lá ele abre a porta onde Terzo estava, meu coração gelou ao vê-lo, me aproximo e coloco a bandeja em sua frente, ele me olha do pé a cabeça:
S/N: Oi! – Ele se levanta porém não consegue se equilibrar, por sorte consigo segurá-lo.
Terzo: Você fez falta.
S/N: Me desculpa, mas, foi necessário tudo isso. Até mesmo para mim descobri mais coisas sobre mim mesma – Forço minha vista na escuridão para ver a marca do Terzo – Sua marca é a mais bonita.
Terzo: Até agora não a vi, mas, vou confiar em você.
Nihil: Pronto? Podemos ir S/N? Tenho algo importante para te mostrar – Me despeço de Terzo com um abraço sincero e sigo Nihil até a biblioteca.
Ao entramos ele vai até uma prateleira onde estava o livro de algumas pessoas importantes na história e volta até mim me mostrando um dos fundadores da cidade:
Nihil: Aqui está o Julhos Lutero Dominos VI, um dos homens mais importantes de Vanza. Provavelmente deve ser seu antepassado. – Observo o homem no livro – Um dos fundadores da cidade, lutou pelo território, tem uma linhagem da realeza, ele é primo de segundo grau do príncipe.
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Caminho sem Volta - Terzo
Fiksi PenggemarApós seus vilarejo ser destruído com ataque dos nobres, S/N e sua mãe são perseguidas por soldados e oara livrar sua filha, Cássia se rende. Ao fugir S/N chega em uma cidade onde passa a noite. Uma jovem mulher a encontra e leva até um convento, e é...
