Voltamos para a roda e nos sentamos, percebo o nervosismo do Terzo que voltou a se sentar ao lado de Jane. O jogo recomeçou é duas rodadas depois a garrafa para em Terzo:
Terzo: S/N, verdade ou desafio? – Ele respira fundo.
S/N: Desafio!
Terzo: Mostre o poder do seu pingente para nós.
S/N: Tem certeza? – Ele virá o rosto e acena que sim – Okay!
Me levanto e respiro fundo, fico um tempo em silêncio e logo a seguir começo uma oração para liberar o poder do meu pingente:
"Ad malum quod acciderit in nomine tuo pro omnibus dsemonibus et regibus qui hanc terram ambulaverunt, peto a te hodie in virtute. In sanguine hirci, cerebri hominis, et in orationibus meis ego resurrecturus sum tua virtus, nomen tuum honorans .Fac me servum tuum"
El Diablo.
("Pelo mal que aconteceu em seu nome para todos os demônios e reis que andaram nesta terra, eu te peço hoje com poder. No sangue de uma cabra, no cérebro de um homem, e em minhas orações eu vou ressuscitar sua virtude, honrando seu nome. Faça de mim seu servo",
El Diablo.)
Caio de joelho no chão e começo a falar o meu pedido:
Dominus vindictam volo
Facio quicquid capit illuc.
Inimicus meus pessimo, quem ad pedes ejus adorare coactus sum. Postquam humiliatus sum, bibere volo sanguinem tuum. fac me servum et utere potestate tua ad id quod maxime amas, utere mendaciis tuis ad decipiendum, filios ad perturbandum eam, adfer legionem tuam et fac opera tua mala.
(Senhor, eu quero vingança. Eu faço o que for preciso para chegar lá. Meu pior inimigo, a quem sou forçado a adorar a seus pés. Depois de ser humilhado, quero beber seu sangue. faça de mim seu escravo e use seu poder para fazer o que mais ama, use suas mentiras para enganar, seus filhos para perturbá-la, traga sua legião e faça suas maldades.)
Sinto que o local ficou mais frio e sombrio, todos ficaram me encarando com medo, passou algum minutos e Jane fez a pior coisa que poderia fazer. Zombou:
Jane: Acabou de se fingir de bruxa? Podemos voltar pro jogo? Palhacada, vou orar também: Blablabla – Eu continuo ajoelhada de cabeça baixa, mas, agora me ponho a apontar pra ela.
S/N: Você não será perdoada – Me levanto – Sem remissão, ele vira te buscar, ele já está aqui! – Começo a andar para trás parando em um canto escuto da sala.
Todos me encaravam, olhos grandes, sombrios e medonhos aparecem atrás de mim. A legião possui Jane que começa a a andar pelo cômodo:
John: Jane!!! O que você fez com ela? – Ele se aproxima de mim, vejo que ele queria me machucar.
Estendo meu braço para ele que para na hora, outro braço aparece do meu lado, após segundos parados ele voou longe. Todos ficaram paralisados de medo, ninguém gritava ou corria. Jane para na frente de todos da roda e começa a sangrar por todos os orifício de seu corpo, ela sorri e explode fazendo voar sangue para todos os cantos. Voa um pouco em minha cara, limpo com o dedo e logo depois coloco na boca "bebendo" o sangue.
Nesse momento todos começam a gritar apavorados. Volto paro o meio do cômodo:
S/N: Aproximem! – Com medo todos vem para perto de mim exeto Terzo. Coloco minha mão para frente – Agora vocês rertonaram para a casa de vocês, adormeceram, e amanhã quando acordarem não recordaram de nada que ocorreu dentro desta sala. Agora vão e não olhem para trás!
Todos saem em fila, indo para suas casas. John era o último da fila, o seguro pelo braço o puxando novamente para dentro do cômodo, ele sai do transe e fica assustado:
S/N: Quieto! – O largo em um canto – Terzo, se quiser vá embora.
Terzo: Ficarei aqui – Ele se levanta e vem até mim – Seja o mais rápida possível. – Caminho até o canto da sala.
S/N: Agradeço ao senhor! Farei o sacrifício da cabra e do homem em forma de agradecimento pelo sua ajuda. – Ajoelho.
Sinto o local ficar mais "leve", a claridade da lua começou a iluminar novamente o quarto. Antes de sair vejo que havia uma janela com o vidro quebrado, o caco que restava estava solto.
Chego perto e retiro o caco da janela, volto a me aproximar de John que implorava pela sua vida fazendo um corte em sua garganta:
S/N: Terzo, pare de pesar seu olhar sob mim! – Me viro para o mesmo que estava pálido – Você sabe tudo o que ele fez. Minou foi ameaçada por ele, você sabe que ela foi assediada?
Terzo: Sim... – Ele abaixa a cabeça. Terzo, apesar de parecer não ligar pras pessoas tem um coração bonito, que sempre quer cuidar de todos os amigos dele.
S/N: Não fica assim! Não foi culpa sua – Eu o abraço enquanto ele chorava – Agora ele não machuca mais ninguém do convento. – O encaro é enxugo uma lágrimas que escorria.
Antes de sair, pego novamente o caco de vidro e vou cortando o pescoço do menino, pego sua cabeça pelo cabelo, tiro minha jaqueta e a embrulho nela. Abro a janela e a pulo, Terzo vez atrás, ninguém poderia nos ver. Seguimos para casa se escondendo para ninguém ver a cabeça.
Subimos a árvore e entramos em meu quarto, coloco a cabeça embaixo da cama, Terzo abre a porta e olha pra ver se não vinha ninguém:
S/N: Já vai? – Me aproximo dele – Fica mais um pouco.
Terzo: Melhor não, S/N. – Ele se vira para mim ficando cara a cara – Boa noite, até daqui a pouco.
S/N: Boa noite! – Vejo ele se afastar.
Volto para minha cama, pego meu livro na gaveta da cômoda e o lampião. O sol começa a aparecer, vou trocar minha roupa e colocar o uniforme do convento. Hoje em dia os mais velhos tem o dever de acordar os mais novos, então, sempre sou uma das primeiras a estar de pé. Vou até o banheiro lavar meu rosto e escovar meus dentes. Volto para o início do corredor D, que é o que eu sou responsável e vou de quarto em quarto acordando os menores.
Recentemente chegou uma menina chamada Runa de cinco anos de idade, ela precisa de ajuda, pois é cadeirante. Ela foi abandonada pela mãe por ser um fardo, descobrimos que a mãe dela era um meretriz.
Eu a acordo e a ajudo a se trocar, a aviso que irei chamar alguém pra me ajudar com a cadeira. Termino de chamar os outros meninos. Quando volto coloco ela na cadeira e paro na escada, Morris me ajuda com a cadeira. Ele desce com a Runa e eu com a cadeira:
Runa: Desculpa por ser um fardo... – Ela fala com uma voz chateada.
Morris: Você não é um fardo, não pense assim!
S/N: Agora é um pouco complicado com as escadas, você não precisa depender de ninguém pra nada, não é um fardo, é uma menina incrível!
Runa: Obrigado...
Chegamos no refeitório, começamos a orar e logo comemos nossa refeição. Ao terminar vou guardar meu prato e xícara, saí de lá rumo a meu quarto pegar a cabeça. Nihil me encontra no meio do caminho:
Nihil: S/N, eu estava te procurando, reunião para falar sobre a banda. – Percebo que ele estava olhando muito para mim e para meu colar – Oh! S/N, você usou...
S/N: Sim, Papa. – Ele pega no meu colar – Eu consegui usar com sucesso.
Nihil: Você sabe dos riscos, você deu muita sorte! – Ele me encara sério – Vou falar sobre isso com a Sister.
S/N: NÃO!
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Espero que tenham gostado e até a próxima!
Digam também no que posso melhorar, isso me ajuda muito! 🥰
Deixem ideais do que posso fazer, vou adorar ler elas!
⚠️ Quem poder compartilhar para ajudar a fanfic, eu agradeço.
⚠️ Desculpa passar tanto tempo sem postar kkk
⚠️ Ajuda da: Hange_Zoe783
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Caminho sem Volta - Terzo
FanfictionApós seus vilarejo ser destruído com ataque dos nobres, S/N e sua mãe são perseguidas por soldados e oara livrar sua filha, Cássia se rende. Ao fugir S/N chega em uma cidade onde passa a noite. Uma jovem mulher a encontra e leva até um convento, e é...
