Todos os Sete Reinos sempre souberam do amor entre o Príncipe Herdeiro Jacaerys Velaryon e seu tio, o Príncipe Aegon Targaryen, e de como eles foram separados quando Aegon foi obrigado a se casar com Cregan Stark, o Senhor de Winterfell.
Anos depois...
Aemond não acreditava que Jace fosse o mentor da brincadeira do Porco. Ele sabia que seu sobrinho estava envolvido, mas jamais imaginou que fosse o idealizador daquilo. Sempre achou que tinha sido Aegon. Ele não aguentou ficar naquele lugar onde todos riam dele.
A brincadeira do Porco foi o que o fez ficar desesperado para ter um dragão. Se não fosse por isso, ele nunca teria tentado domar Vhagar daquele jeito e, assim, não teria perdido o olho para Lucerys.
— Aemond, abra aqui, por favor — Jacaerys chamou. Ele fingiu que não estava escutando. — Aemond, por favor, eu quero me explicar. Eu juro que, depois disso, vou embora.
Ele caminhou até a porta e a abriu. Seu noivo estava em pé no corredor, olhando para ele.
— Fale logo e depois vá embora — Aemond cruzou os braços.
— Eu queria pedir desculpas por tudo. Eu nunca deveria ter feito aquela brincadeira idiota, eu era apenas uma criança estúpida — o Velaryon fez uma pausa. — Eu estava tentando agradar Aegon… mas me desculpe, Aemond.
Era Aegon. Sempre Aegon. Todo o tormento da sua vida se resumia ao seu irmão mais velho.
— Você pode ir agora — Aemond respondeu ao alfa à sua frente.
— Eu não vou. Não até você me desculpar de verdade. Eu juro que, a partir de hoje, não deixarei ninguém zombar de você ou te humilhar como fizeram ontem. Eu punirei todos — Jace deu um passo à frente, ficando mais próximo dele.
— Até mesmo Aegon e Lucerys? — ele perguntou.
— Sim. Principalmente se forem eles dois. Eles sempre te atormentaram. Não vou permitir isso, eu juro, Aemond — Jace segurou sua mão, e Aemond suspirou satisfeito.
— Eu acredito em você. Só que já está na hora de você ir. Amanhã nos vemos. Boa noite, Jacaerys — Aemond beijou a bochecha do sobrinho.
— Boa noite, Aemond — Jacaerys o beijou.
Se ele tivesse Jace ao seu lado, nada poderia afetá-lo. Nem mesmo Aegon.
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Depois do encontro com Jace no corredor, Aegon foi para seu quarto. Cregan estaria de volta em poucas horas e todo o seu tormento voltaria a acontecer.
Aegon tentou dormir antes que seu marido chegasse. No meio da madrugada, sentiu uma mão acariciar seu corpo. Era Cregan.
— Oi, meu amor — Cregan falou, e Aegon estremeceu quando as mãos do marido começaram a abrir suas pernas.
— Cregan, estou muito cansado… — Aegon tentou se afastar, mas uma mão o prendeu no lugar.
— Passei muitos dias longe de você. Só quero matar um pouco da saudade que estava sentindo — Cregan subiu sobre ele. — Você é meu marido e meu ômega. Você tem que fazer isso. É só ficar parado que eu faço o resto — o alfa ficou entre suas pernas.