desilusão e decisão

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Entre os suspiros da desilusão, uma decisão se ergue,
No peito, um nó de incertezas, um amor que já não segue.
Ele foi como uma sombra, um reflexo mal definido,
Um mês de namoro, e o coração já ferido.

Nos olhares dos amigos, o julgamento sem pudor,
Enquanto a falta de confiança corroía o amor.
Um voto de confiança quebrado, um gesto em vão,
E a dor crescente, como um grito no coração.

A ausência de comunicação, a raiva como muralha,
O tratamento de silêncio, uma atitude que falha.
Na poesia do adeus, a voz da razão ecoa,
E no fim das contas, a liberdade se aboa.

No horizonte do recomeço, um novo sol desponta,
Entre lágrimas e despedidas, uma alma se pronta.
E assim, entre sombras e luzes, a jornada continua,
No poema do fim, a esperança se insinua.

Nas entrelinhas da desilusão, os detalhes se revelam,
Um amor fugaz, em que os sinais se embaralham.
Ele era como uma sombra, um enigma a decifrar,
Um mês de namoro, e já era difícil suportar.

Nos cantos dos olhares dos amigos, o juízo sem disfarce,
Enquanto a confiança se esvai, como água a escapar-se.
Um gesto de entrega, um celular compartilhado em vão,
E a mágoa crescente, como uma chama sem razão.

A falta de palavras, o abismo da incomunicação,
A ira como muralha, a barreira da indignação.
O silêncio, arma infantil, contra a verdadeira união,
E na poesia do adeus, ecoa a voz da libertação.

Na aurora do recomeço, um sol tímido se desenha,
Entre lágrimas e despedidas, uma alma se refaz, empenha.
E assim, entre sombras e clarões, a jornada segue além,
No poema do novo começo, a esperança encontra seu refém.

Entre os suspiros de um relacionamento frágil, ele se calou,
O tratamento de silêncio como uma muralha que se ergueu.
Cada palavra não dita, um golpe na confiança já abalada,
Enquanto a raiva fervia, a comunicação era abandonada.

Todos os olhares dos amigos, julgamentos sem piedade,
A percepção da sociedade, uma ferida na vaidade.
Ele, nunca me beijou, nunca demonstrou afeto verdadeiro,
E as dúvidas cresceram, alimentadas pelo medo pioneiro.

A insegurança crescente, uma sombra que me envolve,
Será que ele me usava, apenas para esconder o que resolve?
A incerteza pairava, como uma névoa densa e fria,
Enquanto eu buscava respostas, na escuridão da agonia.

E assim, entre o silêncio e os olhares de desconfiança,
O amor definha, sufocado pela falta de esperança.
No poema do adeus, a voz da razão se faz presente,
E na liberdade encontrada, a alma se sente finalmente.

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