Silent treatment 🔞

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Um extra pra vcs minhas amoras 💖💖

Os créditos desse cap também vão para o perfil hpimaginesandblurbs (tumblr) que é originalmente  imagines dos personagens de Harry Potter. Contém algumas modificações feitas por mim.

Espero que gosteeem 💖💖

Perdoem qualquer erro ortográfico.

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— Qual é a porra do seu problema? — Carl perguntou, invadindo meu quarto.

O dia tinha sido uma saga interminável de eu mesma dando a Carl o tratamento do silêncio e ele ficando cada vez mais frustrado comigo. Mas, na verdade, não foi minha culpa. Era dele mesmo.

Começou ontem à noite na festa de boas vindas aos novos moradores de alexandria. Carl, a porra do meu namorado, decidiu que seria uma escolha sábia passar a noite com Enid em vez de mim. Claro, eu estava me divertindo com Ron e Théo meus amigos, mas ele era mais do que bem-vindo para participar. O que ele não podia fazer era bater papo com a ex-namorada onde todos pudessem ver.

E então continuou no café da manhã. E embora ele ocupasse seu lugar normal na mesa ao meu lado, ele continuou sussurrando em voz baixa com Enid o tempo todo.

Então decidi dar a ele o tratamento do silêncio o dia todo, para grande consternação de seus amigos.

Mas agora aqui estava ele, em meu quarto, fervendo de raiva e esperando que eu começasse a falar.

Não vai acontecer.

Simplesmente olhei de volta para o livro que estava folheando para matar o tempo, nem mesmo dando a ele uma segunda olhada.

— O que diabos estou perdendo? Porque da última vez que verifiquei, não fiz nada que garantisse que você agisse como uma maldita pirralha — disse ele, caminhando rapidamente pelo meu quarto para parar no final da cama, encostado no apoio para os pés.

Apenas olhei para ele e ergui uma sobrancelha, aplaudindo internamente quando vi como ele parecia totalmente confuso.

— Vou te dar uma última chance antes de resolver o problema com minhas próprias mãos, e você não vai gostar disso. Qual.É.A. Porra.Do.Seu.Problema? — ele perguntou lentamente, enfatizando cada palavra.

Eu tinha que dar a ele. Se fosse qualquer um, menos eu, minha pequena exibição teria sido intimidante. Se fosse qualquer um além de mim, eles teriam contado todos os meus segredos naquele momento. Mas eu vi através do ato. E, honestamente, fiquei bastante intrigada com o que ele quis dizer com "fazer justiça com as próprias mãos".

Então, mais uma vez, eu não disse nada, apenas voltei ao meu livro e o ignorei.

Nem tinha certeza de como ele chegou até mim tão rápida e silenciosamente, mas a próxima coisa que sabia era que o livro estava sendo jogado do outro lado da sala e que estava ficando de barriga para baixo, com as pernas penduradas para fora da cama.

— Eu te dei muitas chances hoje. — ele disse, uma simpatia falsa em sua voz que era perigosa e excitante ao mesmo tempo. — Mas se você vai agir como uma pirralha, não vejo como você falar de outra forma.

Com isso, as mãos dele estavam rasgando minha calça e peça intima por minhas pernas de uma só vez, pouco antes que eu pudesse ouvir o barulho de seu cinto saindo. Estava ficando mais molhada a cada segundo, completamente pega de surpresa pelo comportamento dele, um fato que ele estava muito ciente devido ao fato de que fui exibida na frente dele.

— E você já está encharcada pra caralho. — ele comentou, um dedo subindo para correr por minha fenda. — Uma putinha malcriada. É isto o que você queria? Queria ser punida como uma vagabunda? — Ele perguntou, mas nós dois sabiamos que ele não estava recebendo uma resposta. 

𝐈𝐌𝐀𝐆𝐈𝐍𝐄𝐒 - 𝐂𝐀𝐑𝐋 𝐆𝐑𝐈𝐌𝐄𝐒 🤍Onde histórias criam vida. Descubra agora