Todos esperam alguém forte, bom e heróico. Ninguém esperava que existiria alguém tão poderoso e perigoso como Harlley.
Dos Hanma, irmã postiça, de reconhecimento, linhagem pura.
O que a resta fazer é destruir todos que a fizeram ser quem é.
Uma �...
Seu corpo doía, cada músculo retraído parecia ser esmagado por seu peso. Harlley puxou o máximo de ar quando se levantou de solavanco. Seus olhos percorreram o lugar, era levemente escuro, tinha uma mesa a direita e farrapos de pano no chão com uma almofada velha.
Seus passos foram para a mesa com rapidez, logo atingindo o chão com brutalidade. Seu rosto ardeu e lágrimas pairaram alí. Quando olhou para seu tornozelo direito, havia uma corrente apertada e enferrujada. Harlley puxou a mesma com as mãos e gritou por ajuda. Ela se sentou no piso úmido e frio, abraçando os joelhos enquanto se encostava na parede.
Forão 2h depois que acordou, ela contava os minutos mentalmente, agarrando as roupas. Um barulho alto ecoou por alí, uma porta foi aberta e luzes se acenderam. Harlley imediatamente se levantou, vendo homens estranhos se aproximarem, porém, ela conhecia aquele cheiro, já havia o sentido antes, quando olhou para baixo viu uma trilha de fumaça roxa vindo daqueles homens.
- O que vocês querem?! Quem são vocês e por quê estou aqui?!
- Isso é simples, iremos ficar com você até o máximo que seu corpo aguentar. Logo então, te mataremos.
Aquele homem sorriu de uma forma maníaca. Harlley estremeceu com a voz e começou a lutar contra a corrente.
- Não adianta, você não vai conseguir sair.
Harlley mordeu os lábios. Onde estava Baki?! Onde estava seu irmão?! Ela sabia onde aquilo terminava, estava presa em um cativeiro e não se recordava de quando havia sido pega, talvez 2 a 3 dias, a pancada havia sido forte ao ponto de cortar sua cabeça e a cicatriz descia pela testa até sua bochecha, cortando como um raio pra perto de sua orelha. Havia muito sangue em seu rosto, e mesmo que doesse, e que estivesse claramente feio, Harlley não conseguia exatamente pensar naquilo.
- Onde... Cadê meu irmão?!
Os homens riram com a raiva e preocupação na voz da garota. O mais bixo de aproximou retirando o cinto com um puxão, fazendo Harlley recuar.
- Ele está bem, no Japão. Não vai precisar de você, e mesmo se precisasse, ele nunca te encontraria.
Em um único movimento, Harlley se encontrou no chão com a cara sendo precionada contra o piso gélido. Ela gritou tentando se soltar, mas ou outros companheiros a seguraram e forçaram seu corpo para baixo. O homem mais baixo retirou suas calças e se aproximou da garota, arrancando o short sujo, deslizando por suas pernas. Harlley arregalou os olhos, sentiu seu corpo inteiro enriquecer, seu alfato de tornou mais do que apurado quando sentiu as mãos ásperas em suas nádegas.
Mais uma vez ela gritou tentando sair, sabia o que viria a seguir e não queria aquilo, mas não conseguia se levantar, seu corpo não obedecia, os homens eram grandes e fortes, pareciam muralhas. Mas por que, por que, por que?! Ela seria estuprada, poderia morrer sangrando. Entendia exatamente como funciona o corpo, e na hora do ato, se a pessoa não quisesse, tudo dentro dela seria estourado por conta da força.
Algo molhado e nojento tocou sua pele, ela gruniu com os olhos lagrimejados, seu rosto no chão enquanto olhava para o vazio, mais do que medo, ela sentiu frio. Aquilo a rasgou de primeira, um grito rouco saiu se boca, o sangue descia dentre suas pernas, mas o homem vil continuou a penetra lá, sabendo que estava a matando. Sua pele ardeu a cada tapa, seu coração errou batidas com a risada, ela precisava relaxar ou morreria. Como água seu corpo ficou, a dor só aumentava, mas seu interior não estava mais sendo danificado. O ódio junto ao medo, ela soluçou enquanto prendia o olhar no anel ainda em seu dedo. O calor dentro de sí parecia aumentar, e um gemido saiu dos lábios do homem, com mais do que três vezes a machucando.
- Ah, isso foi bom. Boa menina, minha boa menina.
Ele acariciou os cabelos molhados pelo suor da mais nova e se levantou. Logo o quarto homem se posicionou atrás dela. Um riso árduo saiu dos lábios do velho enquanto apertava sua cintura.
- Minha vez de se divertir garotinha. Seja uma boa menina e abra bem as pernas.
◆
Sem comando algum, seu corpo estava jogado ao chão, melado e ferido. Nua, seus seios estavam roxos, sua intimidade sangrava enquanto doía. Harlley não teve forças, não para se mexer e nem ao menos direito para respirar.
Seus olhos pairavam na grande sala com a luz acesa, um vidro logo em sua frente, bem no topo daquele cativeiro. Lá estava ela, para com as mãos para trás enquanto sorria satisfeita.
Emy Akezawa.
Assitindo tudo enquanto ria, sem se quer cê preocupar. Ela cruzou os braço e levou a boca até o microfone em cima de uma mesa, onde dentro do lugar possuía uma caixa.
Harlley se sentou com o resto de força que tirou de seu espírito lutador. Os olhos cheios de lágrimas, ela fungou apertando os braços roxos com as unhas.
- por que...?
Ela sussurrou amargurada, fazendo de tudo para não desmaiar. Mesmo Emy não conseguido a ouvir, sua resposta deixava bem claro o motivo.
Tão vagamente ela se deitou apertando as 𝘱𝘦𝘳𝘯𝘢𝘴 enquanto gemia com dor. Não havia nada mais a ser feito, nada mais a provar. Emy era um monstro cruel que só se importava com sigo mesma, e Harlley já estava na hora de tentar algo, algo que a tirasse dali e que desmembrasse aquela mulher maldita.