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Jovem fotógrafa

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Wanda Maximoff, um nome muito conhecido no mundo dos negócios de beleza, dona da Maxi Beauty, uma das maiores marcas de maquiagem já vista, não era apenas uma empresária bem-sucedida, mas uma tirana nos bastidores de seu império. Com sua beleza hipnotizante e um intelecto afiado, ela comandava cada aspecto de sua empresa com mão de ferro.

Os corredores da Maxi Beauty ecoavam com histórias de sua exigência implacável por perfeição. Funcionários temiam seu olhar penetrante e a precisão com que examinava cada detalhe dos produtos que levavam seu nome. A tirania de Wanda se manifestava não apenas em suas expectativas irrealisticamente altas, mas também em como lidava com aqueles que não as alcançavam.

Os boatos sobre demissões súbitas e repreensões públicas eram frequentes, transformando a Maxi Beauty em um ambiente de trabalho tenso e hostil. Wanda não tolerava incompetência ou desleixo, e sua vingança era tão afiada quanto seus lápis de olho. Alguns ousavam dizer que sua sede por controle beirava o obsesso, transformando-a em uma figura temida e respeitada no mundo da beleza.

Por trás da fachada de glamour e sucesso, havia uma Wanda que poucos viam: uma mulher determinada a manter seu império impecável, custasse o que custasse. Sua tirania, embora cruel, era uma extensão de sua obsessão pelo domínio absoluto no competitivo mercado de cosméticos. Mas também havia uma mulher que só precisava...

- Porra, Wanda, você precisa gozar urgentemente, tá chata pra caralho, viu? - disparou Carol Danvers, sua melhor amiga, enquanto observava Wanda revirar os olhos a cada minuto.

- Cala a boca, Carol, não é nada disso. Eu só não quero ser rodeada de incompetentes. - retrucou Wanda, com um tom de voz cortante, que revelava sua frustração subjacente.

Carol suspirou, sabendo que sua amiga estava além do estresse normal do trabalho. Ela conhecia a Wanda por trás da fachada dura que ela apresentava ao mundo.

- Você está se desgastando, Wanda. Talvez seja hora de delegar um pouco mais e confiar na sua equipe. - sugeriu Carol, com um tom mais suave, tentando alcançar a parte mais vulnerável de sua amiga.

Wanda fez uma pausa, refletindo sobre as palavras de Carol. Por um momento, a máscara de dureza deslizou, revelando a exaustão e a solidão que ela tentava esconder.

- Eu sei, Carol. É só... difícil confiar. Eles não entendem o que está em jogo aqui. - confessou Wanda, sua voz diminuindo de intensidade.

Carol se aproximou e colocou uma mão reconfortante no ombro de Wanda.

- Você não precisa fazer tudo sozinha, amiga. Deixe os te ajudar. Você não está sozinha nisso. Você tem os melhores dos melhores nessa empresa e mesmo assim ainda tá ruim?

Wanda olhou para Carol, sentindo uma mistura de gratidão e vulnerabilidade. Em meio ao império que construiu com determinação e tirania, Carol era o lembrete constante de sua humanidade e da necessidade de equilíbrio entre ambição e compaixão.

- Talvez... talvez você esteja certa. Eu vou tentar. - concordou Wanda, um pequeno sorriso aparecendo em seus lábios cansados.

- Claro que eu tô certa. - disse Carol, interrompendo Wanda e colocando-a em cima da mesa, ficando entre suas pernas.

Wanda ficou momentaneamente atônita com a ousadia de Carol.

- Carol, o que... - tentou protestar Wanda, mas foi interrompida pela voz firme de sua amiga.

- Cala a boca. Vou te fazer relaxar um pouco. - disse Carol com determinação. Suas mãos foram para sua calça social preta e ela começou a abrir seu cinto, os olhos fixos nos de Wanda, sem perder a intensidade.

One shot - WantashaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora