gente essa aqui é só pra ser engraçadinha ent por favor não levem a serio
nem revisei direito ent me perdoem os erros
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Natasha Romanoff, uma rapper de vinte e dois
anos, estava em sua segunda turnê desde que a primeira foi um sucesso. Desde então, a jovem se tornou um ídolo teen por todo o mundo, conhecida por suas letras sensuais, que só falavam de pau, de como ele está duro, em qual buceta ela ia gozar ou de maconha. Mas o que se esperar de uma garota de vinte e dois anos cheia de tesão, com o pau sempre duro e com várias bucetas sendo jogadas em sua cara sem ela precisar fazer nada? Pois é, não se espera nada!
Natasha estava passando por Miami em sua turnê, e ir pra Miami era sempre um drama, pois sua família morava lá. Natasha tinha umas questões com sua mãe, Melina — que nunca gostou do tipo de música que a filha compõe e já deixou isso bem claro. Já sua irmã mais nova, Yelena, de dezoito anos, amava as letras, mas achava estranho ouvir sua própria irmã cantar esse tipo de coisa. Mesmo assim, escutava.
Natasha já estava na casa da mãe, e em cerca de uma hora teria que ir pro Hard Rock Stadium, onde aconteceria seu show. Ela estava sentada no sofá da sala, apenas de cueca e uma camiseta larga do Nirvana, com os cabelos loiros bagunçados e os olhos vermelhos de quem tinha acendido um baseado há pouco tempo. Na mesa de centro, um isqueiro, uma garrafa d'água e o celular vibrando com mensagens da equipe de produção.
— Natasha, você fumou maconha dentro da minha casa de novo? — a voz de Melina veio da cozinha, carregada de exaustão e com uma expressão de puro cansaço no rosto.
— Relaxa, mãe. A janela tava aberta. — Natasha respondeu com um riso debochado, sem nem desviar os olhos do celular, a sobrancelha arqueada em desafio.
— Eu não quero você usando essas porcarias na minha casa. Próxima vez, você que fique em um hotel ou sei lá o quê. — Melina apareceu na porta da sala com os braços cruzados e os lábios apertados, claramente no limite da paciência.
— Vou comprar a casa aqui do lado e fumar maconha na janela todo dia só pro cheiro vir pra cá. — Natasha falou com um sorriso sacana no canto da boca, os olhos semicerrados de provocação.
— Eu joguei uma piroca de plástico na cruz, só pode. — Melina suspirou alto, abrindo mais as portas e janelas da mansão com expressão de quem já desistiu da luta.
— NATASHA! Posso levar duas amigas pro show hoje? — Yelena entrou saltitando pelo corredor, os olhos brilhando de empolgação enquanto olhava direto pra irmã com um sorriso animado.
— São gostosas? — Natasha perguntou com uma piscadinha e um sorrisinho safado, virando o rosto na direção da irmã.
— Ah... sim? Mas o que isso importa? Você não vai comer minhas amigas. — Yelena revirou os olhos, cruzando os braços e fazendo uma careta cética.
— Não é pra mim, bebê. Eu já tenho a minha puta favorita aqui. — Natasha sorriu boba, com os olhos meio fechados, como quem tá lembrando de algo gostoso demais.
— NATASHA! OLHA O RESPEITO COM A MOÇA! — Melina esbravejou, os olhos arregalados e o rosto pegando fogo de indignação.
— O quê? Ela é literalmente uma puta, mãe. — Natasha deu de ombros, com uma expressão séria e sincera, como se estivesse explicando o clima.
— Você não vai transar com puta, Natasha. Não quero perder filha minha por AIDS. — Melina falou com a cara fechada e um tom dramático, como se estivesse prevendo uma tragédia.
— Ela não tem AIDS, cara! Que loucura é essa, mulher?? Que pensamento mais antigo, mãe... As putas de hoje são mais limpas que água cristalina. — Natasha arregalou os olhos e levantou as mãos no ar, indignada e rindo ao mesmo tempo.
