Cap. 21

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Assim que ouço aquela voz, sinto meu corpo se arrepiar de raiva, viro meu rosto para olhar para atrair e vejo ela grudada no pescoço do Tom o abraçando, enquanto o mesmo tenta afasta-la.

Tom- Anne, me solta por favor.

Anne- Ai Tom, quanto tempo que eu não te via.

Vejo Tom coçar a cabeça um pouco sem jeito enquanto a sonsa vindo em direção a sala. Me levanto saindo do lugar e indo para a cozinha com Tom vindo atrás de mim.

Tom- Olha, eu posso explicar.

Sn- Quem é a sonsa Tom?

Tom- É uma menina que era meio doida por mim. Nós tivemos um caso, mas foi a muito tempo, eu não sei o que essa louca ta fazendo aqui, eu juro.

Sn- E o que ela ta fazendo aqui?

Tom- Eu não faço ideia, eu não lembrava nem que ela existia.

Sn- Olha Tom, eu acho bom essa menina ficar bem quietinha na dela.

Saio da cozinha pisando um pouco alto e volto para a sala sentando quase de frente com ela.

Anne- Queridinha, pode levar minha bolsa para o quarto do Tom por favor.

Sn- Como é que é?

Bill- Vamos voltar ao jogo.

Anne- Tooom, senta aqui do meu lado.

Tom a ignora e se senta ao meu lado colocando a mão em minha perna enquanto levo uma das mãos em suas tranças as enrolando, sinto o olhar dela me medindo de cima a baixo.

Finalmente a pizza chega e paramos o jogo por um momento para comermos.

Anne- Fazia tanto tempo que eu não vinha para cá, não sabia nem que o Tom tinha colocado tranças.

Ela leva as mãos até o cabelo de Tom, que desvia.

Tom- Não gosto que toque nelas.

Dou uma olhada para ela e abaixo a cabeça soltando uma leve risada.

Anne- Quem é essa garota Tom?

Sn- Sn, desprazer.
Dou um sorriso sínico.

Anne- Ah.
Sinto seu olhar de desprezo.

Bill- Por que não voltamos para os jogos?

Sn- É, melhor.

Voltamos para a sala para continuar jogando e Anne se sente proximo a mim e Tom.

Sn- Vamos mudar de jogo, esse tá um pouco chato.

Tom- Vamos, vou ir pegar outro.

Enquanto Tom se levanta, Anne aproveita a oportunidade para se aproximar ainda mais, sorrindo maliciosamente.

Anne- Então, Sn, você e o Tom são...?

Sn- Estamos juntos.

Anne- Ah, interessante. Ele sempre teve um gosto peculiar.

Você sente o sarcasmo em sua voz e o sangue ferve nas suas veias. Antes que pudesse responder, Tom volta com o jogo, mas agora era um baralho e ja distribuindo as cartas. 

TOM KAULITZ - OBSESSÃOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora