" A parte"
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Enquanto Kiyoomi e Atsumu se resolveram do jeito deles, Aran e Kita também se resolviam do seu jeito.
Mal chegaram em casa, Kita foi prensado na porta pelo marido, que colou seus rostos demonstrando a imensa raiva que esteve escondendo durante a noite.
— Quer me dizer que merda foi essa que você fez essa noite? - disse entre dentes.
— Não sei do que você está falando. Eu fiz muitas coisas essa noite. - deu de ombros e seu pescoço foi apertado com força. — Você está machucando...
— Estou? Vou machucar mais. - disse forçando o outro a se ajoelhar.
Kita nunca admitiria, mas tanto ele quanto Aran sabiam, o quanto ele gostava de ser maltratado.
Mas apenas o seu marido podia tratá-lo assim.
— Aproveite enquanto eu estou sendo simpático e estou te deixando falar e diga por que merdas você beijou o Kiyoomi hoje.
— A gente estava jogando verdade ou desafio.
— É? - agarrou os cabelos alheios, forçando o platinado a olhar pra si. — Você sabe muito bem que tem a opção de beber. Abra a boca e fale o motivo de ter sido um pirralho de merda hoje.
— Você estava muito ocupado e não estava me dando atenção. - murmurou. — Eu estava bravo então só aceitei beijar ele sem pensar muito. Me desculpe.
— Vá para quarto, lá eu decido se vou desculpar você ou não. - soltou os cabelos alheios.
— Não é justo isso, você também beijou o Tsumu. - murmurou emburrado.
— Não, eu não beijei o Atsumu, ele me beijou. - esclareceu. — Já você, nem hesitou quando foi beijar o Kiyoomi. - voltou a apertar o rosto alheio. — Vá para o quarto agora, Kita. E você já sabe como deve me esperar, não é?
— Sim, senhor.
— Ótimo.
Kita foi cambaleando para o quarto. Já fazia algum tempo que ele não via o seu marido tão enervado. Tanto que as marcas em seu corpo que ele tanto ama estavam apagadas.
Mas de qualquer forma, isso não seria um problema por muito mais tempo.
O platinado tomou um banho e esperou pelo seu marido totalmente despido, ajoelhado no carpete do quarto.
Quando viu as luzes do quarto serem apagadas, ele percebeu que seu marido realmente não estava de bom humor e não pretendia desculpa-lo tão facilmente, o que o fez tremer de excitação.
Sentiu seus olhos serem vendados e ouviu o som do interruptor, indicando que as luzes estavam acesas novamente.
Não que isso fosse mudar qualquer coisa pra ele.
— Sabe qual é a sua palavra de segurança? - recebeu um aceno com a cabeça como resposta. — Palavras, Kita. Não me teste ainda mais, pirralho.
— Sim, senhor.
— Diga.
— Vermelho.
— Ótimo. Enquanto eu não ouvir essa palavra, vou continuar fazendo o que eu bem entender com você, com essa boca - deslizou dois dedos para dentro da boca alheia. — E com esse corpo.
O platinado já estava bem duro e até pingando mas ele se relacionava com aquele homem faziam 6 anos.
Ele sabia que não havia a menor chance de ele gozar assim tão cedo.
Sua teoria só foi confirmada quando ele sentiu um anel peniano deslizar pelo seu membro.
— Me diga, amor, por que você está sendo punido hoje? - Aran agarrou os cabelos alheios com força.
— Porque eu beijei um homem que não é o meu senhor.
— E o que você acha que merece como sua punição?
— Eu prefiro deixar nas suas mãos, senhor.
— Ótima resposta. - acariciou os cabelos platinados antes de os soltar. — De quatro. - ordenou e seu pedido foi acatado imediatamente. — Se eu ouvir algum som, não permitido, vindo de você, será ainda mais punido.
Com esse aviso, o moreno penetrou um vibrador na entrada alheia, devidamente lubrificado e já na velocidade máxima.
Kita precisou morder o lábio com força para se controlar.
— Escute, eu acho que é óbvio mas você não pode gemer, nem gozar, enquanto eu não te der autorização pra fazer isso. - disse arrumando as suas luvas e pegando o chicote. — Quantas você acha que merece? - perguntou deslizando o chicote pelo corpo alheio. — Responda.
— D-Dez.
— Só isso? - perguntou sorrindo sadicamente enquanto acertava o interior das coxas alheias. — Será que eu devo fazer você contar? Será que eu vou ser assim tão mau?
— Não, por favor. - pediu manhoso.
— Eu não mandei você falar nada. - grunhiu chicoteando a bunda alheia. — Serão quinze e você vai contar todas. Começando agora.
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— Q-quinze...! - grunhiu aliviado por finalmente ter acabado.
— Bom garoto. - disse se sentando na beira da cama enquanto observava o mais novo esparramado no chão, coberto de marcas do chicote. — Venha até mim e faça o que faz de melhor. - ordenou.
O platinado engatinhou, com certa dificuldade, até o meio das pernas do maior, baixou as calças alheias e começou a masturbar o imenso comprimento na sua frente.
— Será que você realmente precisa usar as suas mãos pra isso? Eu sei que você é capaz de muito melhor, amor. - foi uma ordem indireta para que Kita se esforçasse para satisfazer o marido apenas com a sua boca.
Não que ele fosse inexperiente nessa área ou algo do tipo.
Muito pelo contrário, os dois sabiam o quanto o platinado era bom naquele trabalho. Por isso Kita não hesitou em coloca as mãos para trás e, depois de lamber levemente o comprimento alheio, iniciar uma garganta profunda no marido.
— Hm... você é mesmo o melhor fazendo isso... - gemeu. — Por estar sendo tão bom garoto vou te dar uma recompensa. Você prefere que eu goze agora na sua boquinha ou enquanto eu estiver fodendo você? Responda.
— Enquanto estiver dentro de mim, senhor. - pediu manhoso enquanto lambia o comprimento alheio.
— Muito bem. — agarrou os cabelos platinados, forçando o outro a se levantar.
Aran retirou o vibrador da entrada do menor e o jogou na cama.
Também tudo a venda do rosto do marido, permitindo que algumas lágrimas presas se soltassem. Kita se apressou e as limpou rapidamente.
— Você sabe o quanto olhar para você assim me excita. - murmurou tirando a camisa. — Ver você coberto das minhas marcas, com lágrimas em seus olhos e ansioso pra que eu te deixe gozar. - continuou masturbando o menor. — Você acha que merece gozar essa noite? Responda.
— Sim! - implorou.
— E por que você acha isso? - aumentou a intensidade da masturbação.
— Eu fui um bom garoto essa noite, senhor! Eu prometo que nunca mais beijo alguém que não seja o meu senhor!
— Oh, eu sei. - disse retirando o anel peniano do outro. — Venha pra mim, amor.
Kita gozou como se sua vida dependesse disso.
Ele ficou tão extasiado que não conseguiu se levantar, seus olhos se fechando aos poucos.
— Durma, mas saiba que vai ficar me devendo uma.
Com esse comando, o menor apagou completamente.
Ele não se preocupou com a sujeira que fez porque sabia que seu marido cuidaria daquilo pra ele.
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𝗠𝗶𝗻𝗲 | 𝗦𝗮𝗸𝘂𝗔𝘁𝘀𝘂
FanficSakusa é o líder de uma gang que seu pai criou. Ele queria acertar as contas com um homem que o estava devendo então pediu para que seus homens sequestrassem o seu herdeiro. Mas o que aconteceria se trouxessem o gêmeo errado? ⚠️ A fanfic é Dark Rom...
