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"CUTE LITTLE FAMILY"
— Eu ainda acho que isso é uma má ideia, querida.
— Oh, não, Scott — eu murmurei enquanto balançava a cabeça em negação, sem acreditar por um segundo que ele ousaria começar com aquela merda novamente — Vamos ter um cachorrinho e é isso. Nem tente me convencer disso, você sabe que é péssimo em discutir comigo.
— Tudo bem. Mas isso não acabou.
— Tudo bem.
Rindo, deixei o homem carrancudo para trás e comecei a explorar a enorme casa, observando de perto as raças distintas de cães espalhados em pequenas cercas brancas. Este lugar em particular era uma fazenda no norte do estado, o que significa que tivemos que viajar por algumas horas para chegar lá, mas eu estava tão animada que nem me importei.
Desde criança, sempre gostei muito da companhia animal, escolhendo sempre estar entre eles em vez de estar com os humanos comuns. No entanto, devido ao trabalho dos meus pais, continuei me mudando de cidade em cidade, o que me proíbe de ter um animal de estimação próprio. Claro que isso me entristeceu profundamente, mas eu entendi as razões por trás disso e aprendi a lidar com as coisas.
Tudo mudou quando me mudei para uma pequena cidade chamada Beacon Hills. Meu pai começou a trabalhar na delegacia de polícia e minha mãe no hospital local, ambos em empregos firmes, permitindo assim que finalmente tenhamos um lugar para chamar o nosso. No entanto, não foi por isso que eu amei tanto. Foi lá que conheci as pessoas mais incríveis do mundo, meus amigos e um namorado super teimoso, que eu admirava até os ossos, apesar de seu aparente ódio por cães. Pode ser a competição, considerando que o garoto é um lobisomem alfa.
Ah, sim! Meu parceiro carinhoso, além de ser isso, também era uma criatura sobrenatural. O mais poderoso deles. E eu era sua companheira. É uma espécie de história complicada.
— Qual deles você gostou até agora? — Scott questionou, segurando meus ombros e me puxando em direção ao seu peito, inclinando-se para que ele pudesse beijar a dobra do meu pescoço, enviando calafrios por toda a minha espinha — Huh, amor?
— Pare com isso — ronronei para trás, olhos levemente encapuzados — Eu não quero arrancar suas roupas e montar você na frente de todos esses filhotes adoráveis.
— Se você continuar falando assim, sou eu quem vai rasgar as roupas.
Eu ri, saindo de seu abraço e capturando seu olhar cheio de pecado. O sorriso que enrolou seus lábios também não era exatamente puro. Urgh, eu ia matá-lo por fazer isso comigo em espaços públicos, especialmente quando ele sabia que eu estava prestes a entrar no meu período fértil.
— Você cheira tão bem... — a voz dele soou extremamente suave no meu ouvido, novamente errupindo uma série de arrepios. Eu simplesmente não pude resistir às sensações que o garoto de cabelo preto me deu — Porra, amor.