🐱Gênero: Fluff
🐱Shipp: Changbin X Minho
🐱Título: Doente
🐱Sinopse: Changbin só queria um encontro tranquilo, mas o destino — ou melhor, Minho — tinha outros planos. Depois de ser deixado no vácuo e enfrentar uma montanha-russa de emoções, nosso baixinho preocupado decide invadir o território do hyung e descobre que o motivo do "bolo" era mais preocupante do que irritante: febre alta, vômito e um Minho completamente indefeso.
Changbin estava sentado à mesa, sua perna balançando enquanto olhava ao redor do restaurante pela enésima vez, verificando o celular ansiosamente. Onde ele está? Ele colocou o celular de lado e olhou ao redor mais uma vez antes de chamar a garçonete que estava o atendendo.
— Gostaria da minha conta, por favor. — A mulher o olhou de forma estranha, já que ele havia pedido apenas uma bebida, mas entregou o recibo a ele. Após pagar, Changbin vestiu o casaco, verificou o celular novamente — sem mensagens — e o colocou no bolso. Ele seguiu para o carro e se jogou no assento, passando a mão pelos cabelos enquanto a outra colocava o cinto de segurança. Ele ficou sentado, debatendo se deveria ir para casa ou verificar como o outro estava, optando pela segunda alternativa.
Depois de uma viagem de vinte minutos, Changbin chegou ao complexo de apartamentos. Ele conferiu se ainda tinha as chaves reservas que lhe haviam sido dadas e entrou no prédio. Felizmente, o apartamento do mais velho ficava no primeiro andar, então Changbin só precisou caminhar até o final do corredor. Ele bateu na porta primeiro, depois a destrancou, entrando em um ambiente que parecia quieto demais.
— Hyung? Você está em casa? — Changbin fechou a porta silenciosamente e colocou os sapatos contra a parede, olhando ao redor. Ele caminhou pelo corredor até o quarto do mais velho, vendo a porta entreaberta. O quarto estava completamente escuro, com pouquíssima luz atravessando as cortinas fechadas. Changbin entrou cautelosamente no quarto, apertando os olhos para se ajustar à escuridão. Ele notou um volume sob as cobertas, suavizando sua expressão. — Amor? — Changbin se aproximou da cama e viu o mais velho enrolado em uma bola debaixo dos cobertores. Ele foi afastar o cabelo do rosto do outro, mas pausou quando sua mão tocou a testa dele, que estava ardendo.
O outro despertou, pois não era um sono pesado. Ele levantou os olhos sonolentos e sorriu suavemente ao ver o mais baixo.
— Oi, amor. — Ele se sentou, mas fez uma careta ao envolver a mão no estômago. — Desculpa por não aparecer. Comecei a me sentir mal e acabei dormindo sem querer. — Changbin sorriu e se sentou na beira da cama, sua mão pousando na coxa do outro.
— Você está doente, está tudo bem. Eu fiquei preocupado que algo tivesse acontecido, então vim aqui. — Ele se aproximou e puxou o mais alto para um abraço. — E ainda bem que vim, Min. — Minho sorriu fracamente enquanto se separavam. Seu estômago revirou, e ele sentiu o vomito subir na garganta. Minho tentou conter, mas falhou, cobrindo a boca com a mão enquanto começava a engasgar. Changbin agiu rapidamente, pegando a lixeira do outro lado do quarto e colocando-a na frente de Minho, que imediatamente abaixou a cabeça e vomitou tudo o que havia comido recentemente. Changbin afastou o cabelo de Minho e sentou ao lado dele, esfregando suas costas enquanto o outro segurava a lixeira com força.
Depois de alguns minutos, o pobre garoto estava apenas tossindo, mas continuava com ânsias. Chegou ao ponto em que lágrimas escorriam de seus olhos devido à sensação de queimação na garganta e às dores agudas no estômago. Changbin ficou ao seu lado o tempo todo, observando preocupado.
— Amor, tente respirar devagar.— Changbin sussurrou. Minho ouviu, tentando ao máximo se acalmar. Ele parou de vomitar, colocou a lixeira no chão e se encolheu no colo de Changbin, ainda chorando.
— Deixe-me pegar um remédio e um pouco de chá para você, tá bom? Fique aqui e se acalme. — Minho assentiu e se recostou na parede, esfregando o estômago. Changbin não perdeu tempo e colocou o chá para ferver, encontrando o remédio que parecia mais adequado. Assim que o chá ficou pronto, ele o despejou em um copo e levou para Minho, que agora estava deitado em posição fetal.
— Min, voltei.— Changbin sussurrou, sentando-se novamente na beira da cama. Minho se virou para ele e se sentou enquanto Changbin lhe entregava o comprimido e o copo. — Tome devagar, tá? — Minho assentiu e rapidamente engoliu o comprimido, bebendo metade do copo. Changbin riu e suspirou.
— Você...pode ficar aqui comigo? — Minho perguntou. Changbin sorriu para ele.
— Claro, amor. Quer que eu me deite com você e façamos uma sessão de filmes? — Minho corou, mas, felizmente, o mais novo não podia ver. Ele assentiu e apontou para o criado-mudo, onde estava o controle remoto da TV. Changbin pegou o controle e se acomodou na cama, movendo o copo para o lado. Minho imediatamente se aproximou, pressionando o corpo contra Changbin.
— Como você vai ver o filme se está colado no meu peito? — Changbin riu da fofura do outro.
— Vou ouvir...já é suficiente para mim. — Minho justificou, sua voz abafada. Changbin riu e envolveu o braço nas costas do outro, ligando a TV. Ele navegou por vários canais antes de colocar uma comédia romântica.
— Sério? Uma comédia romântica? — Minho riu.
— Sim. Curiosamente, essa é sobre uma mulher doente sendo cuidada pelo marido. — Minho ergueu a cabeça e encarou os olhos do mais baixo.
— Você está me chamando de mulher? — Changbin riu, e Minho se sentou para dar um tapa brincalhão no braço dele.
— Talvez, meu bebezão. — Minho fez uma careta com o apelido e bateu nele novamente, recebendo um empurrão em troca. Os dois começaram a se empurrar até Minho começar a ficar tonto de novo. Ele congelou no lugar, segurando a cabeça.
— Droga, estou me sentindo mal de novo. Tontaço. — Changbin assentiu e o deitou, desligando a TV.
— Vamos apenas dormir, tá? Quero meus abraços. — Minho riu enquanto Changbin o abraçava por trás, esfregando suavemente sua barriga. Minho se pressionou mais contra o outro, sorrindo contente ao sentir o remédio fazer efeito. Pouco depois, Changbin ouviu os suaves roncos do mais alto, o que o fez sorrir.
— Bons sonhos, meu bebezão.
VOCÊ ESTÁ LENDO
𝗦𝘁𝗿𝗮𝘆 𝗞𝗶𝗱𝘀 | 𝗢𝗻𝗲𝗦𝗵𝗼𝘁𝘀 | 𝗕𝘅𝗕
Fanfictie𝐎𝐍𝐄𝐒𝐇𝐎𝐓𝐒 | "Vá no seu próprio ritmo, não se apresse, não se compare." | Oneshots | Vários shipps | Livro 3 | | Não aceito adaptação |
