🐱MINCHAN

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🐱Gênero: ABO | Comédia Romântica | Príncipes

🐱Shipp: Chan X Minho

🐱Título: Como Domar um Príncipe Ômega

🐱Sinopse: Bang Chan, o príncipe alfa lúpus mais respeitado (e bonito, sejamos honestos) do Reino do Norte, só queria encontrar sua alma gêmea e cumprir a tal profecia. O que ele não esperava era que seu par destinado seria um ômega macho — e ainda por cima Lee Minho, o príncipe mais teimoso, afiado e mandão de todo o reino sulista.





A sala do trono estava silenciosa. Mas não era um silêncio respeitoso.

Era o tipo de silêncio que vinha antes de uma bomba explodir.

— Você quer que eu faça o quê? — Minho perguntou, uma sobrancelha arqueada com um ar quase debochado, o manto azul-escuro escorregando do ombro enquanto ele encarava o rei.

O rei, no caso, era o pai do tal príncipe Bang Chan, um alfa lúpus de linhagem nobre, sangue forte, e a fama de ser o mais respeitado — e desejado — herdeiro do Reino do Norte. Até abrir a boca.

— A profecia é clara, Minho. Os dois príncipes lúpus devem unir os reinos. — o conselheiro recitou, como se isso fosse suficiente pra convencer alguém.

— Profecia uma ova. Eu não sou uma boneca pra casar porque os céus disseram. E, ah, caso tenham esquecido: eu sou um ômega macho. Que diferença faz pra vocês?

Bang Chan, que estava calado até então, pigarreou, ajeitando a postura. Estava mais nervoso do que em qualquer batalha. Porque encarar inimigos era fácil.

Agora, encarar Lee Minho...isso era suicídio.

— Eu também fui pego de surpresa, okay? — ele começou, e a voz saiu mais gentil do que esperava. — Cresci a vida inteira ouvindo que teria uma companheira dócil, que me obedeceria, que...sei lá, bordaria o brasão da família e me serviria chá.

Minho bufou.

— Má notícia, docinho. Eu não bordo, e sirvo chá só pra quem merece.

Bang Chan riu. De verdade.

— Sabe...isso é meio engraçado. Porque eu nem quero alguém que me obedeça. Só quero alguém que esteja comigo por vontade. Não por decreto.

Minho cruzou os braços, olhando-o de cima a baixo. O alfa tinha um porte intimidador, era inegável. Mas havia algo nos olhos dele...uma calma, uma gentileza que Minho não esperava. E isso o deixava desconfortavelmente intrigado.

— E o que você faria se eu dissesse que não quero me unir a ninguém? Que gosto da minha cama sozinha, do meu espaço, da minha liberdade?

— Eu respeitaria. — Chan respondeu, sem hesitar.

Aquilo foi um baque.

— Tá brincando comigo?

— Não. Mas...posso tentar te conquistar, né?

Minho franziu o cenho.

— Você acabou de dizer que respeitaria.

— E eu vou respeitar. Só quero...merecer o seu chá.

Silêncio. De novo. Mas dessa vez, Minho mordeu o canto da boca pra não rir.

Os dias passaram. E o castelo virou um campo de guerra...emocional.

Bang Chan aparecia do nada com flores, mas nunca as oferecia — deixava discretamente na porta.

Minho fingia que não via, mas no fim do dia elas estavam sempre num jarro.

𝗦𝘁𝗿𝗮𝘆 𝗞𝗶𝗱𝘀 | 𝗢𝗻𝗲𝗦𝗵𝗼𝘁𝘀 | 𝗕𝘅𝗕Onde histórias criam vida. Descubra agora