Após a morte de seu pai, Rebecca Armstrong se tornou Rainha da Inglaterra e tem uma noiva fruto de um noivado que foi forçado por sua mãe. Certo dia, houve um caso de roubo no Palácio e metade dos 800 funcionários foram demitidos. Então Rebecca abri...
Comecei a estranhar toda aquela demora dela. Já era meia noite e ela ainda não havia voltado.
Liguei para ela algumas vezes mas todas as ligações foram perdidas. Por isso eu me vesti.
Saí do quarto e tentei perguntar para alguns funcionários onde ela estava é bem, eles me disseram.
Então eu fui em direção a garagem que era onde disseram que ela estava. Chegando lá, eu a vi sentada em um batente em frente a um carro que estava coberto.
— Rebecca... – Chamei e ela me olhou com aqueles olhos vermelhos.
— Eu falei que gostaria de ficar sozinha... – Grosseria de novo...
— Não seja grossa comigo...é que já são meia noite e você está aí desde as oito... – Me sentei ao lado dela. — O que é isso que você está olhando?
Ela se levantou e então tirou a lona de cima do carro e eu me deparei com um carro de corrida com a estampa da bandeira do Reino Unido.
— Esse é o carro dele? – Perguntei enquanto me levantava.
— Sim, e esse é o capacete. – Ela tirou o capacete de dentro do carro.
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— Eu mandei restaurar...mas ele ficou destruído no dia do acidente. – Ela falou e enxugou uma lágrima.
— Você sabe dirigir? – Perguntei.
— Ele me ensinou mas nunca deixou que eu corresse como ele. – Ela falou e eu a abracei fortemente.
— Vamos pro quarto comigo? – Falei e dei um beijo na bochecha dela. — Você já está aqui há muito tempo...
— Estou fedendo por acaso? – Ela perguntou brincando.
— Está quase fedendo...vamos tomar um banho. – Falei e enquanto saíamos da garagem ela me perguntou algo.
— Você vai me deixar dormir pelada? – Ela perguntou e eu comecei a rir.
— Qual é essa tara em dormir pelada? – Perguntei.
— Não sei, é muito melhor dormir pelada, você já experimentou? – Ela perguntou e eu ri mais ainda. — É sério, eu fico com roupas apertadas o dia todo, aí a noite eu posso dormir pelada, deixando ele respirar. – Ela apontou para baixo e eu revirei os olhos.
— Você ama falar dele, não é? – Perguntei.
— E você ama ele. – Ela falou e eu parei abrindo a boca incrédula enquanto ela andava na minha frente.
Assim que chegamos no quarto, eu me deitei na cama e esperei ela se deitar ao meu lado para dormir.
Dito e feito, ela se deitou ao meu lado pelada e pediu o cobertor e olha que essa época do ano é fria.
— Não sei como você consegue... – Falei.
— Consegue o que? – Ela perguntou.
— Dormir assim! Está muito frio... – Me encolhi e vi ela dar um sorriso e então ela me abraçou.