Pov Freen:
A doutora Waan me visitou esta manhã e disse que eu já poderia me levantar.
Rebecca pediu uma licença maternidade de quantos dias fosse necessário. Charlotte acabou se tornando a representante dela nesse tempo.
Eu dormi tão pesado que nem ouvi o bebê chorar de madrugada, acho que Rebecca resolveu tudo para mim de madrugada.
Quando acordei, ela estava deitada na cama com o nosso filho deitado no peito dela, conhecemos nosso filho há algumas horas e já dá pra ver que eles dormem iguais, ou seja, esparramados e com a boca aberta.
Me aproximei e deitei minha cabeça no ombro dela, fazendo um carinho em seu rosto.
— Bom dia... – Falei e então ela abriu os olhos lentamente e sorriu.
— Bom dia... – Ela respondeu e então eu dei um beijo em seus lábios.
— Bom dia meu príncipe... – Falei enquanto passava os dedos pelos cabelinhos dele.
Os cabelos ainda estavam com o resto de parto, estavam grudadinhos e ele estava de macacão azul.
Sabíamos que já era a hora do café da manhã dele e do nosso.
— Amor, ele chorou de madrugada? – Perguntei.
— Sim, mas eu peguei o leite que a gente tirou de você ontem. – Ela falou enquanto pegava ele para passar para mim.
Era fofo saber que ela ainda não sabia pegar direito em um bebê.
— Primeiro filho aos 21 anos, que loucura...é como se eu finalmente fosse adulta premium... – Ela falou e eu ri.
— Rainha aos 19 anos, esposa aos 20 e mãe aos 21! – Falei e ela riu.
— Você foi rainha aos 20, esposa aos 20 e mãe aos 21! – Ela falou e eu ri, era verdade.
Acho que fomos precoces demais em algumas fases da vida.
Uma vez me disseram que casar cedo demais poderia trazer consequências ruins ao nosso relacionamento.
E eu estou em um relacionamento no qual eu não posso me divorciar.
E nem pretendo. Casei com ela sabendo disso e não importa o que aconteça eu continuarei aqui sendo a esposa dela.
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O pequeno Arthur estava com aproximadamente um mês. Ele tomava banho de sol todos os dias com Rebecca, de manhã cedo ainda por cima, e depois ela dava um bom banho nele.
Eles estavam cada vez mais próximos, a cada dia que passava estavam mais próximos.
O que ligava eu e Arthur era basicamente meus peitos cheios de leite, que particularmente eu me sinto uma vaca leiteira.
E pensar que queriam me proibir de amamentar meu filho. Basicamente, eles dizem que a amamentação é como um anticoncepcional, ela cessa o fluxo menstrual, assim, me proibindo de conceber herdeiros para a família imperial.
Obviamente foi minha sogra que sugeriu isso.
Nunca vi uma mulher querendo ser mais tradicional do que ela.
Ela queria deixar meu filho com os serviçais do palácio, assim ele não criaria laços tão fortes comigo e quando precisasse ir para Eton não iria chorar desesperado.
Quando ele fizer 11 anos irá ficar em uma espécie de isolamento, como diz Charlotte: Para ele sair de baixo da minha saia e cortarmos o cordão umbilical.
E então teríamos que voar separados. Eu em um avião, Rebecca em outro e Arthur em outro.
Caso um deles sofra um acidente, a linhagem será salva, pois, eu posso estar carregando um herdeiro, Rebecca pode conceber os herdeiros em outra mulher (só de pensar me dá nojo) caso algo aconteça comigo e Arthur estará a salvo com toda a linhagem.
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𝐴 𝑅𝑎𝑖𝑛ℎ𝑎 𝑞𝑢𝑒 𝑚𝑒 𝑎𝑚𝑎𝑣𝑎 - 𝐹𝑟𝑒𝑒𝑛𝐵𝑒𝑐𝑘𝑦 ⁽ᴳ!ᵖ⁾
FanfictionApós a morte de seu pai, Rebecca Armstrong se tornou Rainha da Inglaterra e tem uma noiva fruto de um noivado que foi forçado por sua mãe. Certo dia, houve um caso de roubo no Palácio e metade dos 800 funcionários foram demitidos. Então Rebecca abri...
