RENATO AUGUSTO
Não sei o porquê da Ana tá agindo dessa maneira, mas segundo ela eu teria sido infiel a ela, então vou esperar a festa terminar e irei conversar com ela, por mais que eu saiba que eu não a trair.
Eu irei deixar ela ir para o apartamento, mas eu não vou ficar aqui nessa casa sozinho, eu irei junto com ela, mas claro que essa parte ela não sabe.
Saiu dos meus pensamentos com a Elizabeth nós chamando, pego na mão de Ana e vou guiando-a até a mesa decorada para descobrimos o sexo do nosso neném, por, mais que eu saiba que é um menino.
-Não vem se encostando em mim Renato.
Ana fala comigo é eu finjo que não ouvir, continuo grudado nela. Se ela está achando que vai se livrar de mim tão facilmente, está muito enganada se acha que isso vai acontecer.
Vejo a amiga doida dela vim para perto com três balões na mão, olho parava Ana e vejo que ela se encontra bastante feliz.
A Alice entrega um alfinete para Eliza.
-Vai Eliza, estoura o balão para descobri se é um menino ou uma menina.
Eliza pega o alfinete na maior empolgação, eu puxo a Ana mais para mim e vejo quando Paola fecha a cara.
Será que ela tem alguma coisa a ver com essa história de traição da Ana?
Essa mulher já causou muitos estragos na minha relação com a Ana, se ela tiver algumas coisa haver, pode ter certeza de que eu irei fazer o que deveria ter feito a muito tempo, botar ela no olho da rua.
Veja a Eliza crescer o bico dela e já vem resmungando.
-Mamãe, papai? a tia Alice me enganou.
Eu começo a ri e pego ela em meus braços.
-A sua tia Alice é uma doida.
Eu falo rindo e a Ana vem falar com a filha birrenta dela.
-Meu amor, a tia Alice só fez uma brincadeira para ficar mais divertido.
-Tá bom mamãe, mas eu quero saber logo se meu irmãozinho é um menino, e a tia Alice fica rindo de mim.
Ana olha para a Alice repreendendo-a e a Alice para de ri na hora.
Elizabeth já vai querendo se jogar para a mãe e eu seguro ela.
-Filha, sua mãe não pode pegar peso.
Ela balança a cabeça e fica em meus braços.
-Vem pirralha, agora você vai descobrir o sexo do neném de verdade.
Ela fala e Eliza sai correndo dos meus braços, nem parece que foi enganada agora a pouco. Dou risada dos meus pensamentos e agarro a Ana de lado.
-Papai, eu vou abrir, tá bom.
Elizabeth fala segurando a tampa de uma caixa de presente enorme que tem no meio da decoração.
-Incrível como ela pede sua permissão para tudo.
Ana fala e eu dou risada.
-Abre filha.
Eu digo sorrindo para ela, todos começam a contar até três.
1......
2....
3....
Elizabeth abre e os balões na cor azul, sai flutuando.
Abraço minha mulher que começa a chorar.
-Nosso garotão está a caminho, meu amor.
-Que ele seja forte e corajoso como você.
Ana fala com a cabeça no meu pescoço.
-Que herde a sua beleza e a sua sabedoria.
Eu falo a Ana e sinto a Elizabeth agarrada nas minhas pernas e na da minha esposa.
-Vem cá meu pacotinho.
Eu falo pegando a Elizabeth no colo e a enchendo de beijos.
-Agora que já sabe que é um menino, qual nome você quer filha?
Ana pergunta a Elizabeth que fica a olhando com um olhar travesso.
-Eu quero que o nome do meu irmão seja Eros.
Ana me olha surpresa pelo nome que nossa filha escolheu.
-Que nome lindo filha, onde você viu esse nome?
Estamos em momento íntimo de família, mas em público. Mas parece que tem apenas nos três aqui dentro desse salão.
-Eu pedi para a vovó me ajudar a procurar nomes, mas eu não falei a ela qual nome eu tinha escolhido, eu quis falar a vocês dois primeiro.
Ana dá um beijo longo na bochecha da nossa filha, e eu fico ali, querendo que esse momento dure toda a eternidade.
-Qual o nome do meu afilhado?
Ouço Alice perguntar, perguntar não, gritar. Essa mulher só sabe viver gritando
-Diz para os convidados, meu amor. o nome do seu irmão
Elizabeth dá um sorriso para Ana e grita o nome do irmão.
-Eros, é o nome do meu irmão.
Todos gritam e celebram por meu filho ser um rapaz.
-Vem Ana, chega de ficar em pé, vem sentar-se um pouco.
Ela trava no lugar.
-Eu ainda vou embora hoje.
-Mas não vai mesmo, se quiser ir amanhã, tudo bem. Mas hoje você não vai.
-Renato, nos terminamos. Você não manda mais em mim.
-Terminamos uma porra Ana Clara, no máximo você vai para outra casa, mas não fica muito animadinha com isso não. Em menos de um dia eu vou atrás de você.
-Você é muito possesivo, eu quero divórcio.
Eu a abraço e poso minha mão na bunda dela.
-Sonhe, você é minha. Completamente minha, não me venha com essa conversa de terminar.
-Afff, me solta Augusto, estou me estressando com você.
-Vamos sentar-nos, mulher da minha vida, sou completamente apaixonado por você.
-Eu vou, mas porque eu quero, não encosta em mim!!!!
Ela se afasta de mim com tudo e vai se sentar na cadeira que está nossa família.
eu me sento ao lado dela e boto as pernas dela em cima de mim.
Ela tenta tirar, mas eu não deixo e me aproximo do rosto dela.
-Ainda temos uma conversa pendente, não ache que eu esqueci. Antes de irmos dormir, iremos conversar, e pode apostar que você vai me falar toda a verdade.
Ela me olha brava.
-Mamãe, eu quero meu tete.
Elizabeth vem coçando os olhos, já mostrando sinais claros de sono.
-Vem aqui com a mamãe, minha neném lindo.
Ela já vai procurando o peito de Ana e eu tiro logo a camisa e jogo no peito dela.
Ela revira os olhos e eu faço cara de bravo.
-Deixa para revirar os olhos, mas tarde na nossa cama.
Eu digo e dou um beijo na boca dela
Eu olho e vejo que Elizabeth já está quase dormindo.
-Quando ela dormiu, você vai levar ela no quarto dela.
-Certo, minha vida.
Eu beijo a cabeça dela e ela fecha os olhos.
Eu vejo que nossa filha já estar dormindo e pego ela no meu colo e dou um beijo nela.
-Não é para subir sozinha Ana, me espera voltar....
ATÉ A PRÓXIMA...
VOLTEEEIII MEUS AMORES.
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A BABÁ
FanfictionAna Clara vem de uma família humilde que a deixou ainda jovem. Desempregada passando por uma situação complicada ,Ana ver a oportunidade em suas mãos após ver uma vaga para ser babá onde paga bem, a única coisa que a desanima é que não tem capacitaç...
