A BABÁ CAPÍTULO-67

1.4K 64 18
                                        

RENATO AUGUSTO

Não sei o porquê da Ana tá agindo dessa maneira, mas segundo ela eu teria sido infiel a ela, então vou esperar a festa terminar e irei conversar com ela, por mais que eu saiba que eu não a trair.

Eu irei deixar ela ir para o apartamento, mas eu não vou ficar aqui nessa casa sozinho, eu irei junto com ela, mas claro que essa parte ela não sabe.

Saiu dos meus pensamentos com a Elizabeth nós chamando, pego na mão de Ana e vou guiando-a até a mesa decorada para descobrimos o sexo do nosso neném, por, mais que eu saiba que é um menino.

-Não vem se encostando em mim Renato.

Ana fala comigo é eu finjo que não ouvir, continuo grudado nela. Se ela está achando que vai se livrar de mim tão facilmente, está muito enganada se acha que isso vai acontecer.

Vejo a amiga doida dela vim para perto com três balões na mão, olho parava Ana e vejo que ela se encontra bastante feliz.

A Alice entrega um alfinete para Eliza.

-Vai Eliza, estoura o balão para descobri se é um menino ou uma menina.

Eliza pega o alfinete na maior empolgação, eu puxo a Ana mais para mim e vejo quando Paola fecha a cara.

Será que ela tem alguma coisa a ver com essa história de traição da Ana?

Essa mulher já causou muitos estragos na minha relação com a Ana, se ela tiver algumas coisa haver, pode ter certeza de que eu irei fazer o que deveria ter feito a muito tempo, botar ela no olho da rua.

Veja a Eliza crescer o bico dela e já vem resmungando.

-Mamãe, papai? a tia Alice me enganou.

Eu começo a ri e pego ela em meus braços.

-A sua tia Alice é uma doida.

Eu falo rindo e a Ana vem falar com a filha birrenta dela.

-Meu amor, a tia Alice só fez uma brincadeira para ficar mais divertido.

-Tá bom mamãe, mas eu quero saber logo se meu irmãozinho é um menino, e a tia Alice fica rindo de mim.

Ana olha para a Alice repreendendo-a e a Alice para de ri na hora.

Elizabeth já vai querendo se jogar para a mãe e eu seguro ela.

-Filha, sua mãe não pode pegar peso.

Ela balança a cabeça e fica em meus braços.

-Vem pirralha, agora você vai descobrir o sexo do neném de verdade.

Ela fala e Eliza sai correndo dos meus braços, nem parece que foi enganada agora a pouco. Dou risada dos meus pensamentos e agarro a Ana de lado.

-Papai, eu vou abrir, tá bom.

Elizabeth fala segurando a tampa de uma caixa de presente enorme que tem no meio da decoração.

-Incrível como ela pede sua permissão para tudo.

Ana fala e eu dou risada.

-Abre filha.

Eu digo sorrindo para ela, todos começam a contar até três.

1......

2....

3....

Elizabeth abre e os balões na cor azul, sai flutuando.

Abraço minha mulher que começa a chorar.

-Nosso garotão está a caminho, meu amor.

-Que ele seja forte e corajoso como você.

Ana fala com a cabeça no meu pescoço.

-Que herde a sua beleza e a sua sabedoria.

Eu falo a Ana e sinto a Elizabeth agarrada nas minhas pernas e na da minha esposa.

-Vem cá meu pacotinho.

Eu falo pegando a Elizabeth no colo e a enchendo de beijos.

-Agora que já sabe que é um menino, qual nome você quer filha?

Ana pergunta a Elizabeth que fica a olhando com um olhar travesso.

-Eu quero que o nome do meu irmão seja Eros.

Ana me olha surpresa pelo nome que nossa filha escolheu.

-Que nome lindo filha, onde você viu esse nome?

Estamos em momento íntimo de família, mas em público. Mas parece que tem apenas nos três aqui dentro desse salão.

-Eu pedi para a vovó me ajudar a procurar nomes, mas eu não falei a ela qual nome eu tinha escolhido, eu quis falar a vocês dois primeiro.

Ana dá um beijo longo na bochecha da nossa filha, e eu fico ali, querendo que esse momento dure toda a eternidade.

-Qual o nome do meu afilhado?

Ouço Alice perguntar, perguntar não, gritar. Essa mulher só sabe viver gritando

-Diz para os convidados, meu amor. o nome do seu irmão

Elizabeth dá um sorriso para Ana e grita o nome do irmão.

-Eros, é o nome do meu irmão.

Todos gritam e celebram por meu filho ser um rapaz.

-Vem Ana, chega de ficar em pé, vem sentar-se um pouco.

Ela trava no lugar.

-Eu ainda vou embora hoje.

-Mas não vai mesmo, se quiser ir amanhã, tudo bem. Mas hoje você não vai.

-Renato, nos terminamos. Você não manda mais em mim.

-Terminamos uma porra Ana Clara, no máximo você vai para outra casa, mas não fica muito animadinha com isso não. Em menos de um dia eu vou atrás de você.

-Você é muito possesivo, eu quero divórcio.

Eu a abraço e poso minha mão na bunda dela.

-Sonhe, você é minha. Completamente minha, não me venha com essa conversa de terminar.

-Afff, me solta Augusto, estou me estressando com você.

-Vamos sentar-nos, mulher da minha vida, sou completamente apaixonado por você.

-Eu vou, mas porque eu quero, não encosta em mim!!!!

Ela se afasta de mim com tudo e vai se sentar na cadeira que está nossa família.

eu me sento ao lado dela e boto as pernas dela em cima de mim.

Ela tenta tirar, mas eu não deixo e me aproximo do rosto dela.

-Ainda temos uma conversa pendente, não ache que eu esqueci. Antes de irmos dormir, iremos conversar, e pode apostar que você vai me falar toda a verdade.

Ela me olha brava.

-Mamãe, eu quero meu tete.

Elizabeth vem coçando os olhos, já mostrando sinais claros de sono.

-Vem aqui com a mamãe, minha neném lindo.

Ela já vai procurando o peito de Ana e eu tiro logo a camisa e jogo no peito dela.

Ela revira os olhos e eu faço cara de bravo.

-Deixa para revirar os olhos, mas tarde na nossa cama.

Eu digo e dou um beijo na boca dela

Eu olho e vejo que Elizabeth já está quase dormindo.

-Quando ela dormiu, você vai levar ela no quarto dela.

-Certo, minha vida.

Eu beijo a cabeça dela e ela fecha os olhos.

Eu vejo que nossa filha já estar dormindo e pego ela no meu colo e dou um beijo nela.

-Não é para subir sozinha Ana, me espera voltar....


ATÉ A PRÓXIMA...


VOLTEEEIII MEUS AMORES.

A BABÁOnde histórias criam vida. Descubra agora