Ana Clara vem de uma família humilde que a deixou ainda jovem. Desempregada passando por uma situação complicada ,Ana ver a oportunidade em suas mãos após ver uma vaga para ser babá onde paga bem, a única coisa que a desanima é que não tem capacitaç...
Hoje irá ser o chá revelação, o Renato odiou a ideia, mas aceitou fazer para me agradar.
E por falar nele, ele está completamente carinhoso, ele e a minha filha.
Decidimos que se for uma menina se chamará Ana Emília e se for menino a Elizabeth quem irá escolher.
O Renato também está superprotetor, eu não posso nem descer as escadas. Ontem que estava super na correria de um lado para o outro caminhando rápido e quase cair.
Depois disso ele nem se quer deixar eu levantar da cama e sempre fica chamando minha atenção, que nem ele está fazendo agora.
-Ana Clara, você só irá levantar dessa cama quando for para se arrumar para descobri o sexo do nosso filho, até lá, você não se levanta dessa cama.
-Renato você não manda em mim, não vem querer me estressar não.
-Eu não mando em você, mas não vou deixar você se machucar. Você só quer andar correndo, não vai levantar e ponto final.
Ele diz saindo do quarto é assim que ele dá as costas eu me levanto com um pouco de dificuldade e calço minhas pantufas.
Quando eu abro a porta que estou quase descendo o primeiro degrau da escada eu ouço ele me chamar.
-Ana Clara, eu não posso nem ir pegar o notebook para ficar perto de você. Volta para o quarto.
Eu viro para ele como uma criança birrenta e cruzo os braços.
-Eu não vou Renato Augusto.
-Há, você não vem?
Ele pergunta cruzando levantando a sobrancelha e com o notebook nas mãos.
-Não, eu não vou.
-Ok então.
Ele diz e entra no nosso quarto.
Quando eu volto a descer eu sinto alguém me pegando nos braços e me levantando.
-Renato, para.
Ele continua a andar para o quarto e já começa a reclamar.
-Para nada, até a Elizabeth está obedecendo mais que você.
Ele diz isso e eu decido provocar ele um pouco.
Ele me bota sentada na cama e eu abro a boca para falar.
-Mais uma vez você falou que fora do sexo quem mandava era eu, dentro do sexo quem mandava era você. Você quer mandar agora?
-Não Ana, sem sexo até nosso neném nascer, lembra o que a médica falou? Para fazer mesmo esforço e sexo.
Na última consulta a médica pediu menos esforço ainda.
E dês de então o Renato não me toca.
O Renato começa a mexer no notebook dele e eu fico deitada vendo Tv, até que eu sinto uma sede enorme.
-Renato, vai pegar água para mim.
Eu peço e ele logo vai levar a água.
Eu vejo que chega uma mensagem no celular dele que está em cima da cômoda e eu decido olhar, sou muito curiosa.
MENSAGEM ON.
Paola: Sei que você gostou bastante da nossa noite de ontem, e eu espero poder repeti-la. A idiota da sua mulher nunca irá desconfiar de nada, afinal ela está gorda e indisposta por está carregando esse aperreação. Eu sempre estarei a sua disposição, inclusive para o sexo. Porque depois que a sua mulherzinha tiver neném, nem ira-te dá a atenção que você merece. Ela já não dá só estando grávida, imagine quando nascer.
MENSAGEM OFF.
Ler aquela mensagem me destruiu totalmente. As lágrimas descem descontroladamente pelos meus olhos.
Boto o celular no lugar e vou correndo para o banheiro e fecho a porta.
Não sei se deveria me divorciar do Renato, o que eu irei falar para os meus filhos? Que o pai deles é um sem caráter e me traiu?
Eu não sei o que fazer. Eu agradeço a Elizabeth não está aqui, ela só irá chegar na hora da festa junta a minha sogra ou ex-sogra.
Irei usar essa festa para pensar no que eu vou fazer, mas uma coisa é certa, não irei conseguir permitir que o Renato me toque.
-Querida? Onde você está?
Eu ouço a voz dele e decido tomar um banho.
Ele bate na porta no banheiro e tenta abrir mais está fechada.
-Eu estou tomando banho, está muito calor.
Fiquei ali por 30 minutos e depois sai do quarto indo direto para o closet me arrumar.
Término de me arrumar e o Renato já não estava mais no quarto, e eu agradeço por isso.
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Decidi usar esse vestido, eu e o Renato tinha combinado usar um neutro, mas tudo bem. Também tínhamos combinado amor eterno e ele não fez isso.
Estou indo caminhando para o salão o jardim onde está acontecendo a festa e vejo minha filha vim correndo.
-Mamãe, você tá linda.
Elizabeth fala chamando a atenção de todos, inclusive do pai dela.
-Obrigada minha filha, você também está linda.
Eu falo e vejo que ele está vindo em nossa direção. Quando ele está chegando próximo eu viro e vou para o outro lado da festa, comprimento algumas pessoas e fico com a Alice.
-Amiga, o que aconteceu que você está assim?
Eu olho para ela e procuro Renato com os olhos que estava com algumas pessoas da empresa dele, inclusive com a Paola. Quando encarei o Renato, ele já estava em olhando.
-O Renato está me traindo com a secretária dele.
Ela me olha seria e assustada.
-Oque? Você tem certeza disso?
Ela pergunta é eu confirmo.
-Eu vi com os meus próprios olhos amiga, estou penando em pedir o divórcio.
Eu digo é ela me olha incrédula, logo vejo meu pinguinho de gente no meu pé.
-Mamãe, por que está chorando? Eu vou chamar o meu papai.
E logo ela sai correndo.
-Amiga, conversa com ele, pode ter sido um mal-entendido.
-Não amiga, eu sei o que eu vi.
Olho para ele que estava me olhando tentando entender e logo levanta para vim até mim.
-Vamos comigo amiga, por favor.
Eu me levanto e vou correndo para o banheiro.
E lá, trancando com a minha amiga eu me permito chorar e conversa sobre tudo com ela, até que escutamos pesadas na porta.