A BABÁ- CAPITULO 59

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ANA CLARA

Estamos prontos para ir à lua de mel, mas como eu estou grávida decidir ir ao banheiro antes.

Quando eu estou saindo acabo escutando uma conversa, de duas mulheres.

-Não sei como ele se casou com ela, com certeza ela deu o golpe da barriga nele. Não tem outras explicações.

-Eu também acho, ele não tem tão mal gosto assim.

Eu paro um pouco e me vejo no espelho, vejo minha barriga aparecendo, dando um sinal que tem um bebê ali.

Eu aliso o meu filho e sinto as lágrimas caírem do meu rosto.

-Independente de tudo, eu sempre irei lhe amar meu amor, você é a sua irmã.

Eu digo isso é aliso minha barriga.

Vejo meu celular toca em cima da pia e vejo ser o meu marido.

Não sei se devo conversa com ele sobre o que acabou de acontecer, o Renato não tem muita paciência, capaz dele querer agredir essas mulheres.

Eu lavo o rosto e saiu do banheiro, olhando bem para as duas que ainda estavam falando sobre meu casório.

-O porquê o meu marido casou comigo, não desrespeita a nenhuma de vocês duas. Vocês não passam de duas mal-amadas que queriam estar no meu lugar, eu no lugar de vocês teria vergonha por estar cobiçando o meu marido e por perder tempo falando de mim. Dessa fez irei deixar passar, mas da próxima, vocês podem se preparar. E outra, lavem a boca quando for falar dos meus filhos.

Falei isso é antes mesmo que elas me desse uma resposta eu fui embora. Eu estou grávida, não vou ficar passando por esse tipo de situação, muito menos aceitando.

Vejo meu marido andando de um lado para o outro e eu chego tocando em seu ombro, vendo-o me agarra e cheira meu pescoço. Logo em seguida escuto a mãe dele falando.

-Tá vendo que ela não lhe abandonou meu filho.

Quando eu ouço minha sogra falar isso eu começo a ri e sussurro no ouvido do meu marido.

-Achou mesmo que eu iria perder uma noite como está?

Falo e mordo o lóbulo da orelha dele.

-Eu acho bom você está bem relaxada e descansada, hoje eu só paro de te fuder quando eu saciar o meu desejo por você, e eu acredito que isso durará a noite e a madrugada toda. E quem sabe pela manhã eu lhe dê um descanso para voltar a te comer a noite.

Ele fala isso é eu engulo em seco. Esse homem não tem vergonha nenhuma.

-Vamos nos despedir da nossa filha.

Eu digo é vejo o sorriso de lado dele, ele sabe que me deixou completamente com tesão.

-Por favor, querida.

Ele fala e me dá espaço para passar.

-Filha, a mamãe e o papai já vão. No começo do mês estamos aqui novamente.

-Traz presente para mim, tá mamãe?

Eu olho para ela e dou risadas.

-Tudo bem filha.

Eu sigo com Renato até o carro que está lós levando para o aeroporto.

-Para onde iremos Renato?

Ele me olha e aperta minha cintura.

-Surpresa.

Eu reviso os olhos e sinto um tapa na minha bunda.

-Só revira os olhos para mim quando o meu pau estiver dentro de você.

Estou vendo que hoje não irei dormir. Assim que ele iria abrir a porta do carro eu decido provocá-lo.

-Sabe Renato, você as vezes é tão chato que eu penso em se sentar em outro pau.

Digo é vejo ele vira rapidamente segurando em meu cabelo com uma certa pressão.

-É Ana? Então vai, tenta sentar-se em outro que tu ver se eu não destruo a vida dele, tu és minha. E o único homem que você sentou e irá sentar sou eu, você é aparte do momento que eu pós meus olhos em você. E já que você está querendo tanto se sentar em outro pau, hoje você irá ver o que está perdendo. Prepare-se.

Ele diz e eu dou uma risada mordendo os lábios.

Confesso que algumas palavras que ele usou eu não gostei muito, talvez eu não deveria ter digo aquilo, foi um pouco pesado.

Entramos no carro e a todo momento o Renato estava calado. Eu botei minha mão em sua perna e ele não fez nada, nem tirou minha mão dali e nem fez carinho como sempre faz.

-Falta muito para chegar amor?

Eu perguntei e ele apenas balançou a cabeça, ali eu vi que eu estou ferrada, ele não quer nem olhar na minha cara.

Chegamos no aeroporto e eu nem esperei por ele abri a porta é muito menos ele pegar em minha mão para me levar até o helicóptero. Eu sabia que ele não iria fazer isso.

Entramos e eu jogo vi a aeromoça se jogando para cima dele, mas não posso falar nada. Fiquei sentada alisando minha barriga, esperando a decolagem e vendo uma rapariga dando em cima do meu marido.

Mas se ela está lá, é porque ele está dando liberdade.

Ele veio sentar e logo depois ela veio com os peitos quase de fora e com um copo de whisky.

-Mas alguma coisa senhora?

-Não querida, obrigado.

-Tudo bem, irei sentar-me para iniciar a decolagem.

-Pode sentar-se aqui mesmo ao meu lado.

Quando ele a trata daquela forma, eu sinto uma vontade enorme de chorar. Apenas boto os fones de ouvido e abaixo a cabeça alisando minha barriga.

O piloto deu início a decolagem e logo já estávamos liberados para transitar pelo helicóptero.

Eu me levanto rapidamente, pego minhas coisas e vou para o quarto me trancando lá.

Ali eu me permito chorar, eu acabei estragando o que era para ser uma viagem dos sonhos.

Fico ali sozinha com meu filho (a), até que eu ouço batidas na porta, mas decidi ignorar. Logo escuto uma voz.

-Ana Clara, venha sentar-se. Já iremos pousar.

Ele diz isso é eu lavo o rosto e saiu do quarto.

Vejo que a mulher ainda está se senta lá, mas agora no lugar que eu estava.

Eu vou diretamente para o lugar onde seria para ela ficar e me sento lá.

Assim que pousamos, eu vejo que estamos no Brasil.

Enfim, olá novamente Brasil, espero que dessa vez eu não sofra novamente aqui......

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ATÉ A PRÓXIMA MEUS AMORES. 

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