A BABÁ- CAPÍTULO 64

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RENATO AUGUSTO.

De Ontem à noite quando sair para jantar com a Ana, fiquei muito irritado por ela se comparar com outras mulheres, que nem mesmo chegam aos pés dela.

Olho Ana deitada em meu peito completamente nua e com o barrigão de lado. Quanto mais a barriga dela cresce, mas desconfortável ela fica deitada em meu peito.

Ontem fizemos amor a noite toda, só paramos quando estavas saciados pela vontade.

Ainda é madrugada e eu estou aqui, admirando Ana Clara dormindo em meu peito, quem ver ela com essa cara de anjinho aqui, nem imagina o quanto ela é bruta quando não fazem o que ela quer.

Voltamos para casa em dois dias, a Ana antes de dormi está reclamando de saudades da Elizabeth. E eu também já estou com saudades da minha menininha.

Viro a Ana de lado cuidadosamente e formo uma conchinha, fazendo de Ana a conchinha menor.

-Amo muito vocês, vou grato pela família que estamos criando e por criar a Elizabeth como se fosse sua.

Dito isso beijo seu pescoço e Ana se aconchega mais em mim.

Acabo pegando no sono logo em seguida.

☀️NA MANHÃ DAQUELE DIA☀️

Acordo e não sinto a Ana mais em meus braços, abro os olhos e procuro por ela.

Escuto o som do chuveiro e me levanto, completamente nu, do mesmo jeito que dormi.

Ana estava alisando a barriga embaixo do chuveiro, chego por trás dela e a abraço.

-Bom dia, minha rainha.

Ela vira me dando um beijo.

-Bom dia, meu rei.

Dou um selinho nela e pegou o sabão passando em sua barriga.

Dou banho na minha mulher e logo e logo ficamos de chamego no banheiro, mas nada muito além.

-Estou com saudades de nossa filha, quero ir para casa.

Eu abraço ela é dou um beijo.

-Quer voltar hoje? Chegamos lá amanhã de madrugada.

Ela se aconchega mais em mim e balança a cabeça positivamente.

-Vamos arrumar nossas coisas então.

Saímos do banheiro e eu a enxugo, quando chega na barriga dela eu enxugo também é peço para ela se deitar na cama.

-Amor, deita-se na cama.

Ela se deita sem questionar, eu me sento do lado da barriga dela e começo a conversa com o neném. Logo em seguida eu sinto algo se mexendo e logo bastante curioso para a Ana.

-Você sentiu isso amor? Ele está mexendo para mim.

Eu digo com o maior sorriso do mundo.

-Estou sentindo sim meu bem, mas vamos logo, estou com saudades da minha filha.

Ela diz e eu ajudo-a a levantar.

-Você quer usar um vestido com calcinha, ou sem?

Eu pergunto com o olhar mais safado possível.

Ela me olha incrédula.

-Meu marido é um safado sem vergonha.

Ela fala e eu dou risada das palavras dela.

Puxo ela pela cintura e dou um beijo nela. Ela se deita em meu peito ainda em pé e nua, ficamos naquele momento de carinho por um bom tempo, até que ela quebra o silêncio.

-Eu não quero usar calcinha, fica me apertando, a cada dia que se passa eu me sinto mais inchada.

Ela diz e me olha com os olhos já lacrimejando. A cada dia que se passa Ana fica mais sensível.

-Para com isso Ana Clara, você está mais linda que nunca, quando vezes vou ter que dizer isso? A cada dia que se passa você fica extremamente perfeita, se antes você já era gostosa imagina agora, com os quadris mais largos e os peitos enormes. Não vejo a hoje de chegar na nossa cama e passar a noite toda mamando nos seus peitos, ou dormindo em cima da sua bunda enorme, que com a gravidez parece ter aumentado.

Olho para ela e ela já está chorando horrores.

-Não chora meu amor, por favor.

Eu imploro para que Ana não chore, ela abraça minha cintura e me aperta com tudo.

Logo vejo meu celular tocando em cima da cama e pego sem me soltar dela.

-alô?

Era o piloto do nosso jatinho

-Senhor já está tudo pronto, apenas esperando pelo senhor e pela senhora Safra.

-Ok obrigado, já estamos a caminho!

Desligo a ligação e olho para minha mulher.

-Senta-se na cama que eu vou pegar um vestido para você.

Ela me solta não gostando muito da ideia, e já começa a resmungar, mas não entendo o que ela está falando.

-Está reclamando de que senhora Safra?

Eu pergunto a ela voltando com o vestido em minhas mãos.

-De nada.

Ela diz já com um bico enorme nos lábios.

Eu dou risada e pego na mão dela para vesti-la.

-Tá com medo de falar na minha cara?

Eu digo para provocá-la, e ela me olha com sua melhor cara de deboche.

-Medo? De você? Acho que as vezes você esquece que quem manda em você sou eu.

Eu dou risada e acesso com a cabeça positivamente.

-Você está certa senhora Safra, só não esqueça que você manda em mim fora do nosso quarto. Dentro dele você só recebe ordem e as cumpre caladinha. Você sabe disso, certo?

Ela a vejo ficando vermelha e engolindo em seco.

-Para com isso Renato Augusto,
Você não começa com suas graças.

Término de abaixar o vestido dela, é um vestido solto, mas que marca muito bem sua barriga.

Subo a mão pela buceta dela e vejo a quão molhada está.

-Vejo que você gosta de ser minha cadelinha entre quatro
Paredes minha vida.

Eu digo tirando o meu dedo molhado de dentro dela e levando até a boca olhando nos olhos dela.

-Mal vejo a hora de chegar no jatinho para te chupar do jeito que eu quero, mas vamos adiantar que eu quero chegar logo.

Me afasto dela e vejo a cara de irritada dela pelo meu afastamento.

-O que foi, minha princesa?

Eu pergunto rindo.

-Renato Augusto, me escuta bem. Você tá de castigo, não vai tocar em mim por dois dias.

Ela diz isso é eu chego perto bem pertinho dela.

-Vamos ver se eu não irei, você é minha e não pode me proibir de tocar no que é meu.

Ela revira os olhos e diz.

-Você é muito possessivo, já avisei que está proibido de me tocar, e ouse me desobedecer!

Ela fez e sai caminhando na minha frente me deixando com cara de tacho.

Ela para perto da porta e olha para trás com as duas mãos em cima da barriga.

-Ah, traga minhas malas, estou muito exausta para pegar peso.

Ela abre a porta e sai, eu dou um sorriso de lado o vejo quanto eu sou rico na vida, e nem estou falando de dinheiro.





VOLTEEEII, ME PERDOEM PELO DESAPARECIMENTO. ERREI FUI MOLECA. 

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