Pensamentos

26 3 0
                                        

Bem, o show dos meninos foi um arraso. Todas as fãs gritavam o nome deles, tiravam fotos, algumas até tentaram subir no palco mas não conseguiram.

Depois do show, nós resolvemos ir em uma balada, já que nunca fomos em uma festa por aqui.

— você tem certeza que isso que a gente vai pode ser chamado de balada, Georg? — Gustav perguntando coçando a nuca.

— Aqui não chamam de balada, chamam de rolê, cabaré...Aqui não tem tanta balada, tem bastante boteco ou cabaré mesmo — Meu irmão diz com cara de safado.

— Georg Listing, se tiver mulher pelada lá eu te quebro — Luna da um tapa de leve no braço dele.

— Relaxa bombomzinho, eu não quero ninguém, só você — Ele diz com um sorriso convencido.

— Credo, vão se comer pra outro lugar — Falo com cara de desgosto.

— Nem vem, Vick. Quase toda vez que o Bill vai dormir lá em casa, eu escuto você gemendo "aí Bill", "mais forte, Bill" — Ele fala e todo mundo começa a rir.

— CALA A BOCA, GEORG — Digo ficando vermelha.

Eles começam a rir e eu saio pra pegar bebida pra mim. Eu me sento em uma das cadeiras no balcão e fico olhando em volta enquanto tomo minha cerveja.

— Não acha que tá muito novinha pra tomar uma? — Um cara alto com tatuagens e usando corrente fala ao chegar perto de mim tomando a sua bebida

— Te conheço? — Olho pra ele voltando a tomar minha bebida.

— Pode conhecer agora — Ele da um sorrisinho e se aproxima um pouco.

— Eu tenho namorado, garoto.

Ele olha em volta e olha pra mim de novo

— Não to vendo seu namorado. Não precisa arranjar desculpinha, gata, eu não mordo — Ele deixa a bebida dele no balcão.

— Fica na sua, você parece o papafigo, quem iria querer beijar essa sua boca só herpes? — Reviro o olho.

— Oh princesa, assim você me ofende, vem cá, não precisa se fazer de difícil — ele tenta pegar na minha mão, mas eu empurro ele.

Assim que eu empurro ele, Bill vem até nós porque tinha acabado de perceber que eu estava desconfortável. Ele pega o cara pela gola da camisa, o intimidando.

— Sai de perto da minha namorada, se eu te ver perto dela de novo, eu faço você conhecer o inferno, você me entendeu?

O homem acena com as mãos pro alto e sai de perto da gente..

— Foi mal amor, eu tava distraído conversando com o Gustav que nem vi que esse babaca tinha vindo aqui com você.

— Tá tudo bem, eu dei um fecho nele que ele se tocou também.

— Era só uma no saco dele que ele sumia — nós rimos e ele veio pra perto de mim — você é só minha, entendeu?

Aquela frase me deixou completamente excitada.

Ele pegou meu cabelo por trás da nuca e deu uma puxadinha, me beijando.

Eu passei a mão na costa dele, enquanto nossas línguas se entrelaçavam no beijo.

— vão pro quarto — Tom chega pra pedir uma bebida

— Não fode, Kaulitz — Digo rindo — Cadê a Ann?

— Não sei, deve ta fodendo com algum marginal — disse ele antes de dar um gole na bebida

— Ai credo, Tom. Ela é sua namorada, imagina se não fosse — Bill disse dando um tapinha no braço de Tom

KAULITZ || TOM E BILL KAULITZ Onde histórias criam vida. Descubra agora