Antes da Vida

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A manhã começou silenciosa, o quarto iluminado apenas por raios de sol tímidos filtrando pelas cortinas. Meu corpo pesava mais a cada dia. O bebê se movia incessantemente dentro de mim, lembrando-me de cada centímetro da vida que eu carregava e da responsabilidade que não podia evitar. Mesmo exausto, eu estava acordado, sentindo o calor de Day ao meu lado, sua mão sempre pousada sobre minha barriga, acariciando o bebê e, ao mesmo tempo, a mim.

O cansaço físico não era nada comparado à tensão emocional. O nono mês trazia ansiedade, medo do parto e de tudo que ainda não tínhamos vivido juntos. Mas, ao mesmo tempo, havia uma confiança silenciosa. Day estava ali, constante, paciente e presente, com olhos atentos e toque firme, capaz de acalmar cada nervo meu sem precisar dizer uma palavra.

— Dormiu bem? — murmurou ele, a voz baixa, mas carregada de ternura e desejo.

Assenti sem palavras, sentindo minha respiração ofegante. Ele se aproximou devagar, posicionando-se ao meu lado, e seus dedos acariciaram minha mandíbula e meu cabelo antes de pousar suavemente sobre minha barriga. O bebê se mexeu intensamente, e eu arqueei contra o toque dele, gemendo baixinho. Era impossível separar o prazer físico da entrega emocional, o cuidado do desejo.

Day sorriu, inclinando-se para beijar meu pescoço. Cada beijo dele era simultaneamente suave e intenso, despertando em mim sensações que eu nunca havia experimentado. Meu corpo tremia debaixo de suas mãos, cada toque fazendo meu bebê reagir, aumentando a ligação entre nós três.

— Você está pronto para hoje? — perguntou, a voz carregada de preocupação e desejo.

Eu engoli em seco, incapaz de falar. O medo ainda existia, mas o desejo de estar com ele, de sentir seu corpo próximo, era irresistível. Ele percebeu a hesitação, e seu toque ficou mais firme, guiando meu corpo até ele, apoiando-me sem pressão, apenas cuidado e intensidade combinados.

Nos movemos juntos lentamente, a química entre nós crescente. Cada beijo, cada carícia, cada toque despertava em mim uma mistura de desejo, medo e entrega. Eu arqueava, gemia, tremia, incapaz de controlar a intensidade do que sentia. O bebê dentro de mim reagia com cada movimento, cada toque, como se também sentisse a proximidade do pai.

O beijo que compartilhamos foi longo, ardente, carregado de necessidade e amor. Day explorava cada reação minha, cada estremecimento, cada gemido, com precisão quase obsessiva. Meu corpo se movia com os dele, cada toque suave e intenso me enlouquecendo, tornando impossível separar desejo, prazer e cuidado.

— Eu te amo, Itt — murmurou ele entre beijos, a voz rouca de emoção.

Eu arqueei em direção a ele, incapaz de responder com palavras, mas o beijo que devolvi falou tudo. Era entrega completa, sincera, carregada de desejo e amor, sem culpa, sem medo. O bebê reagiu novamente, e eu sorri, sentindo que a conexão entre nós três estava se tornando impossível de ignorar.

Durante o dia, cada gesto de Day era cuidado e sedução. Ele ajudava a me levantar, preparar comida, caminhar pela casa, cada toque um lembrete de que estava ali, presente, capaz de me proteger e ao mesmo tempo despertar desejo. Cada olhar seu me atravessava, cada toque na minha barriga, cada beijo no meu rosto ou pescoço era uma mistura de cuidado e provocação, que me deixava sem fôlego.

À noite, quando nos deitamos, o bebê estava ativo, respondendo aos movimentos de Day. Ele acariciava minha barriga com cuidado e ao mesmo tempo intensidade, e eu arqueava contra cada toque, cada beijo, cada respiração. A intimidade entre nós era mais do que física; era emocional, carregada de tensão, desejo, confiança e entrega.

O sexo foi intenso, mas carregado de cuidado absoluto. Cada gesto de Day, cada toque, cada beijo era pensado para me conduzir ao prazer sem machucar, equilibrando suavidade e intensidade de forma quase perfeita. Eu respondia a cada movimento, cada toque, cada olhar, completamente entregue, mas seguro.

— Eu nunca vou deixar você ou nosso bebê desprotegidos — murmurou ele entre beijos, a voz firme e carregada de emoção.

Eu arqueei contra ele, incapaz de controlar o que sentia. Meu corpo reagia a cada toque, cada carícia, cada beijo, e o bebê também respondia, chutando e se mexendo com força. Era como se todos nós estivéssemos conectados em uma explosão de desejo, amor e proteção.

Nos dias seguintes, a rotina se tornou um misto de cuidado, intimidade e descoberta. Cada toque, cada beijo, cada gesto reforçava o vínculo. O bebê reagia aos toques do pai, eu respondia ao desejo e cuidado dele, e a confiança crescia. Meu trauma ainda existia, mas a presença de Day, sua paciência, seu desejo combinado com cuidado, tornava possível sentir prazer e amor sem medo.

À medida que o parto se aproximava, minha ansiedade aumentava, mas também meu desejo de estar com ele, de sentir sua presença, seu corpo, seu toque. Cada noite terminava com nós dois juntos, o bebê mexendo, nossos corpos colados, beijos profundos, gemidos, suspiros compartilhados. A química era inegável, a conexão impossível de negar.

— Você está pronto para isso? — perguntou Day, acariciando meu rosto, os dedos deslizando pelo cabelo, os olhos fixos nos meus.

Eu sorri, sentindo cada emoção e desejo misturados, cada medo e prazer coexistindo. — Para você, sempre — murmurei, e o beijo que se seguiu foi intenso, desesperado, carregado de entrega, paixão e ternura.

Naquele último mês antes do nascimento, finalmente entendi que podia sentir amor, desejo e entrega sem medo, que podia confiar e se entregar completamente. Cada toque, cada beijo, cada carícia de Day reforçava a certeza de que estávamos juntos, que nosso filho estava seguro, que o passado não definiria nosso futuro.



Oi meus amores 😙 😘

Tudo bem com vocês?

Falta pouco para o final

Um beijo 😘 😘

De mim mesma:

Uma voz na escuridão.

E quando finalmente nos deitamos naquela noite, exaustos, mas completamente conectados, eu sabia que havia encontrado o equilíbrio: desejo e cuidado, amor e paixão, entrega e proteção. Entre sombras e luz, medo e desejo, trauma e amor, finalmente havíamos nos encontrado. Eu, Day e nosso bebê, prontos para a vida que nos esperava.

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