Capítulo 65 - Revelações

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Hey Amybetes,

Prontas para mais um capítulo?

Boa leitura :)

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POV AMY

O cheiro doce adentrava minhas narinas, inebriando cada pequeno ponto do meu ser. Depois de tanta incerteza finalmente estávamos nos amando de novo. Foram algumas torturantes e longas horas que me mantiveram longe de Isabel, mas ainda assim, pareciam-me semanas. Meses. Séculos.

Minha boca tocou, sedenta, a linha da curva de seu pescoço. A loira envergou o corpo ainda imerso na banheira e minhas mãos puxaram sua cintura, fazendo seu ventre colar ao meu. Isabel cravou as unhas na pele de meus ombros e senti a ardência tornar-se prazer, a medida em que suas unhas me marcavam. Em resposta, minha língua sugou seu ponto de pulso e seu gemido sôfrego e rouco invadiu meus ouvidos. Meu ventre contraiu em resposta e o líquido quente escorreu pelo interior do meu sexo, umedecendo as paredes internas assim que minha boca sugou o mamilo de Isabel com vontade.

Era insano. Quase surreal. O gosto inebriante da sua pele molhada pela água morna da banheira. Cada pequeno pedaço de mim arrepiou-se quando o mamilo de Isabel enrijeceu em minha boca. Ela gemeu, outra vez, oferecendo seus seios para mim, choramingando por mais. Eu queria sugar com vontade, mas meu zelo era maior. Isabel devia estar dolorida por ter ficado ajoelhada tanto tempo e eu não queria acrescentar nenhum tipo de dor em minhas carícias, mesmo que tivessem objetivo de prazer. Eu queria que minha língua contornasse seu mamilo com desejo e ao mesmo tempo com cuidado, que ela sentisse o quanto eu era viciada em seu corpo, pele e cheiro em cada pequeno movimento.

Apertei sua cintura com firmeza. Minha mão deslizou para seu sexo rosado e depilado enquanto eu continuava sugando seus mamilos com devoção. As mãos delicadas de Isabel se perderam nos meus cabelos molhados e o aperto forte que ela me deu assim que meus dedos massagearam seu clitóris foram o bastante para que um arrepio percorresse toda minha coluna até a nuca.

- Amy... eu quero você.... agora.

Isabel implorou com a voz cortada de prazer. Ela estava sensível e viria para mim em pouco tempo. Eu sabia disso e não queria prolongar. Não queria tortura-la ainda mais. Deixei que dois dedos escorregassem pela entrada de seu sexo, sentindo-os deslizar facilmente por seu líquido quente. Inebriante. Meu ventre contraiu outra vez quando ela gemeu mais alto e movimentou o quadril para frente, chocando-se com o meu e fazendo meus dedos penetrarem completamente sua vagina. Isabel continuou os movimentos e eu investia contra ela. Soltei seu mamilo, já vermelho e ligeiramente inchado e ataquei seus lábios enquanto a penetrava com mais rapidez e força. Ela gemia no beijo enquanto sua língua invadia minha boca sem pudor. Reivindicando e oferecendo. Tomando e dando. Nós estávamos em uma só sintonia e tudo que eu podia ouvir era o barulho da água ao nosso redor e de nossos gemidos.

Eu estava perto do limite apenas por dar prazer a ela. Apenas por senti-la tão entregue, tão minha. O sentimento genuíno misturado a paixão avassaladora que eu sentia por ela. As paredes vaginais de Isabel começaram a se contrair, esmagando meus dedos e me fazendo alcançar o orgasmo junto com ela. Intenso. Quase mortal.

- Amy... Ai meu Deus..... Isabel cravou novamente as unhas no meu ombro e em seguida abraçou o corpo com mim, enterrando minha cabeça em seu pescoço enquanto seu corpo tremia colado ao meu.

Nós explodimos juntas, ao mesmo tempo. Os corações pareciam conversar entre si enquanto batiam descontroladamente. A respiração acelerada e quase sem folego parecia querer cessar a qualquer instante. Ficamos em silencio, abraçadas, enquanto nossa alma conversava e se amava.

Isabel começou a dar leves beijos por minha clavícula e ombros enquanto seus dedos faziam traços delicados por meus braços. Permanecia abraçando sua cintura, mantendo o calor do seu corpo no meu enquanto sentia seu carinho delicado. Se eu morresse, agora, morreria na plenitude da felicidade.

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