Os opostos se atraem

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Eu -- Damon, eu tô bem. -- Falo pela quinquagésima vez.
Damon -- Tem certeza? -- Escuto seu tom pesar do outro lado da linha.
Eu -- Sim. -- Suspiro. -- Posso desligar agora?
Damon -- Sim. -- Eu posso quase vê -lo dar seu sorriso sarcástico.
Eu -- Obrigada pela preocupação. -- Desligo.
Caroline-- Bem, desculpem pelo meu pai. -- Ela olha para a casa. -- Eu vejo vocês na mansão mais tarde. -- Sorri e sai.
Any-- Ei.. -- Senta ao meu lado no banco, enquanto sorri. -- Tudo bem?
Eu-- Estou viva, certo? -- Devolvo um sorriso forçado.
Any-- Ok. -- Dar de ombros. -- Ao chegar la ja vamos reverter o feitiço, certo? Não queremos descobrir o que acontece no terceiro dia. -- Concordo com a cabeça. Puxo ar, enquanto balanço meu celular nos dedos.
Eu -- Ainda estou nervosa. Damon ta demorando. Quer saber? Vou la fora pegar um ar. -- Ela assente com a cabeça.
Saio da casa, e começo a andar no quarteirão. A cena das mãos do pai da Care em meu pescoço não saía da minha mente.
(...)
Eu começo a andar em círculos pelo quarteirão, quando percebo que estava em um beco qualquer de Mystic Falls. "Merda, me perdi". Meu celular começa a chamar, era a Any.
Eu-- Oi.
Any-- Onde você tá? -- Ela fala em um tom claramente irritado.
Eu-- Err, eu não sei. -- Olho ao redor.
Any-- Ashley. -- Ela grunhe no celular. -- Descubra!
Eu-- Afrontosa! -- Falo esbravejando.
Any-- Ashley Starbell.
Xxx-- Levante as mãos devagar. --Olho para frente e vejo dois caras apontando uma arma para mim. AH! -- Agora. -- Obedeço.
Any-- Ashley? Que brincadeira é essa? -- Escuto a voz de Any gritando.
Xxx-- Solte o celular. -- "Ah, não. Meu celular é caro." -- Ta surda? -- Obedeço, e o celular cai no chão. -- Muito bem, agora vire e comece a andar, devagar, até o carro na frente. -- Obedeço novamente. -- Sem gracinhas, tenho uma arma. -- Ri, baixinho claro. Quando chego perto do carro, chuto o homem atrás de mim, porém o outro idiota pega a arma e volta a apontar para mim. "Droga!" O homem ergue-se, segura em meu braços e joga-me no chão. Eles amarram-me, e vendam minha boca, tento remexer-me, era impossível fugir. Então finalmente a ficha cai, estou sendo sequestrada. Justamente no dia em que não tenho presas ou poderes, eu estou sendo sequestrada. Eles puxam-me até o carro e, quando jogam-me la, vejo um deles cair morto aos meus pés. Olho para trás  e vejo Any, seus braços estavam erguidos em nossa direção. Encho meu coração na esperança de voltar pra casa. Porém, o homem ao meu lado atira nela, a fazendo cair no chão, sangrando.
Eu-- Nhãããm!! -- Tento gritar, mas a venda impede. Remexo-me, luto, mordo, chuto, era impossível sair. Eu já estava no carro dirigido por um sequestrador. Ao estacionar, ele arranca-me do carro, e joga-me de joelhos no chão. Eu estava na frente de alguém, uma mulher alta e loira, ela mutilava-me com o olhar.
Xxxx-- Nossa venda de hoje? -- "Ah, não. Hoje não."

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