CAPÍTULO 10

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PRISCILA: Então dona...- Fico como se estivesse tentando lembra o nome dela que eu nem sei-
MARIZETE: Marizete- Ela sorri se apresentando-
PRISCILA: É um prazer, eu me chamo Priscila. Moro em São Paulo e vim passar o carnaval aqui em Minas. Vi o show do filho da senhora ontem e fiquei extremamente interessada, posso falar com ele?
MARIZETE: Claro minha filha, entra- Fala abrindo o portão e me dando espaço. Caminhamos para dentro casa e Luan estava na sala com a mesma mulher que estava na festa ontem- Filho...- Ela o chama e ele à encara sem entender nada- Essa moça está te procurando- Ele se levanta-
LUAN: Oi, Priscila, né?- Ele vem e me comprimenta-
PRISCILA: Isso, Priscila.- Falo cumprimentando ele-
LUAN: Vem, senta- Ele me aponta o sofá, eu comprimento a menina ao lado dele e me sento à sua frente-
PRISCILA: Tudo bem?
LUAN: Tudo sim, e contigo?
PRISCILA: Estou bem- sorrio- Vamos direto ao ponto. Cara, o que me trouxe até aqui foi o seu talento eu fiquei deslumbrada desde ontem- Fico olhando para ele, mas a cara da mulher ao lado dele me deixava até meio constrangida- Meu pai é dono de um gravadora em São Paulo e eu tenho muito interesse no seu talento cara
LUAN: Pera, deixa eu ver se eu entendi... Você quer investir em mim?- Ele fala com os olhos brilhando-
PRISCILA: Eu ainda preciso da autorização dele, mas é quase isso
LUAN: Meu Deus do céu- Noto os olhos dele marejarem, ele olha pra mulher ao lado dela e ela não esboça nenhuma reação-
PRISCILA: Eu moro em São Paulo e volto pra lá amanhã, eu preciso do seu contato para se der certo eu conseguir falar contigo.
LUAN: Claro, claro- Ele se levanta correndo, pega um papel e uma caneta e escreve o contato dela- Aqui- Ele me estende o pequeno papel sorrindo-

Estrada de chão Histórias para pegar e não largar. Descubra agora