CAPÍTULO 25

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- Descemos no carro, meu estômago parece que está formigando, estou extremamente nervoso. Passamos pela portaria e ela conversa com uma mulher que estava na recepção, logo em seguida seguimos para uma sala. Ela bate na porta e logo ouvimos um"Pode entrar"-
PRISCILA: Bom dia, papa- Fala passando pela porta, sigo ela, ela vai em direção ao homem muito bem vestido que se levanta e à comprimenta- Luan, esse aqui é o meu pai, Bruno- Ela me apresenta o homem sorrindo, mas o homem me olha bem sério, estende a mão e eu me aproximo para comprimentá-lo- Pai, esse é o Luan
BRUNO: É um prazer
LUAN: O prazer é meu- Sorrio sem mostrar os dentes ao apertar a mão dele-
BRUNO: Senta, temos muito o que conversar- Ele fala apontando uma cadeira e se sentando na dele, do outro lado da grande mesa. Eu me sento e Priscila se senta ao meu lado- Minha filha falou bastante de ti- Ele finalmente sorri, só que fraco-
LUAN: Sério? Que legal- Falo olhando pra ela que me olhava sorrindo também-
BRUNO: Falou o suficiente para me convencer à investir em vocês. Você trouxe algum instrumento na viagem?
LUAN: Não, eu não consegui.
BRUNO: Bom, isso não é problema. Ele se levanta, vou te levar em um dos estúdios e você me mostra o que sabe, pode ser?
LUAN: Pode sim- Falo apreensivo, me levanto e sigo ele junto com a Priscila por um corredor- O que eu canto?- Coxixo pra ela-
PRISCILA: Qualquer coisa, canta aquela música que você fez pra sua noiva- Ela coxixa de volta, um nó se forma em minha garganta-

Estrada de chão Histórias para pegar e não largar. Descubra agora