CAPÍTULO 73

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AMARILDO: Bom, eu preciso ir porque a Mari está me esperando lá em casa. Fiquem com Deus e amanhã eu volto em seu mané- Fala apontando pro pai que revira os olhos rindo-
LÚCIA: Muito obrigada, Amarildo. Ah, eu fiz alguns bolinhos de chuva para vocês- Ela fala mexendo na bolsa, pega um pote e entrega pra ele-
AMARILDO: Magina, é um prazer enorme ficar com esse teimoso aí e não precisava dos bolinhos, mas muito obrigada Lúcia- Ele sorri- Bom, agora eu vou indo- Ele nos comprimenta e saí-
LÚCIA: Ah, Gabi. Aqui ainda tem os bolinhos do Lázaro, tá? Não esquece de entregar
GABRIELA: Acho que já vou levar, mãe. Assim ele come meio quentinho ainda
LÚCIA: Pode ser- Ela me entrega o segundo pote e eu saio do quarto para leva. Vou até a recepção e pergunto por ele, a moça me avisa que ele estava na sala dele, peço para ela avisar que eu estava indo pra lá e assim que ela desliga o telefone, autoriza minha entrada. Caminho até a sala dele e bato na porta, entrando-
GABRIELA: Com licença- Falo sorrindo, passo pela porta e fecho a mesma-
LÁZARO: Gabriela?- Ele pergunta franzino o cenho- Aconteceu alguma coisa com seu pai?
GABRIELA: Não, graças à Deus não. Muito pelo contrário, ele está muito bem. Vim só trazer um agradinho pro senhor- Estendo o pote meio sem jeito e ele pega-
LÁZARO: Oh mulher, que coisa linda- Ele sorri, levanta e me abraça assim que vê os bolinhos- Muito obrigado, viu? De coração
GABRIELA: Magina- Sorrio retribuindo o abraço. Ele me solta e se senta novamente-
LÁZARO: Se senta aí, estou no momento de café agora mesmo- Fala rindo e eu sorrio fraco- Você está com uma carinha triste, aconteceu alguma coisa?

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