SECRET LOVERS cap7

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  - Desculpa, como você disse que e o nome do dono? - Perguntei novamente pois não acreditava no que havia ouvido. - Arthur Satoshy, ele vai vir aqui hoje a noite para a inauguração de um restaurante dele, o senhor por acaso conhece o senhor Satoshy? - me questionou o garçom. - Sim, nos... Nos éramos amigos quando crianças ai um dia ele foi embora e... Eu nunca mais o vi. - Respondi me lembrando de quando eu e Arthur estava-mos de baixo daquela arvora velha de mãos dadas.

 - Então o senhor deve ir a inauguração, tome um convite. - o garçom tirou um convite do bolso e me entregou. - Muito obrigado, vou fazer o impossível para poder ir. - Só vão estar lá pessoas muito importantes e ricas o senhor Satoshy e um homem muito famoso nesse mercado. - Bom eu tenho que ir para a casa da minha irmã, muito obrigado mesmo pelo convite, serei eternamente grato por isso. - Disse eu que me levantei e abracei o garçom. - Tudo bem, não precisa agradecer tanto. - Disse o garçom que arrumava o palito quando eu tinha o soltado. Eu sai em direção a porta da cafeteria e fui para o apartamento da Rafa, chegando lá ela não estava de novo mas tinha deixado umas sacolas com compras e uma mensagem no celular.

 "Oi, eu tive que sair porque a professora de física do primeiro ano ficou doente e eu fui chamada para dar aula no lugar dela, mas será apenas por hoje, prometo que amanhã te levo para conhecer a cidade melhor. Aliás comprei daquele bolo que você tanto gosta, e deixei um dinheiro para você, ordens da mamãe e do papai." 

Tirei todas as compras das sacolas, eu não sabia aonde ficava nada mas eu acho que coloquei tudo no lugar certo, debaixo da sacola de compras tinha um dinheiro que ela tinha deixado. Depois disso fui para o chuveiro e tomar um banho, enquanto eu estava debaixo do chuveiro me lembrava do toque das mãos do Arthur sobre minha pele, a boca dele me beijando. Não aguentei e acabei chorando, fiquei de costas e me encostei na parede do banheiro ainda com o chuveiro ligado e fiquei dentado no chão mas eu não chorava de tristeza, mas sim de alegria, alegria porque eu iria ver o Arthur novamente. Quando sai do banho fui para o quarto e fiquei confuso por não saber que roupa usar. Uma roupa mais formal como um palito ou mais estilo Coreia do Sul ou seja um moletom? Acabei escolhendo por usar um casaco.

Cheguei na porta do elevador ele não vinha, então decidi ir de escadas mesmo, enquanto descia as escadas chamei um motorista de aplicativo para me levar ate o local que estava no convite. Chegando lá calçada eu vi um carrão saindo da garagem do prédio e ele me chamou atenção, não sei o porquê, mas enfim quando o motorista chegou eu entrei no carro e fui, a cada minuto meu nervosismo aumentava. Quando chegamos na eu vi o garçom que havia me dado o convite na porta recebendo os convites dos convidados. só tinha gente fina. - Senhor o senhor veio mesmo. - Disse o garçom apertando minha mão.

Sim, aliás acho que nunca tive a oportunidade de dizer meu nome, me chamo Rene, serio desculpa por não ter dito antes. - Falei com uma mão apertando a dele e a outra na parte de trás da cabeça. - Não tem problema, me chamo Gylherme. - Respondeu ele. - Muito prazer Gylherme. - Bom mas vamos entrando, me de aqui seu convite e pode entrar e aproveitar a festa. - Disse gylherme pegando o "panfleto/covite" da minha mão. Entrando lá dentro fiquei muito impressionado com o lugar, era super grande tudo branco e tinha um lustre enorme no teto, os balcões eram feitos de mármore e as messas de vidro e aço nas pernas, mas o que mais me chamou a atenção foi uma pintura que estava em uma parede literalmente a pintura foi pintada em tamanho real na parede, e era o céu e debaixo do céu tinha uma árvore com duas pessoas sentadas debaixo da mesma de mãos dadas olhando para o céu. Uma lágrima correu em meu rosto naquele momento pois significava que o Arthur não havia se esquecido de mim. No mesmo instante Gylherme pegou o microfone e falou para todos: - Senhoras e senhores aqui presentes e um imenso prazer estar aqui com vocês na inauguração do sonho do meu patrão que e tão bom e generoso, ele esta um pouco atrasado mas e porque teve um pequeno acidente com o carro dele enquanto ele vinha para cá, parece que um motorista bêbado entrou na frente do carro dele e ele teve que desviar mas enfim o importante e que ele já esta vindo e esta tudo bem com ele. Todos aplaudiram naquela hora, então ouço meu telefone tocar. -Alô? - Rene? - Sim, o que foi Rafa? - Aonde você está? - Eu fui convidado para a inauguração de um restaurante. - Você quer que eu vá te buscar? - Rafa, não haja como se eu tivesse 5( cinco) anos, eu sou novo na cidade não idiota. - Ta certo, ta certo me desculpe. Mas se precisar e só ligar, ok? - ok, tchau. Enquanto Arthur não chegava eu decidi pegar um ar do lado de fora do restaurante pois tinha muitos olhares para cima de mim. Eu estava nervoso então sentei em um banco que estava do lado da escadaria que dava acesso ao restaurante. Minhas mãos estavam muito frias então tirei o casaco e coloquei por cima das mãos, fiquei pensando comigo mesmo, como será que o Arthur está? será que ele também sente minha falta? - Rene, entre parece que vai chover. - Disse Gylherme. - Já estou indo. Veio um vento tão forte de repente e levou meu casaco de minhas mãos e meu anel se enroscou um um fiapo de linha do casaco, e começou a chover, quando o vento levou meu casaco levou meu anel junto e eu corri para o meio rua que foi aonde meu casaco e o anel foram parar, eu não estava nem ai para chuva eu só não queria perder o anel que o Arthur me deu. Quando eu me abaixei para pegar o anel e o casaco um carro veio com tudo para cima de mim mas parou antes que batesse em mim, meus olhos não podiam ver nada por conta dos farois do carro que estavam altos, quando o dono do carro desceu do carro para ver se estava tudo bem ele olhou para mim fixamente. - Rene?!

 não podiam ver nada por conta dos faróis do carro que estavam altos, quando o dono do carro desceu do carro para ver se estava tudo bem ele olhou para mim fixamente. - Rene?!





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