Clube dos contos de terror - Aqueles que não acreditam

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 Eu sou a Alicia e eu tenho uns 18 anos, a história que vou contar é sobre um dia que eu fui visitar meu Tio no interior e avistei algo anormal na estrada e depois disso meu dia não foi mais o mesmo.

William: Pode começar Jovem Alicia, estamos ansiosos para ouvir sobre seu medo.

Nick: Meio estranho esse papo de medo, mas no fim contamos o que mais nos incomodou.

Douglas: Nem me diga, estou ansioso para saber o que vai acontecer no fim disso tudo.

Alicia: Então eu vou começar agora.

Eu estava no ônibus viajando sozinha para ir ver meu Tio, minha Mãe e meu Pai iriam comigo também, mas eu iria um dia antes porque eles ainda tinham mais um dia de trabalho, bom isso não vem ao caso agora, o ônibus parecia ser um pouco antigo, mas era grande e um cara estranho sentou do meu lado, seu cabelo era grande e cacheado e ele usava uns óculos com lentes laranja e tinha uma barba bem feita e usava roupas pretas com cinza e pelo o que ele estava vendo em seu notebook ele parecia gostar de coisas sobrenaturais, eu achei que a notícia que ele estava vendo era uma bobagem já que não acredito nessas coisas.

Homem: Ei garota, o que acha desse caso de um homem enorme com rosto de coruja que apareceu no interior, a reportagem diz que as pessoas que viram ele estão traumatizadas.

Alicia: Me desculpe Senhor, mas eu não acredito nessas coisas, isso é o mesmo que terem dito que viram um chupa-cabra ou o próprio bicho papão.

Homem: Acreditando ou não o sobrenatural está ao nosso redor e aqueles descrentes sempre terão sua prova um dia.

Alicia: Tudo bem, o Senhor tem seu gosto e eu não quero ser chata com isso, então se não se importar eu vou ficar ouvindo música aqui quieta.

Homem: Tudo bem, qualquer coisa eu sou o Eduardo e quando o ônibus parar para descermos eu te aviso.

Alicia: Certo, obrigada por isso.

Eduardo: Aproposito, eu gostei dos seus olhos, eles são lindos como a noite.

Alicia: Obrigada, eu acho.

Ele era um homem estranho, mas ao mesmo tempo parecia ser bem simpático e ficou elogiando meus olhos pretos e gostou do meu cabelo ser preto com mechas loiras e também disse que meu vestido florido branco era lindo, eu achei que ele estava tentando me cantar, mas ele me mostrou uma foto de uma garota de uma historia que se parecia comigo, que coisa ele deve estar bem feliz de conhecer alguém parecido com essa garota.

O tempo foi passando e o ônibus passando na estrada, passamos por um lugar que parecia ter uma casa abandonada e por um instante achei ter visto uma garota de vestido preto muito branca passando muito rápido, que coisa em, ela está precisando de um sol, eu olhei para o meu lado e percebi que o Eduardo estava lendo uma historia estranha, mas o traço era bonito e parecia ser algo com zumbis.

Eduardo: Se interessou? Se chama a era dos mortos, é sobre um jovem que de repente acorda em uma situação estranha e percebe que está sozinho e tudo ao seu redor está estranho, há pessoas estranhas andando pela rua também.

Alicia: Parece interessante, mas acho que vamos ter de descer, o ônibus parou.

Eduardo: Sim, vamos.

Quando descemos na parada eu quis ir no banheiro, então eu fui correndo para poder usar e quando entrei estava vazio e parecia ser muito velho e porco também, esse lugar não é bem cuidado aparentemente, mas eu só me apressei e entrei em uma das portas, não demorou muito para eu começar a ouvir uns passos, era normal haver mais alguém além de mim dentro do banheiro, mas o que era mais estranho é que havia um canto também e uma risada, parecia estar contente, então eu terminei o que tinha para fazer e me levantei, mas olhei por baixo da porta e havia uns pés descalços sujos e bem machucados.

O Vale dos pesadelos - Em revisãoOnde histórias criam vida. Descubra agora