"Eu achei que era amor, que ele me amava. mas tudo não passava de uma ambição."
Agora ela pensa que vai cuidar do bebê sozinha... ou talvez não.
Montserrat vai encontrar o amor de uma forma clichê e inesperada.
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- Como está se sentindo? - pergunto baixinho, transamos de novo a alguns minutos atrás e agora estamos cobertos por uma fina camada de suor e o lençol.
Não sei exatamente o que é isso que sinto todas as vezes em que fazemos amor, essa sensação de vibração gostosa no peito. Essa sensação de que nada pode ser melhor do que estar sendo amada na cama por ele, na verdade acho que sei o que é, só não quero admitir em voz alta.
Ou para o meu consciente.
- Bem, assim como em todas as outras vezes. - levanto a cabeça para poder olha-lo melhor, estou com a cabeça deitada em seu peito.
Desde aquela primeira vez, estamos transando iguais coelhos no cio por assim dizer. É claro que estamos nos controlando por causa do nosso bebê, mas uma vez que começamos não queremos parar. Não me sentia assim com o Mike, não mesmo. Mais é tão bom que não quero estragar este momento pensando num imbecil daqueles.
Por falar em bebê, é tão bom poder dizer nosso bebê em voz alta sem ter medo do que as outras pessoas vão falar. É muito importante e significativo para mim... Não, é para nós.
As habilidades sexuais, por assim dizer, do Samuel melhoraram significativamente. Outro dia ele simplesmente me encurralou no balcão da cozinha e me fodeu ali mesmo, claro que nem reclamei, foi insano o tesão que senti. Na verdade ainda é insano o tesão que sinto por este homem, o que posso fazer? Não é como se fosse minha culpa!
Hoje fiz dois meses de gestação e amanhã vou fazer a ultrassom para saber se conseguimos ouvir o coraçãozinho do nosso filhotinho, acho que nunca em toda a minha vida estive tão ansiosa como estou agora. Estou preocupada, ultimamente Sam e eu estamos pesquisando bastante sobre bebês e a maternidade em si, quando chegamos a parte de abortos espontâneos apenas pulamos para outro assunto.
Não queremos nem pensar em algo assim aconteça, não consigo imaginar a dor das mães que passam por isso. Imagino que um pedaço delas morrem também.
Mas não é o momento para se pensar nisso, minha gravidez até agora está ótima. Tirando os enjoos horríveis, tudo anda certinho.
- No que tanto pensa? - ele pergunta fazendo um leve carinho com as pontos dos dedos, é tão gostoso ficar de chameguinho na cama.
- Em como é bom ficar de chameguinho com você.
Mentira, na verdade estou pensando em como vou pedir ele em namoro. A esta altura do campeonato acho que já chegou a hora de pedi-lo em namoro, há estamos juntos mesmo e ele passa mais tempo comigo do que com a família dele.
Devo ou não pedir? Eis a questão...
- Vem, vamos tomar banho e comer antes de ir pra casa dos seus pais.
Hoje é domingo, e depois de quase dois meses de gravidez ainda não juntamos as famílias para que se conheçam formalmente, então minha mãe vai fazer um almoço hoje.