"Eu achei que era amor, que ele me amava. mas tudo não passava de uma ambição."
Agora ela pensa que vai cuidar do bebê sozinha... ou talvez não.
Montserrat vai encontrar o amor de uma forma clichê e inesperada.
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A semana se passou e com ela veio um convite bem inusitado, os quatro amigos do Samuel me convidou para sair com eles. Na verdade me intimidou, porquê durante todo esse tempo eles ainda não saem quem é a mulher que faz o Samuel suspirar o dia todo. Então, após essa intimação nós estamos nos arrumando para sairmos.
- E se eles não gostarem de mim? - pergunto, passei a semana toda tentando não falar ou ficar nervosa sobre isso mas agora que estamos nos arrumando fiquei nervosa.
- E existe alguém na face da terra que não goste de você, amor? Qual é, minha vida, relaxa que tudo vai dar certo. - ele deixa vários beijinhos nos meus lábios. - Tá gostosa.
Sorrio ao sentir o tapinha de leve que ele deixa na minha bunda, ele volta a se arrumar me deixando na frente do espelho terminando de me maquiar. Desde que começamos a namorar ele vem se soltando aos pouquinho comigo, gosto disso, gosto de saber que ele se sente confortável comigo para dizer coisas assim.
- Eu não estou gostosa, eu sou gostosa meu bem. - ele sorrir pra mim. - Aliás, mudando de assunto, a garota que deu em cima de vocês da outra vez ainda continua?
- Sim, parece que a cada dia fica pior. Não sei como fazer ela entender que eu tenho namorada, na verdade disse pra ela que somos noivos então só confirma se alguém perguntar.
- Tudo bem. - calço a bota e me olho no espelho, estou apresentável. Coloquei um vestinho de alcinha branco, uma bota de salto curto também preta e uma jaqueta de couro também preta. - Ela vai estar lá hoje?
- Com certeza, ela é discreta quando resolve ficar me cantando não faz na frente dos outros. Espero que com você lá ela perceba que não sou um homem solteiro.
- Relaxa baby, eu vou ser bem discreta quando for colocá-la em sei devido lugar. Está pronto? - passo perfume, pego minha bolsa e o celular.
- Sim, um deles já chegou. - ele comenta saindo de quarto e digitando no celular.
Ao chegar na sala ele pega as chaves do carro e descemos, entramos no carro e logo ele começa a dirigir.
- Que tal um carro de presente de aniversário?
- Não precisa, vou começar a te levar até o trabalho, você não deve dirigir enquanto estiver grávida. Um carro é o bastante, podemos pensar nisso quando o bebê nascer.
- Certeza? Quero que você tenha sua própria autonomia, sabe.
- Eu tenho, e eu posso usar o transporte público como tenho feito todos esses anos. Não se preocupa, eu tenho bastante autonomia meu bem. E eu sei que posso usar o carro sempre que quiser.
- Verdade, pode mesmo, mais se vídeo quiser um carro só seu me diga que compramos um. Ou podemos trocar esse por um melhor e maior, não sei.
- A gente troca então, vai ficar melhor para colocar a cadeirinha do bebê e sair com a família.