Capítulo Vinte

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Estou distraída fazendo algumas anotações sobre uns documentos da empresa quando ouço a porta abrir e por ela meu noivo entra

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Estou distraída fazendo algumas anotações sobre uns documentos da empresa quando ouço a porta abrir e por ela meu noivo entra. Pelas roupa e perfume, é Vicent.

- Meu amor...? - ele não fala nada, apenas anda até mim e num movimento rápido me levanta da cadeira e me põe sentada na mesa, fico assustada e quando tento dizer alguma coisa ele me beija, ferozmente.

Mas do que estou reclamando? Ele sempre me beija como se a vida dele dependesse disso.

Ele chupa minha língua e isso me faz derreter em seus braços, seus beijos sempre são arrebatadores e eu amo isso.

- Amor... - arfo quando ele começa beijar meu pescoço

- Diga. - ele não para e isso me deixa ainda mais arrepiada e com desejo, ele insiste em não me tocar até a bebê nascer. O que é um absurdo, porque ele fica me provocando e no final não vamos até o fim.

Minhas mãos na minha cintura me apertando levemente deixa tudo ainda mais intenso, meu corpo sempre reagi muito bem ao dois, não importa a hora nem o lugar ou as circunstâncias.

- Amor... - o chamo de novo e o afasto um pouquinho encostando nossas testas, estou ofegante e se não pararmos agora, vou sair frustrada. - É melhor pararmos...

- Não me parece que você queira parar. - ele fala sorrindo de canto.

- Você disse que não me tocaria até a nossa filha nascer, então me atiçar agora não é a melhor opção amor.

Ele me olha como se entendesse o x da questão.

- Tenho medo de machucar vocês, sabe que não sou nada delicado.

- Sinceramente não me importo muito com isso, porém entendo seu lado. Mas por enquanto... acho melhor deixarmos isso de lado, sabe? Pra não ficarmos frustrados.

- Frustrados? - ele me olha com o cenho franzido

- Sim, frustrados. Você vem, me beija, me faz querer você o tempo todo e no final nada aconteceu, e isso me deixa muito frustrada sem contar mas vezes em que penso em te amarrar na cama e te forçar a transar comigo... - só agora notei a merda que falei. - ignora essa última frase, mas você entendeu, não é?

Ele suspira e joga os cabelos para trás, me olha novamente e me abraça enterrando o rosto no meu pescoço, sua respiração me faz arrepiar mas apenas o abraço e ficamos assim por sabe-se lá quando tempo.

- Está tudo bem? - ele pergunta de repente.

- Como assim? - estou mas perdida que cego em tiroteio.

- Com você... com o seu corpo... com o bebê.

- Sim, está tudo na mas perfeita ordem. Eu me sinto bem, embora as vezes queria dormir o dia inteiro. Meu corpo está abrigando e se adaptando muito bem, e a minha linda menininha está ótima. Obrigada por perguntar.

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