Capítulo Dezesseis

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Após aquela pequena discussão no carro não voltamos a falar sobre o assunto, o que foi bom porque não temos muito o que falar sobre ele

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Após aquela pequena discussão no carro não voltamos a falar sobre o assunto, o que foi bom porque não temos muito o que falar sobre ele. Se a gente se sente bem e confortável assim, então o resto que se dane como ele mesmo diz.

Hoje é um dia muito especial por dois motivos, um deles é que hoje é o aniversário do Samie e o outro é que hoje finalmente descobriremos o sexo do bebê e poderemos finalmente comprar as coisas para montar o quartinho. Estamos tão ansiosos que mal conseguimos dormir essa noite, fomos dormir mas então fiquei com fogo e transamos na banheira, depois fomos dormir e acordamos no meio da madrugada porque não conseguir dormir.

Estou de quarto meses de gestação e ainda não o sentir mexer, a doutora disse que é normal porquê geralmente o bebê costuma mexer na vigésima semana, tudo no tempo do bebê mas fora isso de resto está tudo bem. Até que está sendo uma gravidez tranquila, pelo menos até aqui.

Perguntei ao Samuel o que ele queria de presente, achei melhor perguntas porque sei que ficaria horas dentro do shopping procurando algo que fosse decente o bastante para lhe dar. Então preferi perguntar, e a resposta não me agradou muito. Ele disse que seu maior presente sou eu e o nosso bebê, que não precisava de mais nada. Ele realmente não queria nada, então aproveitei encomendei um belo lindo e depois de revelarmos o sexo vamos bater parabéns pra ele. Mesmo ele dizendo que não queria nada, eu comprei um relógio lindo, ele não costuma usar relógios então espero que esse seja o primeiro.

- Princesa - ouço ele me chamar deixando beijinhos pelo meu pescoço. - acorda vai...

- Amor tô com sono... o que houve?

- Tá muito cansada?

- Na verdade não. - já despertei totalmente, estamos deitados de ladinho. Minha perna está em cima do quadril dele. - Estou ansiosa, muito na verdade.

- Eu também embora eu ache que vai ser menina. Espero que ela venha ruiva igual a você. Mas se não nascer tudo bem também, vamos ama-la independente da aparência dela. Certo?

- Certíssimo. Mas confesso que estou com medo... e se ela não se parecer comigo? E se for totalmente diferente e nossos pais perguntarem? Isso me deixa um pouco assustada.

- Você vai ama-los menos se não for ruivo? Se não se parecer com você fisicamente? - ele me encara como se podesse ver o fundo da minha alma.

- Não, claro que não. Mas não quero que as pessoas incluindo nossos pais venham dizer que ela ou ele não se parece com nenhum de nós dois.

- Se nossos pais falarem merda apenas ignore, você não engravidou deles então ninguém tem o direito de falar algo para nós dois. Deixem nosso bebê ser do jeito que ele quiser ser, ponto final Montserrat.

- Não me chama de Montserrat. - resmungo. - Eu não posso evitar pensar nisso, você não pode me condenar. Sua mãe pode me odiar se souber a verdade, minha mãe vai achar que sou uma doida varrida por ter escondido a verdade.

Amor InesperadoOnde histórias criam vida. Descubra agora