"Eu achei que era amor, que ele me amava. mas tudo não passava de uma ambição."
Agora ela pensa que vai cuidar do bebê sozinha... ou talvez não.
Montserrat vai encontrar o amor de uma forma clichê e inesperada.
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- Finalmente acabou... - comento me espreguiçando, passamos a tarde praticamente toda terminando os últimos detalhes para o nosso casamento que será em duas semanas, embora eu esteja super ansiosa e animada não posso mentir e dizer que não é estressante.
- Eu disse que cuidaria de tudo. - Samuel se senta ao meu lado após ter levado a cerimonialista e sua assistente até a porta.
- Você não vai se casar sozinho, e eu queria fazer parte disto. - respondo colocando uma almoço nas minhas costas, ele se senta ao meu lado e me beija carinhoso. - Estou tão ansiosa e animada.
- Eu também estou. - ele sorrir e coloca uma mecha do cabelo atrás da orelha. - Vou me casar com a primeira mulher por quem me apaixonei e terei uma linda filha... o que mas eu poderia pedir?! Está tudo perfeito!
Às vezes sinto que ele me esconde coisas, muitas na verdade, mas como já conversamos sobre isso e quando ele se sentir pronto ele vai me contar e saber disso me tranquiliza.
Quando ele se sentir pronto ele vai me contar. Confio nisso, acredito nisso.
- Você está muito cansada? - ele beija meu pescoço enquanto acaricia minha perna por baixo do vestido que estou usando, sua mão sobe chegando perto da minha boceta. Sei bem aonde ele quer chegar com esse carinho.
- A sua mãe... - falo já derretida pelos beijos no meu pescoço, me permito relaxar.
- Saiu com a sua e não devem voltar cedo... - ele suga a pele do meu pescoço me fazendo arfar surpresa.
Ele desce os beijos até chegarem nos meus seios onde rapidamente tira ele do sutiã e enfia na boca, ultimamente meus seios se tornaram algo que ele gosta muito. Não que eu esteja reclamando, longe disso, eu gosto e fico ansiosa quando ele não os pega. Sua mão finalmente chegou onde quero, mas para me torturar ele apenas brinca com os dedos por cima do tecido.
- Samuel... - o advirto, fazendo ele rir um pouquinho.
- Pra quê a pressa meu amor? - ele coloca a calcinha para o lado e desliza a ponta do dedo de baixo para cima, brincando de novo. - Sempre pronta, não é?
- Se não vai me chupar então pare com isso! - resmungo impaciente, mas colo agarro seu cabelo jogando a cabeça para trás gemendo, ele mordeu meu mamilo.
- Devo fazer você gozar assim? - ele me olha brincalhão apertando meu mamilo, seus olhos estão escuros e seu sorriso é sombrio, um claro sinal de que está tão excitado quando eu. Sinto a ponta do dedo dele brincar na minha entrada, e suspiro tentando me controlar, o que é impossível se tratando dele.