capítulo 28

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Desculpa a demora pessoal. Esses dias foram agitados.
Vocês queriam me matar depois do outro capítulo mas acho que vou me redimir nesse lslskkkkKskskssksksks
Bem, espero que gostem. Desculpa qualquer errinho.
Até lá embaixo.

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Em menos de meia hora, todos estavam em frente ao ateliê. Alya estava abraçada à Nino, que massageava suas costas enquanto a morena chorava. Luka estava, juntamente com Adrien e Marc, ajudando a salvar algumas coisas soltas.

Conseguiram salvar algumas das peças de Marc, algumas peças da nova coleção de Marinette e também tesouras e alguns poucos tecidos.
Já as máquinas de costura, as agulhas e todo o resto havia sido perdido no alagamento.

Marinette não sabia como ainda estava de pé. Mas ficar de pé era uma bela metáfor já que ela estava sentada dentro do carro, sua visão estava focada em um ponto à sua frente, seu coração martelava dentro do seu peito.

Tudo...tudo...eles haviam perdido tudo.

Marinette se culpou por tudo, se culpou por não ter previsto que algo assim poderia ter acontecido, se culpou por não conseguir ajudar e - o pior, segundo ela - ela havia sido uma péssima tutora para Marc.

A pior, de todos os tempos.

Ela não conseguia chorar, parecia que as lágrimas teimavam em não descer pela sua face. Tudo estava desmoronando ao seu redor e ela se sentia impotente. Provavelmente, assim que o ateliê estivesse seco, ela e Marc precisariam mandar um email para o concurso para lhes dizer que Marc estava fora da final..

A mestiça tinha certeza que se fizesse aquilo, seria como jogar os sonhos de Marc no lixo.

Então, ela chorou.

Chorou por Marc não poder realizar seu sonho, chorou por não ter conseguido fazer nada para impedir, chorou e chorou até se sentir seca e oca por dentro.

Mas naquele momento, ela sentia que todos ao seu redor não esperavam que ela se tornasse um bebê chorão.
Ela precisava tomar conta da situação. Se possível, precisava chamar Marc para um canto e ser o ombro para ele chorar.

Ela saiu do carro, meio vacilante. Já não haviam tantas poças d'água na rua, as ruas estavam molhadas e alguns carros já passava por elas. Pedestres curiosos paravam na frente do ateliê para saberem detalhes - que Nino se recusou a dizer.

E tampouco Marinette tinha cabeça para tal. Falar em voz alta só faria com que tudo se tornasse ainda mais real. Ela ainda tinha esperança de que tudo não passasse de um sonho - ou melhor, um pesadelo - que se ela se beliscasse forte o bastante, a faria acordar.

Quando se aproximou do casal Alyno, a morena se jogou em seus braços, a puxando para si.

- Ah, Marin....eu sinto tanto, tanto, tanto... - os braços ao seu redor se tornaram mais firmes. A azulada suspeitou de que não era ela quem precisava de forças naquele momento, e sim Alya.

 (Don't) make me fall in loveHistórias para pegar e não largar. Descubra agora