*segunda temporada de Ao estilo dos anos 50*
Depois de dois anos, Marinette e Luka estão tentando construir sua vida amorosa da melhor maneira.
Mas um certo evento faz com que Marinette precise reencontrar Adrien.
Adrien teve uma chance e a de...
Oooooie, meu povo. EU TO MUITO FELIZ POR QUE EU TIREI 10 NA MINHA PRODUÇÃO TEXTUAL AAAAAAAAAAAAA * me perdoem pelo surto* Então, em comemoração, eu resolvi já vir trazer a atualização. Preparem os seus corações por que esse capítulo... é, sem palavras. Espero que gostem, desculpa qualquer errinho e nos vemos lá embaixo.
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O carro deslizava com rapidez pelas ruas parisienses. Já era tarde da noite e ela estava completamente desesperada para chegar no hospital em que Alya estava.
Literalmente ela se achava a própria versão do Vin Diesel em Velozes e Furiosos.
Chegou no hospital, quase escorregando na entrada em sua ânsia.
- ALYACESSARIE! - ela disse, sem parar para respirar, para a recepcionista.
- Perdão?
A azulada tomou fôlego, tentando se tranquilizar.
- Alya... Cessarie. Alya Cessarie.
A recepcionista assentiu com a cabeça antes de digitar o nome da morena no computador.
- Quarto andar, número 7. Ela está em um quarto privativo. Entregue isso para o enfermeiro do corredor - a recepcionista lhe entregou um cartão, com alguns números seguido de um protocolo.
A mestiça subiu no elevador, mordendo o lábio inferior de ansiedade. No começo da tarde, a e a amiga se encontraram e ela parecia bem. Preocupação inflou seu peito, enquanto mexia seus dedos.
Assim que chegou no andar, saiu procurando pelo quarto onde a amiga estava, correndo os olhos pelas placas.
- Posso ajudá-la, senhorita? - perguntou uma voz masculina à suas costas.
- Desculpe, eu não consigo achar o quarto 7.
O enfermeira fez uma careta estranha.
- Mas esse andar só vai até o quinto quarto, você errou o andar.
A mestiça franziu o cenho.
- Mas...aqui não é o quarto andar?
O enfermeiro negou.
- Você provavelmente desceu um andar antes do que queria. Só precisa subir mais um andar, ou pela escada ou pelo elevador - ele apontou para os mesmos - pelo que eu vi, o elevador está ocupado, você pode esperar ou ir pelas escadas.
A azulada suspirou.
- Obrigada e desculpa pelo inconveniente.
- Sem problemas, senhorita.
A azulada subiu pela escada o mais rápido que suas curtas pernas podiam, tropeçando várias vezes no caminho.
Chegou no andar certo dessa vez, encontrando um Nino desesperado na porta do quarto.