~Capítulo 17

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Mei

Ver Yuzu confusa e impaciente só deixa tudo melhor. Eu simplesmente não consigo não provocá-la depois de ver essa expressão maravilhosa em seu rosto corado. Continuar me contendo está me matando, mas a vontade de tirar as melhores expressões dela faz valer muito a pena.

- Melhor se apressar antes que eu perca o interesse.

- Mei, por favor... - Ela choraminga ainda tentando se livrar da gravata que a prendia.

- Desista Yuzu. Se tem algo que eu sei fazer muito bem, esse algo é dar um bom nó.

- Você vai me deixar presa aqui até eu falar ou o que? - A loira perguntou com um tom levemente desdenhoso.

- Se você não me obedecer eu vou te deixar presa até me dar vontade de te soltar.

- Você não faria Isso!

- Pague para ver! - A desafio séria.

- Mei... - Ela me olha com a cara mais pidona que eu já vi na vida - Me tire daqui e deixa eu te divertir, vai.

Não pude evitar sorrir com sua mudança repentina de tom de voz. Seu tom manhoso quase me derretia, mas agora não era hora para cair na lábia de Yuzu.

Me levantei da mesa e peguei uma régua que havia ali, passando a ponta fria e metalizada no corpo da loira com sutileza. Continuei quando obtive a reação que eu esperava.

Yuzu se movia sem parar e fechava os olhos com força toda vez que a régua ia deslizando cada vez mais pelo seu corpo macio, o que só me incentivava a continuar.

Desci a régua até a linha final de sua barriga, onde finalmente Yuzu se contorceu e mordeu o lábio. Suas ações me fizeram retirar a régua, mas muito satisfeita, admito.

- Estou começando a achar que você é mesmo incapaz de me convencer a continuar. É uma pena...

- Droga Mei, só me foda pelo amor de Deus! Era isso que você queria ouvir?! Eu imploraria de joelhos se pudesse, eu juro! Só por favor não me deixe esperando!

Não respondi ao seu pedido, mas minhas ações falaram por si só no final das contas.

Caminhei até Yuzu, coloquei um dos meus joelhos entre suas pernas enquanto o outro apoiava meu peso acima da mesma e a beijei novamente, agora já forçando a língua nos seus lábios e finalmente criando a dança erótica mais perfeitamente sincronizada que já vi na vida quando Yuzu abriu passagem para mim.

Senti que já havia provocado-a demais no começo, então depois de brincar um pouco com suas orelhas e pernas finalmente decidi permitir que minha mão passeasse pelo tecido de seda que era a calcinha de Yuzu.

- Posso? - Perguntei olhando nos olhos esmeralda agora escuros e luxuriosos da loira com atenção.

- Deve - Ela gruniu mordendo o lábio inferior. Afastei o tecido e tateei por entre a entrada de Yuzu a fim de provocá-la só um pouco mais. Em repreensão recebi um olhar desagradável misturado com a expressão levemente excitante em seu rosto. Não tinha certeza se me sentia pressionada ou satisfeita com isso, mas optei por ignorar esses pensamentos levianos que me rondavam agora e direcionar toda a minha atenção para a linda mulher à minha frente que necessitava quase que desesperadamente dos meus toques.

- Yuzu... - Murmurei próxima do seu rosto antes de colocar meus dedos onde ela mais queria.

Não demorei a ouvir seu suspiro longo no meu ouvido, seguido de um puxão de seus braços presos e um gemido rouco quando passei a movimentar os dedos sem muita pressa dentro da abertura da loira.

A Chefe (Citrus)Onde histórias criam vida. Descubra agora