Michael’s POV
Marina tinha, inconscientemente, deixado o meu corpo completamente desperto e atraído a ela e cego com a vontade de toca-la. Quando dei por mim, estávamos encostados ao carro, ela entre mim e o veiculo, as minhas mãos no pescoço quente e delicado dela, me deliciando com os seus lábios com um ligeiro sabor a álcool e tabaco. Minhas mãos tremiam, sentindo Mariana se abrir comigo, correspondendo aos meus movimentos, ganhando confiança pouco a pouco.
Então a mão dela desceu pelas minhas costas, adentrando o bolso traseiro das minhas calças, e enquanto me puxava mais para ela, e me fazia intensificar o beijo molhado e demorado, ela tirou as chaves do carro e de forma desajeitada e sem descolar o seu corpo do meu, ela abriu o carro.
Descolamos os nossos lábios e quando abri meus olhos vi Mariana agarrando a minha mão e abrindo a porta do carro. Em movimentos rápidos, ela entrou puxando-me com ela. Fechei a porta atrás de nós.
Eu conseguia notar o seu nervosismo, podia vê-la respirar rapidamente, nervosa. Podia sentir seus dedos tremerem enquanto agarravam a minha mão, nervosa. Podia sentir isso quando ela se sentou no meu colo, e colou os nossos lábios, mas agora movia-os de maneira diferente, nervosa.
Não demorou para sentir as suas mãos agarrarem a minha camisola. Ela colou o seu olhar no meu, e mordendo levemente o meu lábio, começou a subir a minha camisola, deixando o meu tronco despido para ela. Em pouco tempo, estava ela sem camisola à minha frente, seu peito tapado apenas pelo soutien rosa, com lacinhos azulados e com algumas rosinhas vermelhas espalhadas. Sorri olhando para ela, Mariana olhou para mim e sorriu levemente. Consegui notar também a sua pele um pouco mais bronzeada do que antes, no tempo em que a conheci. E senti o meu corpo estremecer vendo o contraste entre o seu cabelo negro, caído na sua pele, e a mesma, tão branca e delicada, como uma personagem saída de algum livro.
Sentindo o seu toque quente pelo meu peito, meu corpo pedia por mais ar e minhas mãos não se continham em agarrar as ancas dela, que tão perfeitamente se encaixavam no meu colo. Suas mãos pararam no fundo da minha barriga, ela olhou para mim, eu a incentivei a continuar e então, Mariana começou a desapertar as minhas calças. Seu lábio inferior estava entre os dentes, o canto de sua boca quebrado num sorriso.
Já me sentia apertado dentro dos boxes e sentia que Mariana estava a ficar desconfortável nas suas roupas. Rapidamente, ela se descalçou despiu os calções que usava e sentou-se ao meu lado, no banco traseiro. Olhando para as cuequinhas dela, respeitando o padrão do soutien, eu descalcei minhas sapatilhas e tirei minhas calças. Ela voltou para o meu colo, seu cabelo agora caindo nas suas costas, e sem que eu pudesse tomar a iniciativa, ou dizer algo, Mariana atacou os meus lábios, rebolando suas ancas no meu colo depois de colocar suas mãos nos meus ombros, se apoiando neles. Se não conhecesse Mariana, diria que esta não era a sua primeira vez, ela estava tão segura, tão pronta e tão sexy, que não parecia de todo a rapariga que tinha conhecido tempos antes.
Levei meus lábios ao seu maxilar e desci meus beijos pela extensão do pescoço dela, conseguia ouvir os seus gemidos espontâneos enquanto beijava e prendia a sua pele entre os meus dentes, tentando não marcar Mariana, não sabia se ela estava disposta a tal. Ela tirou suas mãos dos meus ombros e desapertou seu soutien, se afastando um pouco de mim. Ela se deitou então no banco, me puxando pelo pescoço, fazendo com que ficasse por cima dela. Meus lábios se juntaram aos dela, de maneira calma, e, depois de descolar nossos lábios, fui arrastando-os pela pele de Mariana que correspondia ao meu toque, deixando um rastro de pele de galinha. Parei sobre um dos seus mamilos, sentindo-o endurecer ao toque da minha língua e ouvindo um gemido de Mariana como resposta. Levantei o olhar, focando na cara da rapariga deitada por baixo de mim, eu precisava de faze-la sentir bem, fazer o máximo que fazia e o que ela pedia. Passei então para o outro, ouvindo um grunhido descontente dela, quando afastei meus lábios do mamilo vermelho e erriçado dela.
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Tomorrow Never Dies || Michael Clifford
Novela JuvenilQuando Mariana conhece Michael Clifford, a rapariga descobre que afinal nunca foi tão livre como pensara. Esta é a história de dois adolescentes que fogem juntos... mas de que está Michael a fugir verdadeiramente?
