Capítulo 28

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Dul: Uckermann... (suspirou sentindo-o aproximar suas bocas)

Ucker: Oi? (sussurrou, umedecendo seus lábios enquanto olhava os lábios dela)

Dulce gemeu sentindo-o apertar mais seu corpo contra o dele e semicerrou os olhos.

Ucker: Relaxe. (sorriu malicioso, agarrando os cabelos dela)

Christopher rapidamente colou seus lábios com os dela e sorriu entre o beijo ao sentir ela entrelaçar os braços em seu pescoço, acariciando seus cabelos vez ou outra. Levando as mãos a bunda dela, levantou-a e a prensou contra uma das paredes livres do closet.

Ucker: Vai dizer que não quer dar pra mim? (mordiscou a orelha dela, levando uma de suas mãos ao seio,  apertando-o) Vai parar de fugir?

Dul: Só se você prometer terminar o que começou semanas atrás. (disse fazendo-o rir)

Ucker: Eu prometo.

Dulce mordeu os lábios e levou sua mão junto a dele em seu seio, fazendo ele apertar aquela região com mais força.

Levando a mão ao fecho do sutiã dela, retirou aquela peça e beliscou suavemente um dos mamilos.

Dul: Puta merda, Uckermann. (arfou)

Ucker: Eu posso ou está com dor?

Dul: Estão um pouco doloridos. Não seja bruto.

Ucker: Vá me avisando, ok?

Voltando a beija-la na boca, Christopher encaminhou-se com ela até a cama, deitando por cima dela e voltando a descer os lábios para os seios, chupando-os e após um tempo ali, desceu lentamente os lábios até a calcinha dela.

Ucker: Se deu conta do quão molhada está? (sussurrou, olhando-a nos olhos enquanto a acariciava por cima da calcinha) Está imaginando como é ter meu pau enterrado em você novamente?

Dulce gemeu em resposta e arfou ao sentir sua calcinha ser rasgada e jogada de lado.

Ucker: Tão macia. (murmurou acariciando o clitóris dela e em seguida introduzindo lentamente um dedo nela) Tão molhada. (grunhiu) Droga, Dulce.

Dul: Por favor, Uckermann. (implorou num gemido)

Ucker: Gulosa. (sorriu ao introduzir mais um dedo dentro dela)

Dulce estava ofegante movendo os quadris ao ritmo dos dedos dele e absolutamente dominada pela necessidade de ter um orgasmo.

Ucker: Você está vermelha. (sussurrou olhando-a arquear as costas, levando a outra mão ao seio dela, apertando-o suavemente e em seguida passando para o rosto, tocando-a nos lábios)

Dul: Preciso gozar, Uckermann. (implorou)

Sorrindo, Christopher passou a esfregar o clitóris dela com o dedão, fazendo movimentos circulares.

Ucker: Olhe nos meus olhos. (ordenou) Quero ver seus olhos quando gozar.

Totalmente entregue a ele, Dulce imediatamente abriu os olhos e levou sua mão junto a dele em seu clitóris, o acompanhando no movimento enquanto sua outra mão apertava suavemente seu seio.

Ucker: Goze para mim, Saviñon.

Poucos segundos depois com seus olhos grudados aos deles, Dulce chegou ao orgasmo com um gemido, agarrando-se no lençol da cama e movimentando o quadril na mão dele em busca de mais contato.

Dul: Cacete, Uckermann. (arfou)

Dulce mal teve tempo de completar a frase quando sentiu Christopher posicionar-se entre suas pernas e passar a beija-la intimamente.

Quando a língua de Christopher tocou o clitóris dela e começou a passear por ele, a vontade e necessidade de gozar voltou com ainda mais intensidade do que antes.

Foi quando sua língua entrou nela, e ela teve que morder os lábios para não gritar quando gozou pela segunda vez, e seu corpo sacudiu violentamente. O urro que ele soltou reverberou através dela e não teve forças para afastá-lo quando ele voltou ao clitóris e o chupou suavemente e incansavelmente até ela gozar de novo, sussurrando seu sobrenome.

Dulce sentia seu corpo fraco quando Christopher voltou a subir os lábios por sua barriga e seios, lambendo seus mamilos.

Ucker: Você acha que ainda consegue transar hoje?

Dulce assentiu com um leve sorriso nos lábios e o viu levantar para tirar o shorts e a cueca.

Ucker: Prefere que eu use um preservativo?

Dul: Agora que eu já estou grávida você pergunta isso? (riu) Está saudável, Uckermann. Não tem necessidade, há não ser que você queira... E é horrível. (fez careta, fazendo-o rir)

Ucker: Nada de preservativos então. 

Voltando a deitar sobre ela, Dulce entrelaçou as pernas no quadril dele e virou-se, ficando por cima dele.

Dul: My turn. (sussurrou com um sorriso travesso nos lábios)

Ajoelhando-se na cama, Dulce passou a mão pelo membro dele, acariciando-o e em seguida levando sua boca, lambendo o liquido que comprovava sua excitação. Fixando seus olhos nos dele, abocanhou a cabeça macia do seu pau.

Ucker: Cacete, Dulce.

Dulce tentou enfiar o máximo possível na boca, chupando-o com os olhos fixos nos dele. Percorrendo toda a extensão dele com os lábios e com a ponta da língua, acompanhou uma veia pulsante até a cabeça do membro ereto.

Ucker: Se eu soubesse que você fazia isso incrivelmente bem, teria ido com mais calma lá na praia.

Dul: Só posso concordar.

Empurrando-a para o lado, Christopher deitou seu corpo sobre o dela e logo sentiu as pernas dela entrelaçarem em seu quadril, puxando-o mais para perto.

Say Love - VondyHistórias para pegar e não largar. Descubra agora