Cerca de uma hora mais tarde, após ter passado essa primeira hora com os pais, a bebê fora levada para alguns exames e Christopher acompanhou, deixando Dulce descansar por um tempo antes de voltar para o quarto com a filha nos braços.
Ucker: Olha só quem está pronta pra ficar juntinho da mamãe?!
Dul: Tudo certo? (perguntou enquanto pegava a filha nos braços)
Ucker: Sim. E ao que parece ela já tem uma primeira nota dez num teste de Apgar que eu não tenho ideia do que seja, mas a médica disse que é uma excelente nota.
Dul: É sim. É para avaliar a função cardíaca, esforço respiratório, coloração da pele, reflexos e tônus muscular nos primeiros 5 minutos de vida do bebê para ver se ele está se adaptando bem ao ambiente.
Ucker: Eu não tive tempo de estudar sobre isso. (murmurou e Dulce riu)
Dul: Relaxa, Christopher. Você é pai e não médico. Não precisa saber sobre isso.
Ucker: Você está bem? (perguntou ao sentar-se na ponta da cama, próximo a ela)
Dul: Estou sim. (assentiu passando delicadamente o dedo pela cabeça da filha) Já avisou nossa família?
Ucker: Não. Você nem descansou ainda e se eu for ligar agora eles vão querer vir aqui.
Dul: E eu realmente preciso descansar um pouco. Obrigada por tudo. Não sei se teria conseguido sem o seu apoio.
Ucker: Bem, no fim das contas, somos uma ótima dupla. (piscou para ela, fazendo-a sorrir)
Dul: E espero que sejamos ótimos pais.
Ucker: Não tenho dúvidas disso.
Dul: Ganho um beijinho? Você só me beijou hoje de manhã.
Ucker: Posso?
Dul: Deve. (sorriu, recebendo um beijo rápido dele em seus lábios) Relaxa. A única coisa que mudou é que agora nossa filha está nos nossos braços. Nosso relacionamento não mudou e só vai mudar se você quiser.
Ucker: E eu não quero. (disse ao lhe dar mais um selinho)
Poucos minutos mais tarde uma enfermeira e a doula auxiliaram Dulce com a primeira mamada, deixando-os sozinhos novamente em seguida.
Christopher estava sentado numa poltrona ao lado da cama e sorria emocionado ao ver a filha sugando o seio da mãe.
Dul: Tudo bem? (perguntou ao olha-lo)
Ucker: Sim... Eu estou tão feliz, Dul.
Dul: Eu também, Chris. (sorriu, fazendo-o sorrir mais ainda ao escutar a forma que ela o chamara)
Ucker: Nunca estive tão feliz em toda minha vida. Já te disse e nunca vou cansar de repetir, obrigado por ter me dado uma filha... Além disso, estou feliz por estar com você.
Dul: Obrigada por estar sendo meu companheiro, Chris. (sussurrou, fazendo uma careta de dor em seguida)
Ucker: Dói tanto assim amamentar?
Dul: Não é pra doer se ela estiver sugando certo, mas ainda estou aprendendo e até ajustar a pega vai ser um pouco dolorido.
XXX
Na manhã seguinte, logo após a visita dos pais no hospital, Dulce e Christopher recebiam a visita de Anne e Poncho.
Anne: Vocês fizeram uma linda garotinha. (sussurrou, olhando para a bebê que estava em seus braços)
Ucker: Eu sei. (sorriu) Afinal, eu sou o pai, não poderia ser diferente.
Anne: Dulce tem razão, seu ego é mais do que inflado e ele é insuportável.
Dul: Eu sempre disse.
Poncho: Minha vez, amor. Deixa eu segurar minha afilhada.
Dul: E quando eu serei madrinha, hein? (perguntou olhando Poncho pegar Isabelle dos braços de Anne)
Anne: Dulce. (a repreendeu) Não dê ideia.
Ucker: Pois eu também quero ser padrinho de um filho de vocês.
Poncho: E eu quero ser pai, dona Anahí. Trate de começar a se acostumar com a ideia. (piscou pra ela e em seguida voltou seu olhar para afilhada) Oi, Belle. Eu sou seu padrinho, sabia? Nós vamos brincar muito. (sussurrou e em seguida olhou para Dulce) Sei que ainda é muito novo para dizer, mas ela definitivamente não tem nada seu, Dulce. É a cara da família do Ucker.
Dul: Eu sei. Carreguei por quase 40 semanas pra não ter nada meu. (resmungou e Christopher riu)
Ucker: O que eu posso fazer com os genes da família Uckermann?! (beijou-lhe a bochecha, abraçando-a de lado) Nossa loirinha.
Dul: Sonho realizado?
Ucker: Sim. (sussurrou roubando-lhe um selinho) Não poderia estar mais feliz.
Poncho: Mas então, espero que tenham aproveitado bastante o tempo entre vocês dois, hein?! Porquê agora é choro e colo da mamãe toda hora. (provocou com um sorriso nos lábios)
Anne: Poncho. (o repreendeu) Não esqueça que acabou de me pedir um filho.
Ucker: Engraçadinho.
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Say Love - Vondy
RomanceEles dois não se entendiam, brigavam o dia todo pelos motivos mais bobos. Um odiava o jeito do outro. Ela não gostava do ego extremamente inflado dele. E ele não gostava de como ela era mimada e teimosa. Tudo era motivo de brigas. Eles se irritavam...
