Nas semanas que se seguiram, Dulce e Christopher esforçavam-se ao máximo para evitar novas discussões e estavam cada vez mais próximos novamente.
Com Dulce entrando no oitavo mês de gestação, os dois passavam boa parte das noites juntos terminando de arrumar o quarto da filha ou estudando juntos sobre o parto.
Saindo do elevador no andar de sua sala em uma quinta-feira a tarde, Christopher aproximou-se da mesa de sua secretária, pegando alguns documentos que ela lhe estendera.
Hannah: Christopher, Dulce María está em sua sala.
Ucker: Está? (franziu o cenho)
Hannah: Sim. Chegou há meia hora atrás e como não sabia quanto tempo você iria demorar achei melhor falar para ela esperar lá. Como ela está grávida, achei que o sofá que tem lá seria melhor para ela descansar enquanto te esperava. (mordeu os lábios, receosa) Fiz mal?
Ucker: Não. Tudo bem. Vou conversar com ela e mais tarde ajustamos a minha agenda, ok? Enquanto isso, preciso que você pegue uma pasta com documentos que deixei no jurídico.
Entrando em sua sala, Christopher sorriu ao ver Dulce observando a vista da cidade através da enorme janela de vidro que tinha ali.
Ucker: Então Dulce María saiu de casa para exibir suas belas pernas em minha humilde empresa?
Dul: Estava entediada naquele apartamento.
Ucker: Eu realmente estou bem ocupado, mas se você quiser uma rapidinha ali no banheiro ou aqui na minha mesa mesmo já resolvemos isso. (sorriu malicioso fazendo ela revirar os olhos)
Dul: Não quero sexo.
Ucker: Não menospreze quem te dá prazer durante a noite.
Dul: Não seja idiota, Uckermann.
Ucker: Ah, Dulce. Eu sei que você adora um homem engravatado. (disse convencido) Você não resiste. Se resistisse não estaria grávida.
Dul: Ah, claro. (resmungou de má vontade) Deixa de ser idiota, vai.
Ucker: Então por estar entediada você decidiu que seria uma boa ideia vir me visitar ao invés de ir ao shopping gastar dinheiro?
Dul: Eu vim justamente te chamar para ir ao shopping comigo... Vamos? (pediu fazendo bico)
Ucker: Quem diria que um dia Dulce María estaria pedindo minha companhia?! (riu) E ainda por cima aparecer novamente em público justo com o homem que mais discutia.
Dul: O homem que é o pai da minha filha agora. (disse entre dentes) E sinceramente, Uckermann, se soubesse que iria encher minha paciência eu nem teria vindo aqui. (resmungou caminhando até sua bolsa que estava no sofá)
Ucker: Calma. (segurou-a pelo pulso e colou seus corpos) Eu tenho mil coisas para fazer, mas irei com você. Só preciso que espere alguns minutos até eu ajustar minha agenda para a próxima semana. (roçou seus lábios nos dela, fazendo-a suspirar)
Dul: Tudo bem. Obrigada.
Ucker: Sem problemas. (beijou o canto da boca dela) Ainda mais que você está com esse vestidinho colado. Não vou te deixar sozinha por aí.
Dul: Estou grávida de 8 meses, Uckermann. (sussurrou)
Ucker: E você acha que quem quer transar com você se importa com isso? Ainda mais que você ficou muito mais gostosa grávida?
Dul: Não transaria com outro estando grávida de um filho seu, já disse. (suspirou ao sentir ele beijar seu pescoço) E eu diria que isso é ciúmes?
Ucker: Entenda como quiser, Savinõn. (puxou o lábio inferior dela entre dentes)
Dul: Uckermann... (sussurrou, agarrando-se mais nele, sentindo a ereção que começava a se formar entre as pernas dele) Controle-se.
Ucker: Estou louco pra te jogar na minha mesa e te foder de todas as formas, do jeito que você gosta.
Dul: E como eu gosto, hum? (o olhou nos olhos, provocando-o)
Ucker: Duro e forte. (sussurrou no ouvido dela, fazendo-a arfar) Gosta que eu te pegue com força e que te faça gritar. (puxou os cabelos dela, deixando o pescoço dela exposto e lambeu a garganta dela até sua boca, beijando-a) Porra, Dulce. (grunhiu, afastando-se dela) Veio me provocar e ainda veio sem calcinha.
Dulce sorriu maliciosa e se aproximou dele novamente, puxando-o pela gravata.
Dul: Detesto calcinhas, você sabe. (sussurrou, passando lentamente a língua pelos lábios dele)
Ucker: Filha da puta. (grunhiu, apertando-a contra si e colando seus lábios, caminhando com ela até o sofá)
Christopher a deitou no sofá e deitou por cima dela, descendo os beijos para o pescoço e colo.
Dul: Uckermann. (gemeu, apertando as pernas em torno da cintura dele) Agora não é hora. (segurou o queixo dele, olhando-o nos olhos) Sua secretária está prestes a entrar nessa sala e eu realmente não quero que ela nos veja transando.
Ucker: Eu tranco a porta. (fez menção de levantar, mas ela o impediu)
Dul: Não... Guarda seu fogo pra depois, ok? Eu juro que esse cenário todo me excita, mas agora não.
Ucker: Dulce... (fez bico)
Dul: Agora não. (o empurrou e levantou, arrumando o vestido no corpo) Anda, controle sua ereção e volte a trabalhar.
Christopher bufou irritado e levantou indo até sua mesa e Dulce sorriu enquanto passava as mãos nos cabelos, arrumando-os e em seguida checou o batom no espelho que havia em sua bolsa, suspirando ao perceber que seus lábios estavam inchados e o batom levemente borrado.
Ucker: Você me paga. (disse sério, olhando-a arrumar o batom)
Dul: Irei adorar te chupar mais tarde.
Ucker: Não me provoque. (resmungou voltando sua atenção para o notebook)
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Say Love - Vondy
Storie d'AmoreEles dois não se entendiam, brigavam o dia todo pelos motivos mais bobos. Um odiava o jeito do outro. Ela não gostava do ego extremamente inflado dele. E ele não gostava de como ela era mimada e teimosa. Tudo era motivo de brigas. Eles se irritavam...
