Um homem honrado, que arcou com todas as consequências dos seus atos... ou que pensava ser suas.
Uma esposa egoísta, infiel, manipuladora, alienadora.
Um filhos, sobrecarregado, infeliz e depressivo.
Uma filha, carente de atenção, e de amor materno...
Vamos entrar no mundo da Maia... essa garota promete, vocês não perdem por esperar!
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Capítulo três
Maia
— O que tem eu? — Pergunto entrando na cozinha.
— Estou falando para o seu pai e irmão que você não é boba, muito pelo contrário.
— A senhora é a pessoa mais inteligente desta casa.
— Você não tem blusa inteira não, menina.
Olhei para minha barriga, vestia um top de academia e calça de moletom que a deixa toda de fora. — Vou jogar uma blusa por cima quando estiver saindo, paizinho.
— Maia, você não pode dançar para sempre, precisa pensar em uma profissão.
— Dançar é uma profissão pai, eu não gosto de estudar, não quero fazer faculdade de nada.
— Bora Maia. — Meu irmão me acelerou.
— Beijo mãe e pai.
Meu irmão me deixa a uns vinte minutos caminhando do ponto de ônibus, aqueles vinte minutos de caminhada era o melhor momento do meu dia, colocava meus pensamentos em ordem, conversava comigo e sonhava. Sempre pensava sobre os medos que meu pai sentia ao meu respeito, entendo que se preocupe, ele não acha que ser professora de ballet me sustentaria, e sempre diz que já está velho, tem medo que eu não consiga me manter, pelo menos agora ele diz que preciso de uma profissão, antes ele dizia que precisava de um marido já que não gostava de fazer nada. Ele não tem ideia o quanto uma professora de dança trabalha duro e se desgasta, sei que para a maioria de nós é uma carreira curta. Só não consigo me imaginar fazendo outra coisa.