Um homem honrado, que arcou com todas as consequências dos seus atos... ou que pensava ser suas.
Uma esposa egoísta, infiel, manipuladora, alienadora.
Um filhos, sobrecarregado, infeliz e depressivo.
Uma filha, carente de atenção, e de amor materno...
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Capítulo dezenove
José
Leila havia dificultado de todas as formas um diálogo amigável. O único jeito foi dar entrada nos papéis do divórcio, e como a data da audiência de instrução e julgamento foi marcada, a qualquer momento ela receberia a intimação.
Quero aproveitar todo esse resto de semana e o fim de semana com Maia, pois semana que vem ficarei em São Paulo.
Meu celular tocou, era Thomas.
— Fala, filhão!
— Pai, você vai voltar quando? Não quero ficar com a minha mãe, ela está louca, você disse que quando eu precisasse...
— Meu filho, vou pedir para o motorista te levar para casa dos seus avós. Vou sair daqui no fim do dia, estarei aí mais tarde. Tudo bem?
— Valeu pai.
Sempre era horrível deixar Maia sabendo que ficaria dias longe. Não tinha conversa com seu Edgar, ele não a deixava ir comigo, mesmo dizendo que iríamos para a casa dos meus pais. Deixei-a em casa e fui direto para São Paulo.
Assim que peguei a Rodovia Fernão Dias meu celular tocou. Vi que era Ricardo, meu corpo parou de bombear sangue, dei ordem para que ele garantisse a segurança dos meus filhos, tanto na casa "deles" quanto na casa dos meus pais.
— Fala.
— Sr. José, dona Leila ficou descontrolada quando recebeu a intimação, brigou até com Thomas, assim que ele saiu para casa dos seus pais contra a vontade dela, ela se trancou no quarto, depois de algum tempo sua prima médica, Amanda, chegou com mais um casal, a entrada deles no condomínio havia sido liberada há algum tempo, nos fizeram abrir a porta do quarto, pois dona Leila não respondia, nos deparamos com a Senhora inconsciente no chão, vários remédios espalhados, chamaram a ambulância.