Um homem honrado, que arcou com todas as consequências dos seus atos... ou que pensava ser suas.
Uma esposa egoísta, infiel, manipuladora, alienadora.
Um filhos, sobrecarregado, infeliz e depressivo.
Uma filha, carente de atenção, e de amor materno...
Oie, quem aqui está acompanhando UMA CHANCE? Já está disponível na AMAZON e amanhã começará uma LC em no grupo SONHOS.SL, estão todos convidados
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Boa noite amores, como vocês estão
Voltando com mais um capítulo e aproveito para dizer que podem se preparar porque nossa programação voltará normalmente, então toda terça temos capitulo novo <3
Estou postando alguns spoilers nas minhas redes sociais e em breve vou divulgar por lá a data de lançamento na Amazon, vou deixar o link aqui e espero vocês por lá, acompanhem....
O irmão morava na cidade vizinha, onde Maia passaria a noite. Parei o carro na frente da garagem que o carro havia acabado de entrar.
— Vem aqui. — A puxei para o meu colo, beijei sua boca gostosa. — Aceita, você é minha. — Estava louco de tesão, devorando sua boca suculenta, querendo mais, querendo tudo.
— José... — Maia falou sem fôlego. — Preciso entrar.
— Maia, você precisa atender os meus telefonemas, não vou ficar sem me comunicar com a minha namorada. — Ela me olhou séria:
— E como seria? Como dividiria sua vida, e por quanto tempo? Quando não tiver mais que estar aqui o que será do nosso relacionamento?
— Não existe isso de quanto tempo, não sou moleque, quero que você seja a minha, não existe isso de tempo de validade. Você já é minha, fala sim. — Sussurrei em seu ouvido. Estava vivendo minha vida em função de sua resposta. Sei que nossas vidas nunca mais seriam as mesmas, principalmente a da Maia, mas contava que seus sentimentos fossem tão fortes quanto os meus.
— Você nem aqui mora. — Respondeu se afastando um pouco de mim, se ajeitando no banco.
— Maia, não posso largar tudo em São Paulo e me mudar de uma vez.
— Aonde e com quem vai passar os fins de semana?
— Com você.
— E seus filhos?
— Com eles também.
— Como? Aqui?
— Sim e, você pode ir para São Paulo comigo também, meu amor.
— Não, não posso, meus pais nunca deixariam. — Olhei sério para ela. — José, você tem certeza de que quer mesmo namorar comigo? O fato de namorarmos não facilitará as coisas neste sentido. Meus pais são mais velhos, antiquados.
— Claro que tenho certeza, acha que estou brincando com a gente? Não importa o quanto será difícil, só preciso de você. Vou ir falar com seu pai amanhã.