Um homem honrado, que arcou com todas as consequências dos seus atos... ou que pensava ser suas.
Uma esposa egoísta, infiel, manipuladora, alienadora.
Um filhos, sobrecarregado, infeliz e depressivo.
Uma filha, carente de atenção, e de amor materno...
No dia seguinte peguei Maia cedo no ponto da praça. Minha vontade era sumir no mundo. De repente as coisas pareciam amarradas, não consegui definir nada com Leila, os pais de Maia estavam dificultando tudo. Assim que ela entrou no carro a agarrei. Era maravilhoso brincar de adolescente com o meu anjo, mas precisava dela ao meu lado o mais rápido possível.
— Bom dia! Está empolgado hoje.
— Sabe uma coisa que precisa urgentemente saber sobre mim? — Falei para ela enquanto entravamos na rodovia Fernão Dias.
— Hum, conta, quero saber tudo sobre você. — Ela tinha o sorriso meigo e safado ao mesmo tempo. Peguei sua mão e coloquei em cima do meu pau duro. — Meu tesão pela manhã precisa ser domado.
— Ah é?
— É! — Parei o carro no acostamento, tirei o cinto dela, baixei sua calça e tirei apenas uma das pernas.
— Não acredito, o que vai fazer? — Maia ria e beijava meu pescoço me deixando ainda mais duro. Abri minha braguilha e a puxei mais para meu colo. Sua boceta encharcada, prontinha para mim. Enfiei um dedo enquanto massageava seu clitóris com a palma da mão. Maia era extremamente sensível e receptiva, rebolava e se lubrificava ainda mais.
— Vem Maia, senta no meu pau. Devagar! — A segurei firme pela cintura. — Quero sentir sua boceta se arreganhar me engolindo todo.
— Há! José...
— Isso... gostosa... engole todo meu pau, ah, porra! Isso, rebola... — segurava firme as coxas da minha ninfa enquanto ela me enlouquecia com seu cavalgar, sua respiração descontrolada, seus cabelos balançando exalando um perfume maravilhoso, tirando todo meu controle, senti o gozo vindo forte, as bolas se contraindo. Enfiei a mão entre nossos corpos, e estimulei seu clitóris. — Goza, Maia, goza comigo. — Era só o que ela precisava para explodir gritando e gemendo. Me proporcionando um dos melhores orgasmos que já tive. Na porra de um carro, no meio da estrada.
Quando fui buscar Maia a levei direto para a minha casa. E pela primeira vez consegui enfim tê-la em uma cama, e era desta forma que gostaria de passar todas as tardes da minha vida, dentro da Maia. Não queria sair dali por nada. Estávamos envolvidos em um clima de júbilo e êxtase.
Só em pensar que nada entre nós era concreto, que teria que deixá-la em sua casa e ir embora, me apertava o coração. Não quero namorar Maia, quero ela como esposa, ao meu lado, todo o tempo.