Um homem honrado, que arcou com todas as consequências dos seus atos... ou que pensava ser suas.
Uma esposa egoísta, infiel, manipuladora, alienadora.
Um filhos, sobrecarregado, infeliz e depressivo.
Uma filha, carente de atenção, e de amor materno...
O capitulo de hoje está muito especial, um novo passo na vida do nosso casal, o momento que estávamos esperando chegou!!
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Capítulo quatorze
Maia
José não apareceu cedo no ponto da praça, não foi me buscar no estúdio. Nem no dia seguinte. Com certeza estava com raiva por eu não ter aparecido no domingo como combinamos.
Na quarta-feira quando ele não apareceu, de novo, fiquei com muita raiva. Quando sai do estúdio fui direto para a fábrica. Cheguei na portaria e pedi para falar com José Alencar.
— Boa tarde, quem devo anunciar? — O homem falou com cara de deboche.
Engoli o orgulho e raiva, imaginando a quantidade de desesperadas que deve vir procurar pelos paulistas aqui na porta. Senti um pouco de vergonha, mas fui firme:
— Maia Azevedo. — Dois minutos depois apareceu uma mulher toda apressada:
— Dona Maia, pode me acompanhar. Por favor! — Entramos no setor administrativo da fábrica, vários escritórios, RH, ADM, e por fim uma porta grande. — Dona Maia, Sr. José está em uma reunião aqui na sala ao lado, você pode aguardá-lo aqui em sua sala. Ele já vem, a senhora quer um café, uma água?
— Não, obrigada.
— Qualquer coisa pode me chamar.
Meneei a cabeça enquanto ela fechava a porta. Senti o cheiro dele. A sala era ampla, logo na entrada tinha um sofá grande, poltronas e um lindo tape bege no centro, um bar no canto direito repleto de garrafas variadas, copos e taças, sua mesa era no centro, quase encostada na parede dos fundos, enorme.