Capítulo 38 - Benjamin Sprouse

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Assim que volto para a sala, Victor me pergunta o que aconteceu.

— Ela parece decidida, vai ficar com ele. Droga! Eu não sei o que fazer Victor.

— Por que, não muda o método? Diz-me, coçando a cabeça.

— Como assim? Após alguns segundos, ele continua:

— E se você a levasse, a um lugar romântico? Se talvez, fosse mais carinhoso, lhe mandasse flores, a levasse para a um jantar a luz de velas, essas coisas que mulher gosta.

— Eu, não sei fazer isso, você me conhece. Você pensa que isso me ajudaria?

— Não sei, mas tem que tentar, quem sabe! O que tem a perder? Olha, até agora, você a sujeitou as suas vontades, a tratou como sua propriedade, porque não a faz se sentir livre, mas a cerque de cuidados, mima ela. Mulher gosta disso.

— Serena, parece que já decidiu, já fez a escolha dela! Entre voltar a viver com seus filhos, ou nunca mais vê-los, ela optou por Adam.

— Serena, fica na defensiva em relação a você, não confia, tem medo, eu acredito que ela ama você, mas também não quer mais a vida que você, oferecia-lhe.

— Não sou romântico, não sei fazer essas coisas. Victor dá risada o que me irrita muito e continua:

— Eu sei, mas precisa tentar algo diferente! Faça pelos seus filhos, não por você, eles são a chave para chegar ao coração dela, mas não a proibindo de vê-los os, leve até ela, mostre que você pode mudar, para salvar a sua família. O que seria capaz de fazer para tê-la de volta? Eu olho-lhe, mas não respondo, Victor insiste:

— Me diga, o que faria para ter Serena de volta?

— Qualquer coisa.

— Porque, não cede? Deixa esse orgulho de lado, a traga de volta, sem pedir, ou melhor, sem exigir, você verá que ela vai mudar também.

— Está bem, você me ajuda com isso?

— Com o quê? Pergunta-me Victor.

— Com isso que falou! Jantar romântico, presentes, flores, essas coisas.

— Sério! Você vai tentar? Ele continua rindo, isso me irrita em Victor, mas ele está certo, preciso mudar o meu comportamento.

— Vai me ajudar, ou não?

— Claro! Vou ligar para Millany, para saber, que flores ela gosta, se ela tem...

— Nada disso! Não quero que envolva Millany, ela me odeia, vai falar tudo o que Serena odeia, só para que eu não consiga, reconquistá-la.

— Tem razão, então eu procuro Kelly...

— Ela, também não torce muito, por nós.

— Quem então? Pergunta, Victor servindo uma dose de uísque.

— Justine, ela pode nos ajudar. Digo, pegando o copo em sua mão.

— Ela, não conhece bem Serena, acredito que não a conheça da forma que Millany, a conhece.

— Você tem razão, consegue descobrir com Millany, sem ela suspeitar, sua intenção?

— Benjamin, tem cinco filhos com a mulher que ama, e não sabe nada sobre ela?

— Eu estava preocupado demais, com meu ciúme, eu a venerava, a queria de qualquer forma, mesmo que isso a machucasse. Eu estava disposto a mudar por ela, aí aconteceu a doença de Mariel, ela tinha me prometido me esperar, eu não sei porque ela mudou de ideia, eu estava certo disso.

— Benjamin, preciso te contar, Millany a convenceu de seguir, ela fez Serena prometer que não iria te esperar, sabe bem o que Millany pensa sobre você, e estava preocupado com a amiga. Então, eu sinto uma raiva por dentro, mas não deixo Victor perceber.

— Millany, me odeia. E isso foi desde o primeiro dia, que ela me conheceu.

— Ela me contou. Mas vamos ao que interessa, o projeto, volta Serena. Diz Victor e cai na gargalhada, eu acabo rindo também.

— Vamos alugar um restaurante, ou um chalé, então arrumamos tudo, você vai atraí-la até lá, e por favor sem brigas, apenas amor, e para não envolvermos Millany, as flores deixa por conta de Justine, nem que ela coloque todas as flores que existem. Está pronto, para isso?

— Sim, eu vou fazer o que me falar. Digo, tomado o uísque todo de uma vez.

— Encontre o lugar, e deixa o resto por minha conta e de Justine. Fale com Heitor, sobre um cardápio leve e saboroso, um vinho especial, e por fim uma joia, delicada, assim como ela é. Depois se tudo tiver dando certo, você a pede em casamento. E você, não pode perder a paciência, mesmo que ela fale qualquer coisa, que o deixe chateado. Está entendendo?

— Sim, tenho medo dela me rejeitar. O olho preocupado.

— Então, isso pode acontecer, mas você vai se comportar, e depois vai continuar tentando, mostrando-lhe, que está disposto a mudar, pelo amor que sente por ela.

— Espero que dê certo! Eu nunca imaginei fazer isso, sempre fui muito prático, mas vou tentar.

Após combinar tudo com Victor, ligo para Justine, ela me ouve com atenção, e depois volto para casa. Depois de três horas, Victor me liga.

— Tudo pronto! Agora, você vai ligar para ela, e faz o convite.

— E se, ela não aceitar? O que devo fazer?

— Você tenta convencê-la, caso ela não aceitar paciência, quando dizer, sobre seus filhos, ela vai aceitar. Benjamim, você não vai até à casa dela, é para usar seu celular.

— Entendi! Eu vou ligar agora mesmo, estou me sentindo um adolescente, que não sabe o que fazer para conquistar a menina que deseja.

— Esse é o objetivo. Terá que conquistá-la, não obrigá-la, e como um adolescente ou não tem que ser o mais educado possível.

— Eu vou fazer isso. Assim que desligo o celular, ligo para ela.

— Oi! O que quer Benjamin? Percebo, irritação na voz dela.

— Precisamos conversar, Serena. Silêncio do outro lado.

— Não há mais nada, para falar! Ela diz, bem decidida.

— Olha! Depois da nossa conversa, eu pensei bem, precisamos entrar em um acordo, aceita a jantar comigo? Eu prometo, que vamos apenas conversar.

— Não sei, se posso confiar em você! Isso me irrita, mas eu me controlo e respondo:

— Você vai ver, estou cansado de brigar.

— Por que não diz agora mesmo? Ela me pergunta, agora o tom de sua voz, fica mais calmo.

— Não gosto de falar pelo telefone, e depois se eu fosse machucá-la, iria até a sua casa. Eu não quero machucá-la, só quero conversar. Eu mando o meu motorista ir, buscá-la.

— Está bem, mas não precisa mandar ninguém me buscar, me diz há que horas, e onde será? Ela me pergunta, eu lhe passo o endereço e o horário em seguida ela desliga, sem ao menos me dar a oportunidade de me despedir.

Vou a joalheria e compro a joia mais cara, e depois vou até o local, para me certificar que está tudo saindo como planejado. Fechei um restaurante a beira-mar. E volto para casa, para me preparar, estou parecendo um adolescente bobo.

Quando chego Ethan, vem ao meu encontro correndo, gritando papai, então o pego no colo, ele me pergunta sobre a mãe, então eu lhe dou um beijo e respondo, que talvez, ele tenha uma surpresa logo, ele fica feliz e em seguida Dy entra.

— Ah! Te achei, fugiu de mim. Diz ela se aproximando, o pega em seus braços, lhe dou um beijo e subo para tomar um banho.

Eu cheguei ao local, com quinze minutos de antecedência, e tudo estava perfeito, os músicos, as flores, a mesa de jantar bem localizada, a noite está linda, e o clima perfeito

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Eu cheguei ao local, com quinze minutos de antecedência, e tudo estava perfeito, os músicos, as flores, a mesa de jantar bem localizada, a noite está linda, e o clima perfeito. Peguei a joia em meu bolso, abro, dou mais uma olhada, espero que tenha feito a escolha certa.

As horas vão passando e nada de Serena, ligo, mais ela não atende, então depois de uma hora, ligo para Victor

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As horas vão passando e nada de Serena, ligo, mais ela não atende, então depois de uma hora, ligo para Victor.

— Ela não veio. Digo assim que ele atende.

— Como ela não foi? Não é possível. Já ligou para ela?

— Já liguei, mas ela não atende! Não sei o que fazer, estou desesperado, andando de um lado para outro.

— Deve ter acontecido algo! Diz Victor, e isso me preocupa bastante, então eu desligo e vou correndo para a sua casa. Eu acelero o máximo que posso, e me seguro para não passar o farol vermelho, e assim que chego vejo o seu carro, estacionado a frente de sua casa. Então, após bater à porta, Kelly abre e eu pergunto por Serena? Ela parece bem assustada ao me ver.

Então eu entro mesmo sem ser convidado, e mal posso acreditar no que vejo.

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O amor e o poder. O retornoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora