Capítulo 47 - Serena Campbell

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— Bom dia! Dormiu bem? Pergunta-me Benjamin, assim que saio do quarto.

— Sim, muito bem e você? Respondo, e vejo uma expressão cansada no rosto dele.

— Não! Tive pesadelos, e demorei a dormir.

— Com o que sonhou? Pergunto, e ele me segura pela mão, me conduzindo até a mesa do café.

— Com você. Responde, ainda sério.

— Teve um pesadelo, comigo? O que, aconteceu no sonho?

— Você, estava fugindo desesperada, alguém te perseguia, eu não conseguia ver quem é, era apenas um vulto, e eu não consegui ajudá-la, foi horrível.

— Calma! Foi apenas um sonho, está tudo bem.

— Você, me pediu para não falar sobre isso, mas eu preciso saber. Ele, segura a minha mão por cima da mesa e me olha.

— Você, acredita que Adam é confiável? Quero dizer, não tenho que me preocupar com ele?

— Benjamin, antes foi John, foi sempre me dizia que ele ia me magoar para te atingir, agora é Adam, precisa se livrar dessa sua, obsessão. Eu estou aqui, eles são apenas meus amigos, John até se afastou, nunca mais o vi. Adam, vai perceber que terá que se afastar quando estiver pronto para isso. Vamos deixar o tempo passar, aí veremos como ele se comporta, se eu perceber que ele está atropelando tudo, eu falarei com ele.

— Está bem, confio em você.

— Que bom! Dou-lhe um sorriso.

— Sobre o que se refere? Pergunta-me, estranhando a minha fala.

— Sobre, você me entender e me respeitar, eu estou feliz, por não impor, como fazia antes.

— É muito, difícil para mim, você sabe disso. Diz-me, e agradeço por estar sendo sincero comigo.

— Obrigada, pela sinceridade, isso me deixa tranquila, percebo que você está se superando.

— Mas, não abusa de mim. Diz rindo, eu também acabo rindo, mas depois o olho por alguns segundos, e ele me pergunta.

— O que foi? Porque está me olhando assim?

— Por que deveria ser assim, desde que nos conhecemos. Certamente, nunca teríamos nos separados.

— Eu sinto muito por tudo o que fiz. Eu, ainda tenho muito ciúmes, a quero só para mim, mas eu quero vencer isso, porque o amor que sinto por você é muito superior, eu sei que vale mais a pena sofrer por sentir ciúmes, e não te magoar por isso, do que arriscar te perder por causa dele. Lamenta e abaixa a cabeça, então eu me levanto e me aproximo dele, erguendo sua cabeça para me olhar, depois o beijo e continuo:

— Está na hora de deixarmos tudo para trás, quero voltar a ser sua mulher.

Ele se levanta e me beija e no primeiro momento não consegue me dizer nada, está com um sorriso de satisfação e quando compreende que estou falando a verdade, diz:

— Acredita em mim?

Ele se levanta e me beija e no primeiro momento não consegue me dizer nada, está com um sorriso de satisfação e quando compreende que estou falando a verdade, diz:— Acredita em mim?

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— Se você acredita em você, eu também posso acreditar. Depois subimos para o quarto e fizemos amor, eu não queria sair dali, e sei que ele também não, mas precisávamos honrar nossos compromissos, e eu já estava atrasada para a faculdade.

Enquanto, nos arrumamos, ele me diz:

— Hoje, vamos almoçar fora, eu a pego na faculdade.

— E as crianças?

— Elas, podem almoçar sozinhas, para que seus pais namorem um pouco. Ele se aproxima dobrando a maga de sua camisa e diz. — Eu, já estou indo meu amor, eu aviso Nicole e Dy. Me dando um beijo e sai em seguida.

Assim, que acaba as aulas, Benjamin, está me esperando, eu entro no carro e ele abre um lindo sorriso e me beija.

— Onde, vamos almoçar? Pergunto e ele diz:

— Em um dos restaurantes de Heitor. Espero que goste.

— Sim, sei que vou gostar, espero que ele esteja lá, não o vejo há algum tempo.

— Com certeza ele estará, falei com ele de hoje de manhã.

Quando chegamos, Heitor vem nos receber.

— Irmão, que bom que veio. Serena, linda como sempre. Agora, posso elogiá-la não é mesmo? Pergunta olhando para Benjamin, que esforça e dá apenas um sorriso. — Posso, dar um abraço na minha cunhada?

— Não força Heitor. Diz, Benjamin, em seguida eu respondo:

— Claro, que pode cunhado. Ele, me abraça, e nos conduz a uma mesa.

— Fiquem à vontade. E faz um gesto para um garçom, e pede que nos sirva um aperitivo e retire nosso pedido, oferecendo o cardápio.

O amor e o poder. O retornoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora